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cavografia
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia jugular interna direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-Veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia jugular interna à direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia braquiocefálica à direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Átrio direita direito: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Ventrículo direito: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Artéria pulmonar: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A circulação colateral venosa: não há desenvolvimento de colaterais patológicas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
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implante de permcath
0406020078 IMPLANTAÇÃO DE CATETER DE LONGA PERMANENCIA SEMI OU TOTALMENTE IMPLANTAVEL.
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso. Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Ultrassom e fluoroscopia preparados e esterilizados para uso intraoperatório.
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) topografia de veia jugular interna à direita. Punção percutânea da veia jugular interna direita sob guia ultrassonográfico em tempo real. Técnica de Seldinger: agulha introdutora, retorno venoso livre, introdução de fio-guia J, confirmação fluoroscópica do trajeto do fio até veia cava superior/átrio direito.
Anestesia local adicional na região torácica anterior (46 cm abaixo da clavícula ou 2º3º espaço intercostal direito). Confecção de túnel subcutâneo com tunneler, do orifício de saída cutâneo torácico até o orifício venoso cervical, posicionando o cuff a aproximadamente 24 cm da saída cutânea.Pequena incisão cutânea (~0,51 cm) no ponto de punção cervical. Dilatação progressiva do trajeto com dilatadores seriados (até 1416 Fr). Introdução do peel-away sheath sobre o fio-guia, com avanço controlado sob fluoroscopia.
Cateter tunelizado duplo lúmen (1415 Fr) preparado: irrigação e preenchimento dos lúmens com solução salina heparinizada. Passagem do cateter pelo túnel subcutâneo (da saída torácica em direção ao acesso venoso). Introdução da ponta através do peel-away sheath até a junção cavoatrial ou terço médio-inferior da veia cava superior/átrio direito superior (confirmado por fluoroscopia em projeções AP e oblíquas). Retirada cuidadosa do peel-away sheath e fio-guia, mantendo controle do cateter.
Teste funcional imediato: aspiração e infusão livre em ambos os lúmens, sem resistência ou refluxo inadequado. Revisão minuciosa de hemostasia nos orifícios cutâneos e trajeto do túnel. Perda sanguínea estimada: mínima (<5 mL). Fixação do cateter à pele com sutura não absorvível (Nylon 3-0) próxima à saída cutânea.
Sutura dos orifícios cutâneos com pontos simples (Nylon 3-0). Curativo oclusivo estéril. Raio-X de tórax pós-procedimento para confirmação final da posição da ponta e exclusão de pneumotórax/hemotórax.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 3060 minutos. Sem complicações imediatas. Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e função do cateter. Orientações para cuidados do sítio de saída, profilaxia de infecção e anticoagulação do cateter entre sessões. Seguimento ambulatorial para avaliação de patência e sinais de infecção.
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Retirada de Permcath 0406020620 RETIRADA DE CATETER DE LONGA PERMANENCIA SEMI OU TOTALMENTE IMPLANTÁVEL.
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg (se tolerado e sem contraindicação) para reduzir risco de embolia gasosa durante a manipulação venosa. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso (preferencialmente direito). Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior (incluindo o trajeto do túnel e orifício de saída) e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Barreira máxima de esterilidade: gorro, máscara, avental estéril, luvas estéreis e campos aderentes.
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) infiltrada ao redor do orifício de saída cutâneo torácico direita e ao longo do trajeto subcutâneo, incluindo a região do cuff de Dacron (localizado aproximadamente 24 cm proximal ao orifício de saída). Pequena incisão cutânea (~12 cm) sobre o orifício de saída ou diretamente sobre o cuff (técnica preferencial para cateteres com cuff aderido por fibrose). Dissecção cuidadosa com tesoura de Metzenbaum ou pinça delicada para liberar o cuff de Dacron dos tecidos subcutâneos circundantes, removendo aderências fibrosas sem tração excessiva inicial.
Após liberação completa do cuff e do trajeto subcutâneo, aplicação de tração gentil e progressiva no cateter externo (com mão dominante), enquanto se mantém pressão manual no ponto de entrada venoso cervical para hemostasia imediata. Retirada do segmento intravascular do cateter através da incisão (ou orifício de saída), garantindo remoção integral sem fragmentação. Em casos de resistência moderada (devido a fibrose), dissecção adicional ao redor do trajeto; tração forçada evitada para prevenir ruptura ou retenção de fragmentos. Compressão manual firme no ponto de entrada venoso (jugular interna) por 510 minutos após a retirada para promover hemostasia e prevenir sangramento.
Inspeção do cateter removido para confirmar integridade completa (sem fragmentos retidos). Revisão minuciosa de hemostasia no trajeto subcutâneo e orifício venoso, compressão manual adicional. Perda sanguínea estimada: mínima (<5 mL na maioria dos casos). Sutura da incisão cutânea com pontos simples (Nylon 4-0). Curativo oclusivo estéril semipermeável com clorexidina impregnada. Raio-X de tórax pós-procedimento para exclusão de pneumotórax, hemotórax ou fragmento retido (recomendado em acessos jugulares/subclávios ou cateteres de longa permanência).
Procedimento sem intercorrências, com duração de 1530 minutos. Sem complicações imediatas (ex.: sangramento significativo, embolia, retenção de fragmento). Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e dispneia. Orientações para cuidados do sítio (troca de curativo, observação de sinais de infecção ou sangramento). Seguimento ambulatorial para avaliação de cicatrização e planejamento de acesso vascular definitivo se necessário.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
PAULO DE ABREU ANDRADE
SAME 397834, Masculino, 73 Anos 1 Mês 9 Dias, SUS INTERNAÇÃO, CIRURGIA CARDIOVASCULAR, UTI/REC, 39
AFEBRIL, EM USO DE CEFAZOLINA PROFILÁTICA
HEMODINAMICAMENTE ESTÁVEL, EM USO DE DOBUTAMINA 10 MCG/KG/MIN + NORADRENALINA 0,39 MCG/KG/MIN + VASOPRESSINA 0,02 UI/MIN, PERFUSÃO PERIFÉRICA ADEQUADA.
HB: 2,33 ML
RCR 27 BNF SORPO, FC 80 BPM, PAM 82 MMHG
DC: 7,74 / IVRS: 1431 / IC: 3,86
4) Respiratório: modalidade ventilatória, FIO2, VC, FR desmame da ventilação mecânica, conteúdo gasométrico, RX, CT,etc.
EM 10*+ VM, SINCRONIC, MOD PCV PC 25 PEEP 8 FIO2 80% SATO2= 94%
HR: 4* + BILATERAL SEM RÁPIDO.
SEDADO PARO, RASS - 4 PERT.
EM JEJUM, SEM REFLUXO POR SNG.
HDA: 1/2 DIFICULDADE, AUSÊNCIA DE FACES DE DOR A PALPAÇÃO.
7) Hematológico, sangramentos, coagulação
DRENO PORTWACK: 200 ML / MED ANT: 150 ML / PLEURAL ESQ: 200 ML
HB: 9,3 / HT: 26,2 / PLAQ: 84 MIL
DURESE: 350 ML COM ESTIMULO FUROSEMIDA EV
CRE: 3,9 / UR: 127 / K: 3,6 / NA: 142
MMII SEM EDEMA, PANTURRILHAS LIVRES, BOA PCP
02º PO Troca de Aorta Ascendente + Arco + Endoprotese para Ao Descendente (15cm) + Enxerto art Subclavia esquerda para Ao Ascendente - Dr. Sergio Marques
02º PO de Endoprotese de Ao Descendente Toracica para Toracoabdominal (30cm) - Dr. Vitor Montenegro
IRC AGUDIZADA
HAS + DISLIPIDEMIA
ECO (10/11/25): FVE 57% / DDVE 50 / DSVE 35 / AO 45 / Discreta hipertrofia concêntrica / Insuficiência Mitral de grau discreto / Insuficiência Aórtica de grau discreto
TC-Tórax: DISSECÇÃO AORTA DESCENDENTE + BULBO=43 MM, AO ASC=58 MM CROCA= 70 MM
## PLAQUETOPENIA: 67 MIL > 114 MIL > 84 MIL
Conduta UTI
- MANEJO DE DVA.
- CONCENTRO DILUIÇÕES DE DVA.
- INÍCIO HIDROCORTISSONA 50 MG EV 6/6H.
- FISLOT. RESP. 4 NÚMEROS DE VM.
- AVALIAÇÃO DE NEFROLOGIA, PACIENTE OLIGANÚRICO HA 48 HORAS.
- SUSPENSO HEPARINA DEVIDO PLAQUETOPENIA.
- MANTENHO ESTIMULO COM FUROSEMIDA EV.
- REPOSIÇÃO DE CÁLCIO EV.
- SUPORTE CLÍNICO.
Conduta da Cirurgia endovascular:
- mantidos cuidados intensivos.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
## CIRURGIA VASCULAR##
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#ID: MARCILIO AUGUSTO SOARES RODRIGUES, 63 ANOS, PROCEDENTE DE MARÍLIA
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#HMA: PACIENTE ENCAMINHADO DA UBS NOVA MARILIA COM RELATO DE DOR EM MMII DESDE 2021 À DEAMBULAÇÃO,
CLAUDICAÇÃO PARA MENOS DE 50M DE CAMINHADA, REFERE DOR EM PANTURRILHA COM IRRADIAÇÃO PARA QUADRÍCEPS, SEM
MELHORA AO USO DE DIPIRONA. PACIENTE PROCUROU ATENDIMENTO EM UBS HÁ 4 MESES, TENDO SIDO SOLICITADO USG
DOPPLER ARTERIAL COM FLUXO MONOFASICO DESDE FEMORAL COMUM BILATERAL. POSTERIORMENTE, PROCUROU PS DO HC
FAMEMA, TENDO SIDO SOLICITADO ANGIO-TOMOGRAFIA EVIDENCIANDO DOENÇA AORTO ILIACO, SOLICITADO EXAMES PRÉ
OPERATÓRIOS E ENCAMINHADO A ESTE AMBULATÓRIO PARA PROGRAMAÇÃO CIRÚRGICA. NO MOMENTO,REFERE MANUTENÇÃO
DE INTENSIDADE E CARACTERÍSTICAS DE DOR EM MMII. NEGA DEMAIS QUEIXAS NO MOMENTO.
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#AP:
COMORBIDADES: DAOP
MUC: CILOSTAZOL 50MG (1-0-1), AAS 100MG (0-1-0), SINVASTATINA 20MG (0-0-1)
ALERGIA: BENZETACIL
VÍCIOS: TABAGISMO CESSOU HÁ ALGUNS MESES (2 MAÇOS/SEMANA), ETILISMO CESSOU HÁ 8 ANOS (DESTILADO)
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#EVOLUÇÃO
VISITO PACIENTE EM LEITO DE ENFERMARIA, PACIENTE SEM QUEIXAS NO MOEMNTO. MANTEM DOR EM REPOUSO CONTROLADA
COM ANALGESIA PRESCRITA. EM PROGRAMAÇÃO DE REVASCULARIZAÇÃO NA SANTA CASA DE MARILIA AMANHÃ
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#EXAME FÍSICO:
BEG, CORADO, HIDRATADO, ACIANOTICO, ANICTERICO, AFEBRIL
ACV: 2BRNF, SEM SOPROS
AR: MV+ BILATERLAMENTE, SEM RA
ABD: FLACIDO, RHA+, INDOLOR A PALPACAO SUPERFICIAL E PROFUNDA, SEM VCM, DB NEGATIVO
MMII: MEMBROS QUENTES, PULSOS PEDIOSO E TIBIAL POSTERIOR NAO PALPAVEIS, TEC<3S, PANTURRILHAS SEM EMPASTAMENTO
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#EXAMES COMPLEMENTARES
ANGIO TC MMII (14/05) DIREITO: Ausência de contrastação da artéria ilíaca comum, com reenchimento distal. Estenose subtotal da artéria ilíaca
externa. Artérias femorais e poplítea pérvias da coxa, de calibre e trajeto habituais, exibindo calcificações parietais. Ausência de contrastação da
artéria tibial posterior. Artérias fibular e tibial anterior pérvias.
ESQUERDO: Ausência de contrastação da artéria ilíaca externa, com reenchimento distal.
Estenose de cerca de 60% na artéria femoral comum e de cerca de 50% na femoral superficial.
Artérias femorais e poplítea pérvias da coxa, de calibre e trajeto habituais, exibindo calcificações
parietais. Ausência de contrastação da artéria tibial anterior. Artérias fibular e tibial posterior pérvias.
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EXAME EXTERNO - DOPPLER DE MMII (12/04): FLUXO MONOFÁSICO COM TODOS SEGMENTOS ARTERIAIS DE MMII, SUGERINDO
OCLUSAO AORTO ILÍACA
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LABORATORIO (10/03/26): HB GLICADA 6,1/ CR 1,0/ PCR 2,4/ K 4,7/ NA 140/ UR 44/ TP 11,5/ AP 101,7/ INR 0,99/ TTPA 21,7/ RATIO 0,83/ HB
14,7/ HT 43,7/ LEUCO 7810/ PLAQ 232000
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BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
Paciente apresenta histórico de fratura de fêmur distal direito, encaminhado para procedimento cirúrgico que não foi realizado devido ao quadro de prurido, colúria, icterícia e sepse com choque de foco urinário. O paciente necessitou de intubação orotraqueal e apresentou piora progressiva do quadro, além de edema de membro inferior. Foi solicitado ultrassonografia Doppler, que evidenciou trombose venosa profunda na veia poplítea, iniciando-se anticoagulação plena.
Durante a internação, uma tomografia computadorizada revelou coleção na coxa direita na região do foco da fratura, sendo necessário um procedimento cirúrgico para limpeza em centro cirúrgico. Após a intervenção, houve discreta melhora do quadro, mas alguns dias depois foi necessária nova cirurgia, desta vez com odor fétido e miosite difusa na coxa, que se estendeu para o membro inferior. O paciente apresentou queda constante de hemoglobina, necessitando de transfusões diárias, o que levou à suspensão da anticoagulação devido ao quadro de anemia.
O paciente requer a colocação urgente de filtro de veia cava para realizar procedimento ortopédico/vascular, mas não há disponibilidade de filtro de veia cava na unidade. O paciente é alérgico a paracetamol e amoxicilina, é fumante com histórico de 52 anos, e possui comorbidades como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, hipotireoidismo e hiperlipidemia. O tratamento atual inclui MUC: Puram T4 1-0-0, Losartana 1-0-0, Glifage 1-0-0 e Betaistina 1-0-0.
Após avaliação da equipe vascular, foi indicada a colocação de filtro de veia cava inferior para prevenção de embolia pulmonar, além da suspensão da anticoagulação. O tratamento cirúrgico pela equipe de ortopedia sugere amputação transfemoral da coxa direita e cicatrização por segunda intenção. É necessário o cadastro no CROSS para a colocação do filtro de veia cava em serviço de cirurgia endovascular credenciado pelo SUS. A equipe de UTI e ortopedia segue acompanhando o caso.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
#HD:
CA RETO
FECHAMENTO DE ILEOSTOMIA EM ALCA TECNICA VULKAN (18/03/24)
RETOSSIGMOIDECTOMIA + ILEOSTOMIA EM ALCA (29/05/2023)
TERMINO QT NEO RETO EM JAN/24 / ULTIMA QT LESAO HEPATICA OUT/25
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#EVOLUÇÃO: PACIENTE AGUARDANDO RESPOSTA DA EQUIPE DE VASCULAR PAR AVALIAR QUIMIOEMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA HEPÁTICA DIREITA, VISTO LESÕES HEPÁTICAS PERSISTENTES APÓS TÉRMINO DE QT. PORÉM, AINDA SEM RESPOSTA DA EQUIPE
#AP
NEGA COMORBIDADES, MUC OU ALERGIAS.
CX PREVIAS: RETOSSIGMOIDECTOMIA, RTI, HERNIA INGUINAL ESQ, VARICOCELE
VICIOS: NEGA
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
#EF DIRECIONADO
BEG, CHAAAE. LOTE
ABDOME FLACIDO, DEPRESSIVEL, NORMOTIMPANICO, INDOLOR A PALPAÇÃO SUPERFICIAL E PROFUNDA
#EXAMES COMPLEMENTARES
TC ABD NOV/25: Dispositivo de infusão medicamentosa acoplado na região peitoral direita com extremidade distal na
veia cava superior.
Espaços pleurais livres.
Discretas irregularidades na interface pleuropulmonar apical bilateral.
Nódulo não calcificado no segmento superior do lobo inferior esquerdo, medindo 0,6 cm.
Restante do parênquima pulmonar homogêneo.
Traqueia e brônquios fontes permeáveis, de calibre e topografia normais.
Mediastino centrado.
Não se observa linfonodomegalia axilar ou mediastinal.
Área cardíaca dentro dos limites da normalidade.
Estruturas vasculares do mediastino com calibre dentro do esperado.
CERCA DE 6 NODULOS HEPATICOS EM LOBO DIREITO.
TC DE ABDOME : Fígado com dimensões normais, densidade preservada e contornos regulares. Imagens nodulares
hipovascularizadas no segmento VIII, com realce periférico ao meio de contraste, a maior medindo 3,1
x 3,3 cm, sugerindo acometimento secundário.
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TC DE TORAX: Discretas irregularidades na interface pleuropulmonar apical bilateral.
Nódulo não calcificado no segmento superior do lobo inferior esquerdo, medindo 0,6 cm.
Tênues opacidades com atenuação em vidro fosco centrolobulares esparsas nos campos pulmonares.
Restante do parênquima pulmonar homogêneo.
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CEA 04/25: 9,42
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RETOSSIGMOIDOSOPIA 02/24: RETOSSIGMOIDOSCOPIA: APARELHO INTRODUZIDO ATÉ 60 CM DA BORDA ANAL OBSERVANDO MUCOSA RÓSEA, LISA,BRILHANTE, COM VASCULARIZAÇÃO PRESERVADA, PRESENÇA DE BOLO FECAL EM ALGUNS SEGMENTOS DIFICULTANDO A PASSAGEM DO APARELHO.
HD: NORMAL.
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COLONOSCOPIA 03/23: APARELHO INTRODUZIDO ATÉ12 CM DA BORDA ANALSEM INTERCORRÊNCIAS, NÃO FOI POSSÍVEL PROGREDIR DEVIDO À PRESENÇA DE LESÃO ESBRANQUIÇADA, ENDURECIDA E INTENSAMENTE SANGRANTE AO TOQUEQUE PROMOVE ÁREA DE ESTENOSE LOCAL QUE IMPEDE A PASSAGEM DO APARELHO E A PROGRESSÃO DO EXAME
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Organizei. Sem enfeite, só o que interessa.
DATA DA COLETA: 12/02/2026
1. ANTÍGENO CARCINOEMBRIONÁRIO (CEA)
Resultado: 6,33 ng/mL
Parâmetro de normalidade:
Indivíduos saudáveis: 0–3 ng/mL
Valores até 5 ng/mL podem ocorrer em fumantes
2. ALBUMINA
Resultado: 4,7 g/dL
Referência: 3,5 – 5,2 g/dL
3. CREATININA
Resultado: 1,1 mg/dL
Referência (Homem): 0,7 – 1,25 mg/dL
4. POTÁSSIO
Resultado: 4,3 mEq/L
Referência: 3,5 – 5,1 mEq/L
5. PROTEÍNAS TOTAIS E FRAÇÕES
Proteínas Totais: 6,9 g/dL
Referência: 6,0 – 8,0 g/dL
Albumina: 4,7 g/dL
Referência: 3,5 – 5,5 g/dL
Globulina: 2,2 g/dL
Referência: 2,4 – 3,5 g/dL
Relação A/G: 2,1
Referência: 1,0 – 2,2
6. SÓDIO
Resultado: 140 mEq/L
Referência: 136 – 145 mEq/L
7. TRANSAMINASE OXALACÉTICA (AST/TGO)
Resultado: 32 U/L
Referência: 5 – 34 U/L
8. TRANSAMINASE PIRÚVICA (ALT/TGP)
Resultado: 26 U/L
Referência: 0 – 55 U/L
9. UREIA
Resultado: 52 mg/dL
Referência (Homem > 50 anos): 17,9 – 54,9 mg/dL
10. TEMPO DE PROTROMBINA (TP)
Resultado: 11,6 segundos
Atividade Protrombínica: 99,9 %
INR: 1,00
Referência:
Atividade: 70 – 130 %
INR: até 1,21
11. TTPA
Resultado: 24,9 segundos
Ratio: 0,95
Referência:
Ratio: até 1,25
12. HEMOGRAMA
Série Vermelha
Eritrócitos: 4,86 milhões/mm³
Hemoglobina: 15,1 g/dL
Hematócrito: 45,0 %
VCM: 92,5 fL
HCM: 31,1 pg
CHCM: 33,6 g/dL
Série Branca
Leucócitos: 5.920/mm³
Segmentados: 81 %
Linfócitos: 10 %
Monócitos: 8 %
Eosinófilos: 1 %
Plaquetas
153.000/mm³
EXAMES 23/02/2026
BILIRRUBINA DIRETA: 0,15 | VR: 0,0–0,50
BILIRRUBINA INDIRETA: 0,35 | VR: 0,20–0,70
BILIRRUBINA TOTAL: 0,50 | VR: 0,2–1,20
CREATININA: 1,0 | VR (HOMEM): 0,7–1,25
POTÁSSIO: 4,0 | VR: 3,5–5,1
SÓDIO: 141 | VR: 136–145
TGO (AST): 42 | VR: 5–34
TGP (ALT): 30 | VR: 0–55
UREIA: 49 | VR (HOMEM >50 ANOS): 17,9–54,9
TP: 11,2 s | VR (POOL): 11,6 s
ATIVIDADE PROTROMBÍNICA: 107,1% | VR: 70–130
INR: 0,96 | VR: ≤1,21
TTPA: 23,9 s | VR (POOL): 26,3 s
RATIO: 0,91 | VR: ≤1,25
ERITRÓCITOS: 4,67
HEMOGLOBINA: 14,4
HEMATÓCRITO: 43,2
VCM: 92,5
HCM: 30,8
CHCM: 33,3
LEUCÓCITOS: 6330
SEGMENTADOS: 79%
LINFÓCITOS TÍPICOS: 14%
MONÓCITOS: 7%
PLAQUETAS: 142000
#CONDUTA ORIENTA PELO DR. TUSSI:
INTERNAÇÃO DIA 22/02
QUIMIOEMBOLIZAÇÃO DA ARTERIA HEPATICA DIREITA DIA 25/02 PARA POSTERIOR PROGRAMAÇÃO DE HEPATECTOMIA
NA INTERNAÇÃO SOLICITAR AVALIAÇÃO CARDIOVASCULAR
Impresso em: 12/02/2026 07:52:29
DAOP
PACIENTE DEU ENTRADA COM QUADRO SUGESTIVO DE OAA EMBOLICA
PO EMBOLECTOMIA 20/05/25
SAIU SEM PULSO E COM DOR
INDICADO CIRURGIA POR DR ROMULO ( PROGRAMAÇÃO PARA 01/07) - ENXERTO FEMORO - TIBIAL POSTERIOR
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
AGUARDA AVALIAÇÃO DA CARDIO
AGUARDA REVASCULARIZAÇÃO
DAOP COM LESÃO TRÓFICA EM HÁLUX ESQUERDO
TENTATIVA DE ANGIOPLASTIA FALHA
CIRURGIA ELETIVA DA SEGUNDA-FEIRA - FEPO SUPRA COM VEIA
OCLUSÃO EM CANAL DE HUNTER COM REENCHIMENTO EM POPLÍTEA SUPRA ESQUERDO
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
SOLICITAR RESERVA CIRURGICA
PROCEDIMENTO NA SEGUNDA-FEIRA
ANEURISMA DE ILIACA COMUM DIREITA ROTO
PO DE RECONSTRUÇÃO COM PROTESE DACRON + SEPULTAMENTO DE ILIACA INTERNA
PO DE REVISÃO DE CAVIDADE COM RETIRADA DE COAGULOS + NOVO FECHAMENTO DE PAREDE ABDOMINAL
NOVA EVENTRAÇÃO ESSA SEMANA
CONVERSADO COM CIRURGIA GERAL POSSIVEL ALTA COM CINTA
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
AGUARDA MELHORA DA EVENTRAÇÃO PARA ALTA?
Paciente com daop, oclusão poplítea direita com reenchimento distal associado a lesão trófica infectada.
Programacao angioplastia no sirvan quarta feira.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
Artéria poplítea proximal apresentando fluxo trifásico ao Doppler.
Artéria tibial posterior proximal apresentando fluxo monofásico ao Doppler.
Artéria tibial posterior distal, artéria tibial anterior e artéria fibular sem fluxo detectável ao estudo
Doppler.
COMBINAR COM O SIRVAN QUAL HORARIO VAI FAZER EXAME NA QUARTA-FEIRA
AGURADA REVASCULARIZAÇÃO
Paciente com DAOP agudizada, estava programado angioplastia porém chegou com pé inviável, em programação amputação transfemoral.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS.
PÉ ESQUERDO INVIÁVEL;
RESERVA CIRURGICA OK
AGUARDA PROCEDIMENTO