40813207 colocação de stent em tronco supra-aórtico artéria subclávia
40813207 colocação de stent em tronco supra-aórtico artéria axilar
40812065 - angiografia transoperatória de posicionamento do stent
40812073 angiografia pós-operatório de controle colocação de stent supra aórtico
40813070 angioplastia de tronco supra aórtico artéria subclávia por presença de estenose residual após colocação do stent
40813070 angioplastia de tronco supra aórtico artéria axilar por presença de estenose residual após colocação do stent
40812065 - angiografia transoperatória de posicionamento do balão em região de estenose do stent
40812073 angiografia pós-operatório de controle após a angioplastia de estenose residual após colocação de stent supra aórtico.
Descrição do exame via artéria femoral:
-Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas em terço proximal. Presença de sinais de estenose significativa em segmento médio e distal.
-Artéria axilar direita: Presença de sinais de estenose hemodinamicamente significativa em segmento proximal e médio. No terço distal apresenta reenchimento por colaterais.
Descrição do tratamento:
1. A estenose foi ultrapassada com fio-guia hidrofílico de 0,035 de diâmetro x 260 cm de comprimento via femoral.
2. Com a ajuda de suporte do guia via femoral foi ultrapassado a lesão de artéria axilar e subclávia através da via de acesso da artéria braquial com uso de um segundo fio-guia hidrofílico de 0,035 de diâmetro x 260 cm de comprimento.
3. Realizado introdução de stent revestido via acesso da braquial direita, introdutor 10 Fr, e posicionando stent revestido Viabhan 10 mm de diâmetro por 10 cm de comprimento recobrindo as lesões de artéria subclávia e axilar. Processo realizado com uso de radioscopia, e preservando o óstio da artéria vertebral à direita.
4. Realizado liberação de Viabhan com presença de expansão total em extremidades. No entanto, observado sinais de estenose residual em terço médio do stent com sinais de comprometimento do fluxo.
5. Realizado introdução de cateter balão de angioplastia e posicionando com uso de radioscopia.
6. Realizado dilatação da estenose residual com uso de cateter balão semi complacente 10 mm de diâmetro por 10 cm de comprimento.
7. Realizado angiografia de controle no pós operatório de artéria subclávia e axilar sendo observado sinais de fluxo satisfatório para artérias distais.
Arteriotomia fechada com sutura contínua de prolene 5-0, garantindo integridade luminal sem estenose. Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando distalmente, com hemostasia local confirmada.
Revisão da hemostasia. Perda sanguínea estimada: 60 mL.
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 4-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.
Aplicado curativo com gaze estéril e micropore na incisão braquial, sem compressão excessiva para preservar o fluxo arterial.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 180 minutos. Paciente extubado na sala cirúrgica, com pulsos distais preservados, sem déficits neurológicos ou motores no membro superior direito. Observado a presença de pulso radial dentro da normalidade. Sem sinais de síndrome compartimental.
Por aguardar leito disponível em UTI, mas ainda em preparo, o paciente é transferido para o pronto socorro para monitorização e após isso para a UTI. Motivado pela necessidade de controle de perfusão distal e estabilidade hemodinâmica
Material utilizado:
1. Introdutor: 5 Fr x 13 cm, 1 unidade
2. Introdutor 10 Fr x 13 cm, 1 unidade
3. Guia hidrofílica 0,035 de diâmetro e 260 cm de comprimento, 2 unidades.
4. Balão semi complacente de 10 mm de diâmetro e 10 cm de comprimento, 1 unidade
5. Stent revestido Viabhan, auto expansível, 10 mm de diâmetro e 10 cm de comprimento.
6. Cateter de embolectomia, modelo: fogarty, 4 fr, qtd: 01
7. Cateter de embolectomia, modelo: fogarty, 3 fr, qtd: 01
angiopasltai de mmss
40813070 angioplastia de tronco supra aórtico artéria subclávia
40813070 angioplastia de tronco supra aórtico artéria axilar
40812065 - angiografia transoperatória de posicionamento do balão
40812073 angiografia pós-operatório de controle angioplastia com balão
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum DIREITA, seguida da inserção de introdutor 5 Fr. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se artérias subclávia e axilar à direita. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial. Realizado acesso via arteriotomia de braquial direita, com inserção de introdutor 10 Fr.
Descrição do exame via artéria femoral:
-Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas em terço proximal. Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento médio e distal.
-Artéria axilar direita: Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento proximal e médio. No terço distal apresenta reenchimento por colaterais.
Descrição do tratamento:
1. A estenose foi ultrapassada com fio-guia hidrofílico de 0,035 de diâmetro x 260 cm de comprimento via femoral.
2. Com a ajuda de suporte do guia via femoral foi ultrapassado a lesão de artéria axilar e subclávia através da via de acesso da artéria braquial com uso de um segundo fio-guia hidrofílico de 0,035 de diâmetro x 260 cm de comprimento.
3. Realizado introdução de cateter balão de angioplastia e posicionando com uso de radioscopia.
4. Realizado dilatação da estenose com balão semi complacente 10 mm de diâmetro por 10 cm de comprimento.
5. Realizado angiografia de controle de artéria subclávia e axilar sendo observado estenose residual em ambos os vasos após a angioplastia com balão.
6. Devido a presença de estenose residual e diagnóstico de aneurisma de artéria subclávia e axilar, optado por tratamento da lesão com uso de stent revestido, procedimento que será relatado no próximo documento de descrição cirúrgica.
embolectomia de meembro superior com arteriografia com estenose de subclavia
30910080 - trombectomia endovascular via braquial direita
40812049 - angiografia por cateter seletivo de ramo primário subclávia
40812049 - angiografia por cateter seletivo de ramo primário axilar
Paciente em decúbito dorsal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia geral orotraqueal, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva no braço contralateral). Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.
Assepsia e antissepsia do membro superior direito, da região axilar ao punho, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região braquial.
Incisão longitudinal de 4 cm na face medial do braço direito, sobre o sulco bicipital, na porção distal da artéria braquial. Dissecção por planos, preservando a veia basílica, nervo mediano e nervo cutâneo medial do antebraço. Exposição da artéria braquial, isolada com fitas de silicone, proximal e distal ao local da oclusão (identificada por ausência de pulso).
Administrada heparina intravenosa (5.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose secundária.
Clampagem sequencial da artéria braquial proximal e distal com clamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia transversal de 1 cm com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Identificado êmbolo oclusivo na luz da artéria braquial, com extensão parcial às artérias radial e ulnar. Inserido cateter de Fogarty (3 Fr) distalmente até as artérias do antebraço, com insuflação cuidadosa do balão e retirada lenta, removendo material tromboembólico. Passagem repetida até restauração de refluxo adequado. Passagem proximal do cateter (4 Fr) até a artéria axilar, removendo eventuais êmbolos secundários. Lavagem da luz arterial com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L).
Após embolectomia, verificado fluxo anterógrado lentificado na braquial e sem refluxo distalmente.
Realizado arteriografia no intraoperatório através de punção da artéria femora.
Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas em terço proximal. Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento médio e distal.
Artéria axilar direita: Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento proximal e médio. No terço distal apresenta reenchimento por colaterais.
Diante dos sinas de oclusão de artérias subclávia e axilar e sinais de isquemia distal foi iniciado procedimento de recanalização de artéria subclávia e axilar à direita.
arteriografia de membro superior com oclusção arteria aguda e via de acessos
Angiografia por cateterismo não seletivo de grande vaso 40812030, 1 vaso arco aortico
Angiografia por cateterismo seletivo de ramo primário 40812049, 2 vasos subclávia e axilar
Angiografia por cateter superseletivo de ramo secundário ou distal, 3 vasos, braquial, radial, ulnar.
Doppler colorido intraoperatório (acesso venoso, arterial, controle pós-angioplastia) 4090206, 2 vasos punção de artéria femoral e marcação de topografia de artéria braquial.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o arco aórtico, os troncos supra-aórticos e o sistema arterial de membro superior direito. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
Arco aórtico: íntegro, apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Troncos supra-aórticos: íntegros, apresentam paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas em terço proximal. Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento médio e distal.
Artéria axilar direita: Presença de sinais de oclusão, ausência total de contraste em luz arterial, em segmento proximal e médio. No terço distal apresenta reenchimento por colaterais, com paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria braquial direita: Presença de sinais de oclusão, caracterizado por ausência total de contraste em luz arterial em todo o trajeto.
Artéria radial direita: Presença de sinais de oclusão, caracterizado por ausência total de contraste em luz arterial em todo o trajeto.
Artéria ulnar direita: presença de sinais de oclusão, caracterizado por ausência total de contraste em luz arterial em todo o trajeto.
Opinião:
Sinais de oclusão de artérias subclávia, axilar, braquial, radial e ulnar à direita.
DOPPLER COLORIDO ARTERIAL DO MEMBRO SUPERIOR A DIREITA
Técnica: Realizado estudo da circulação arterial com aparelho de Ultrassom Color Doppler. Foram avaliadas as artérias em incidências longitudinais e transversais, pelo Modo B e Doppler (com análise do Color e espectral), utilizando transdutor linear e convexo.
Realizada avaliação das artérias subclávia, axilar , braquiaL, ulnar e radial a direita. Realizada avaliação em repouso. Realizado exame para definição de via de acesso para tratamento do aneurisma.
Todos os segmentos arteriais avaliados apresentam paredes regulares, sem placas ateromatosas.
Todas as artérias analisadas apresentam fluxo de padrão trifásico habitual e com velocidades preservada, EXCETO por:
- Ausência de fluxo em artéria subclávia, terço médio e distal, axilar, braquial, radial e ulnar, com presença de conteúdo hipoecogênico em todos os trajetos arteriais ocluídos.
-Presença de aneurisma fusiforme em artéria subclávia com diâmetro máximo de 17 mm, com presença de trombo mural associado e sem sinais de fluxo no seu interior.
OPINIÃO:
Ausência de fluxo em artéria subclávia, terço médio e distal, axilar, braquial, radial e ulnar.
Presença de aneurisma fusiforme em artéria subclávia e axilar.
Diante do resultado do exame optado por dissecção de artéria braquial para realização de tromboembolectomia de membro superior a direita.
Realizado marcação e artéria braquial para orientação da incisão e controle de artéria braquial.
Realizado uso de Doppler no intraoperatorio para punção de artéria femoral comum direita e realização de imagens de arteriografia.
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braco esquerdo abduzido a 90 graus e fixado em suporte estéril.
Anestesia local e com sedação, com monitonização continua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão artenial não invasiva no braço contralateral).
Assepsia e antissepsia de ferida operartória em topografia de artéria femoral esquerda, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a face medial do braço.
Retirada de pontos de sutura de pele, tecido celular subcutaneo sobre a projeção da artéria femoral.
Inventário: presença de coagulos aderidos e bem fixados aos tecido. Coagulos mais antigos em regição inferior de ferida com coagulos mais recentes em extremidade superior de ferida. Observado coagulos mais rencentes em topografia de linfonodo inguinal. Não observados sangramentos em jatos ou por porejamento. Observado discreto acumulo de sangue recobrindo linfonodos inguinal. sem outros achados.
Realizado rafia de vasos ao redo do linfonodo com pontos continuos de prolene 5.0.
Ausência de sangramentos.
Revisão rigorosa da hemostasia nas incisões e ao longo do trajeto da veia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguinea estimada: 30ml.
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 2-0, pele com nylon 3-0 pontos separados.
Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem semn compressão sobre a fenda operatória.
Procedimento ser intercorréncias, com duração de 40 minutas. Paciente acordado sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferido a enfermana para monitorização por 24 horas.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
Cuidados Pós-Procedimento
Após o procedimento, é necessário esperar 24 horas antes de tomar banho. O local deve ser lavado com água e sabonete. Não é necessário realizar um novo curativo. É comum a presença de pequenos hematomas (manchas roxas) na área, que serão absorvidos naturalmente pelo corpo em até 15 dias.
Esforço Físico
No primeiro dia, evite forçar o membro onde o exame foi realizado. Se o procedimento foi feito pelo punho, não deve-se carregar peso, apoiar a mão para sustentar o peso do corpo ou dirigir. Se o exame foi realizado pela virilha, evite caminhadas longas, relações sexuais ou dirigir nos próximos cinco dias.
Retorno às Atividades Físicas
A rotina de atividades físicas pode ser retomada de forma gradual a partir de sete dias após o procedimento. É importante seguir rigorosamente a receita médica fornecida pelo neurologista para a manutenção do tratamento.
Medicações
Se você faz uso de medicamentos anticoagulantes (ex.: Marevan, Rivaroxabana, Apixabana, Dabigatrana, Edoxabana), poderá voltar a tomá-los no dia seguinte à realização do exame. Para aqueles que utilizam metformina devido ao diabetes, a medicação pode ser retomada quatro horas após o exame.
Ingestão Hídrica
É recomendado ingerir líquidos (como água, sucos e isotônicos) de 2 a 3 litros regularmente nos primeiros dois dias após o procedimento. Isso ajuda a prevenir problemas renais causados pelo contraste.
Orientações Gerais
Em caso de suspeita de complicações, procure atendimento médico no serviço de saúde mais próximo.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
PRECISA MELHORAR
ANGIOPLASTIA DA ARTÉRIA FEMORAL (TERÇO PROXIMAL E MÉDIO) E POPLÍTEA À ESQUERDA
40813185 Angioplastia transluminar percutânea para tratamento de obstrução arterial 3.00
40812049 Angiografia por cateterismo seletivo de ramo primário 1.00
40812065 Angiografia transoperatória de posicionamento - por vaso a ser tratado 1.00
40812073 Angiografia pós-operatória de controle 1.00
40902064 Doppler colorido intraoperatório (acesso venoso, arterial, controle pós-angioplastia).
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum DIREITA, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Realizado a punção de artéria femoral comum por intermédio de ultrassonografia vascular com doppler.
Artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria femoral esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro luminal diminuido e com sinais de estenoses significativas, aproximadamente 60%, em terço proximal e terço médio.
Artéria poplítea esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro luminal diminuido e com sinais de estenoses significativas, aproximadamente 60%, em terço proximal.
Tronco tibiofibular esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria tibial anterior esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro dimiuido e com sinais de oclusão em terço médio e sem reenchimento distal
Artéria tibial posterior esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Artéria fibular esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Presença de variação anatômica de artéria tibial posterior, com origem em artéria poplítea na topografia da linha articular do joelho. Sendo que a poplítea infra articular bifurca em tibial anterior e fibular.
Opinião:
Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
Presença de estenose hemodinamicamente significativa de artéria femoral terço proximal e médio, e artéria poplítea no terço proximal.
Presença de oclusão de artéria tibial anterior.
Presença de variação anatômica.
Descrição do tratamento:
Realizada a cateterização da artéria ilíaca contralateral com uso de fio guia hidrofílico de suporte e cateter mamário 5 Fr, com posicionamento de extremidade distal em artéria femoral profunda.
Realizado heparinização com 5000 unidades de heparina não fracionada.
Retirado o introdutor 5 Fr, com inserção da bainha longa 6 Fr de 45 cm de comprimento e posicionado em topografia de femoral comum.
Realizado passagem de fio-guia através da lesão em artéria femoral em sem terço proximal e médio, e poplítea proximal.
Realizado em artéria femoral em sem terço proximal e médio, e poplítea proximal dilatação com balão semi complacente de 5 mm de diâmetro e 6 cm de comprimento, evidenciando restabelecimento do calibre e fluxo contínuo ao controle final. Sem necessidade técnica para o implante de stent.
Material utilizado:
AGULHA, MODELO: AGULHA PARA PUNÇÃO, TAMANHO: 18G/ 7 CM, QTD: 01
INTRODUTOR, MODELO: INTRODUTOR FEMURAL 5F, TAMANHO: 13 CM, QTD: 01
CATETER DIAGNOSTICO, MODELO: IM 5F, TAMANHO: 100 CM, QTD: 01
FIO GUIA, MODELO: ROADRUNNER PC WIRE GUIDE, TAMANHO: 260CM, QTD: 01
CATETER DIAGNOSTICO, MODELO: VERT 5F, TAMANHO: 100CM, QTD: 01
INTRODUTOR, MODELO: FLEXOR CHECK-FLO INTRODUCER, TAMANHO: 6 FR 40 CM, QTD: 01
INSULFLADOR, MODELO: BROSMED MEDICAL, QTD: 1
CATETER BALÃO, MODELO: ADVANCE 35LP, TAMANHO: 135CM 5F, QTD: 1
Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
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## CIRURGIA VASCULAR ##
# ID: BERNADETE MANZINI, 67 ANOS, R 752166
# HD: DAP AFS OCLUÍDA NA ORIGEM COM REENCHIMENTO POPÍTEO EM P2/P3
ARTERIOGRAFIA 08/04
# EVOLUÇÃO: NÃO REALIZOU ARTERIOGRAFIA NA SANTA CASA PREVISTA PARA HOJE POIS O APARELHO ESTAVA COM DEFEITO.
EM LEITO DE ENFERMARIA, SEM QUEIXAS (DOR CONTROLADA), BOA NOITE DE SONO, COM ACOMPANHENTE, HEMATOMA DE PUNÇÃO DE ARTERIOGRAFIA JÁ EM REABSORÇÃO.
# HMA: DOR EM REPOUSO DO TIPO CLAUDICAÇÃO INTERMITENTE EM PANTURILHAS, LESÃO T´ROFICA EM SUPERFÍCIE DORSAL DO 3 DEDO, QUEDA DE UNHA DO SEGUNDO DEDO DA PERNA ESQUERDA. CLAUDICAÇÃO MAIS INTENSA EM PERNA ESQUEDA
# EXAME FÍSICO BOM ESTADO GERAL, CORADA, HIDRATADA, ANICTÉRICA,AFEBRIL,ACIANÓTICA E EUPNEICA. LÚCIDA E ORIENTADA EM TEMPO E ESPAÇO
MEMBROS INFERIORES AQUECIDOS, CIANOSE MÓVEL EM MEMBRO INFERIOR ESQUERDO COM LESÃO TRÓFICA EM SEGUNDO DEDO, SEM GRADIENTE DE TEMPERATURA, PULSOS DISTAIS E POPLÍTEOS IMPALPÁVEIS, FEMORAIS PALPÁVEIS
# AP
COMORBIDADES: DM2, HAS, HIPERCOLESTEROLEMIA
MUC: LOSARTANA 50MG (1-0-1), GLIFAGE (0-1-1), AAS (0-1-0), CILOSTAZOL, SINVASTATINA (0-0-1)
ALERGIAS: NEGA
HÁBITOS: TABAGISTA 30 MAÇOS-ANO NEGA ETILISMO
INTERNAÇÕES E CIRURGIAS PRÉVIAS: CESÁREA
# CONDUTA DISCUTIDA COM DRA GABRIELA
- PACIENTE COM INDICAÇÃO DE ARTERIOGRAFIA COM ANGIOPLASTIA
- PROGRAMO EXAME A SER REALIZADO AMANHÃ NA SANTA CASA
- AGUARDO RESULTADO DE ROTINA DE HOJE
- SUSPENDODOSE DE ENOXAPARINA DA NOITE
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
CIRURGIA VASCULAR - DIA DA INTERNÇÃO 20/03/2026
HD:
03/04/2026 POI de desbridamento de pé e joelho esquerdo, também de coto de amputação de perna a direita. Realizado aproximação de planos. Sem intercorrências.
03/04/2026 Suspendido antibióticos Vancomicina e Tazocin em D8 por controle de foco infeccioso e efeitos colaterais importantes.
Episódios de hipertermia desde o dia 29/03/202 com uso de vancomicina mesmo com infusão lentificada.
Vancomicina, doses em elevação desde o início, atualmente com 2 gramas de 12 em 12 horas e sem atingir nível terapêutico.
02/04/2026 Troca de curativo, no quarto, de MID devido a dores relacionadas com a localização do dreno do curativo a vácuo. Sem intercorrências. Melhora total das dores após a retirada.
31/03/2026 Retorno da função vesical.
31/03/2026 PO de curativo com alginato de prata e a vácuo em MID. Sem intercorrências. Melhora importante da lesão em relação à última cirurgia. Sem secreções. Realizado retirado do curativo sem sedação. Realizado sedação para limpeza mecânica e enzimática com clorexidina e fixação de novo dreno e vácuo.
29/03/2026 PO de desbridamento mais curativo com alginato de prata e a vácuo em MID. Sem intercorrências. Melhora importante da lesão em relação à última cirurgia. Retirada de todos os pontos da sutura de FCC em MSE e pé MIE e sem sinais de infeção.
29/03/2026 Temperatura das 37,7 às 13:30 hs relacionado com celulite na topografia de acesso venoso em MSD, com melhora importante do PCR e do estado geral após a troca do acesso. Transfundido 1 concentrado de hemácia durante a cirurgia devido a HB limítrofe e previsão de novos desbridamentos.
28/03/2026 Reação mastocitária após infusão de vancomicina, com presença de pruído em tronco e membros superiores.
27/03/2026 PO de desbridamento mais curativo com alginato de prata e a vácuo de MID. Sem intercorrências. Melhora importante da lesão em relação à última cirurgia.
25/03/2026 PO de desbridamento mais curativo a vácuo de MID.
24/03/2026 PO abertura de pontos de sutura + fasciotomia + drenagem de coleção purulenta em perna direita devido a fasceite necrotizante.
24/03/2026 Transfusão de 2 concentrados de hemácias.
21/03/2026 PO de amputação transtibial de MID devido a inviabilidade dos tecidos causados por Esmagamento de pé e tornozelo de MID por veículo em rodovia.
19/03/2026 PO de exploração cirúrgica mais fixação com fio metálico de tornozelo de membro inferior à direita em Osvaldo Cruz
19/03/2026 Trauma:
Anemia aguda por trauma
Ferimento corto contuso em punho de membro superior à esquerda.
Ferimento corto contuso em pé e tornozelo membro inferior à esquerda.
Presença de escoriações em tórax, face, e membros inferiores.
Esmagamento de pé e tornozelo membro inferior à direita.
Contusão de arcos costais anteriores e inferiores a esquerda com presença de costocondrite.
TCE leve
____________________________________________________________
ATB
D1 Tazocin 25/03/2026. Suspendido em D8.
D1 Vancomicina 25/03/2026. Suspendido em D8.
Suspensos
gentamicina
ciprofloxacino
clindamicina
____________________________________________________________
D1 de hiperbárica 25/03/2026
D10 em 03/04/2026
____________________________________________________________
D0 de curativo a vácuo em 25/03/2026. Total de 8 dias em 01/04/2026.
Curativo com alginato desde 27/03/2026 até o dia de hoje, 03/04/2026.
____________________________________________________________
AP:
Sem antecedentes patológicos ou uso de medicações.
Nega alergias
____________________________________________________________
EVOLUÇÃO:
Paciente sem queixas.
____________________________________________________________
AGUARDA
Sem pendências
____________________________________________________________
BEG anictérico, acianótico, corado, hidratado, eupneico, Glasgow 15 e sem déficits neurológicos sensitivos ou motores.
ST: Murmúrio vesicular presente e normal, e sem ruídos adventícios. Bulhas cardíacas rítmicas e normofonéticas, 2 tempos e sem sopros
SA: indolor e sem VCM
MEMBRO SUPERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não. Presença de FCC em punho.
MEMBRO SUPERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não. Presença de hiperemia e calor local em terço médio de antebraço e com dor a palpação local.
MEMBRO INFERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C1. Edema: não. Ferida operatória de amputação de perna mantida fechada e dentro da normalidade.
MEMBRO INFERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C1. Edema: não. Presença de FCC em dorso do pé.
____________________________________________________________
HMA DA ENTRADA NO PS: :
Paciente foi vítima de uma queda de bicicleta durante a atividade de ciclismo. Após a queda, enquanto trafegava na margem de uma rodovia, sofreu atropelamento por um caminhão, o que pode ter causado esmagamento do tornozelo pela roda do veículo. O trauma ocorreu ontem, por volta das 16 horas.
Hoje, às 10 horas da manhã, fui solicitado pelo Dr. Décio, ortopedista, para avaliar o pé e tornozelo de MID da paciente que se encontrava no pronto-socorro.
Avaliação Inicial e Comunicação com a Família
Em uma conversa privada, o doutor Décio, ortopedista, juntamente com outros residentes de ortopedia, e comigo chegamos ao consenso sobre a inviabilidade do pé do membro inferior direito. Após uma avaliação clínica e a realização de uma tomografia, a situação foi comunicada à família, composta pelo pai, irmão e esposa do paciente. Foi discutida a gravidade do caso e a necessidade de amputação.
Mudança na Decisão Cirúrgica
Às 15:00, a doutora Heloísa, cardiologista que trabalha na Santa Casa e é amiga da família, informou que o Dr. Décio não realizaria a cirurgia de amputação e que indicaria um outro colega para o procedimento. A médica também mencionou que a família estava solicitando uma segunda opinião de um cirurgião vascular.
Encontro com a Família
Às 18:00, dirigi-me à enfermaria, acompanhado pela doutora Gabriela, cirurgiã vascular, para conversar com a família no corredor em frente ao quarto. A doutora Heloísa comunicou que, há alguns instantes, o Dr. Décio e o Dr. Hafner, cirurgião vascular, avaliaram uma paciente e informaram à família que não realizariam a amputação, optando por observar o caso até as 7 horas da manhã de sábado. Sem entrar em contato comigo para me informar da decisão.
Solicitação da Família
No dia seguinte, o Dr. Hafner, por solicitação da família, entrou em contato pedindo que eu também participasse da cirurgia. Ao final, a família solicitou que o caso fosse conduzido por mim como médico titular.
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Data/Hora coleta: 02/04/2026 - 07:00:00
Hemoglobina 10,1 g/dL (12,0 a 15,5 g/dL)
Hematócrito 28,7% (35,0 a 45,0%)
LEUCÓCITOS: 10.250/mm³ (4.500 a 10.000/mm³)
SEGMENTADOS: 77,7% (40 a 62%)
LINFÓCITOS: 12,9% (25 a 45%)
PLAQUETAS: 765.000/mm³ (140.000 a 450.000/mm³)
UREIA: 26 mg/dL
CREATININA: 0,73 mg/dL
SÓDIO: 134 mEq/L (136 a 145 mEq/L)
POTÁSSIO: 5,3 mEq/L (3,5 a 5,1 mEq/L)
PROTEÍNA C REATIVA: 47,60 mg/L (Inferior a 5,00 mg/L)
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PCR
Resultados Anteriores:
30/03/2026 - 45,80
29/03/2026 - 66,30
28/03/2026 - 138,00
27/03/2026 - 103,00
26/03/2026 - 260,00
24/03/2026 - 390,00
21/03/2026 - 346,00
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HEMOCULTURA - AMOSTRA 1
DataHoraLaudo
31/03/2026 09:03:01Cultura negativa em 24 horas.
01/04/2026 08:20:46Cultura negativa em 48 horas.
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29/03/2026
UROCULTURA
MICRORGANISMO ISOLADO:
Cultura negativa.
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29/03/2026
CULTURA
Material:
TENDÃO
Método:
CULTURA EM MEIOS ESPECÍFICOS.
BACTERIOSCOPIA
Não foram observados germes coráveis pelo método de gram.
MICRORGANISMO ISOLADO:
Cultura negativa.
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PREVISÃO DE ALTA
Sexta feira desta semana. Com retorno agendado para regularização de coto.
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PLANO e CONDUTA:
Alta hospitalar.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
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Data/Hora coleta: 02/04/2026 - 07:00:00
Hemoglobina 10,1 g/dL (12,0 a 15,5 g/dL)
Hematócrito 28,7% (35,0 a 45,0%)
LEUCÓCITOS: 10.250/mm³ (4.500 a 10.000/mm³)
SEGMENTADOS: 77,7% (40 a 62%)
LINFÓCITOS: 12,9% (25 a 45%)
PLAQUETAS: 765.000/mm³ (140.000 a 450.000/mm³)
UREIA: 26 mg/dL
CREATININA: 0,73 mg/dL
SÓDIO: 134 mEq/L (136 a 145 mEq/L)
POTÁSSIO: 5,3 mEq/L (3,5 a 5,1 mEq/L)
PROTEÍNA C REATIVA: 47,60 mg/L (Inferior a 5,00 mg/L)
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PCR
Resultados Anteriores:
30/03/2026 - 45,80
29/03/2026 - 66,30
28/03/2026 - 138,00
27/03/2026 - 103,00
26/03/2026 - 260,00
24/03/2026 - 390,00
21/03/2026 - 346,00
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HEMOCULTURA - AMOSTRA 1
DataHoraLaudo
31/03/2026 09:03:01Cultura negativa em 24 horas.
01/04/2026 08:20:46Cultura negativa em 48 horas.
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29/03/2026
UROCULTURA
MICRORGANISMO ISOLADO:
Cultura negativa.
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29/03/2026
CULTURA
Material:
TENDÃO
Método:
CULTURA EM MEIOS ESPECÍFICOS.
BACTERIOSCOPIA
Não foram observados germes coráveis pelo método de gram.
MICRORGANISMO ISOLADO:
Cultura negativa.
https://sistema.laboratoriosaofrancisco.med.br/shift/lis/saofrancisco/elis/s01.iu.web.Login.cls?config=UNICO&sigla=
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
PAULO DE ABREU ANDRADE
SAME 397834, Masculino, 73 Anos 1 Mês 9 Dias, SUS INTERNAÇÃO, CIRURGIA CARDIOVASCULAR, UTI/REC, 39
AFEBRIL, EM USO DE CEFAZOLINA PROFILÁTICA
HEMODINAMICAMENTE ESTÁVEL, EM USO DE DOBUTAMINA 10 MCG/KG/MIN + NORADRENALINA 0,39 MCG/KG/MIN + VASOPRESSINA 0,02 UI/MIN, PERFUSÃO PERIFÉRICA ADEQUADA.
HB: 2,33 ML
RCR 27 BNF SORPO, FC 80 BPM, PAM 82 MMHG
DC: 7,74 / IVRS: 1431 / IC: 3,86
4) Respiratório: modalidade ventilatória, FIO2, VC, FR desmame da ventilação mecânica, conteúdo gasométrico, RX, CT,etc.
EM 10*+ VM, SINCRONIC, MOD PCV PC 25 PEEP 8 FIO2 80% SATO2= 94%
HR: 4* + BILATERAL SEM RÁPIDO.
SEDADO PARO, RASS - 4 PERT.
EM JEJUM, SEM REFLUXO POR SNG.
HDA: 1/2 DIFICULDADE, AUSÊNCIA DE FACES DE DOR A PALPAÇÃO.
7) Hematológico, sangramentos, coagulação
DRENO PORTWACK: 200 ML / MED ANT: 150 ML / PLEURAL ESQ: 200 ML
HB: 9,3 / HT: 26,2 / PLAQ: 84 MIL
DURESE: 350 ML COM ESTIMULO FUROSEMIDA EV
CRE: 3,9 / UR: 127 / K: 3,6 / NA: 142
MMII SEM EDEMA, PANTURRILHAS LIVRES, BOA PCP
02º PO Troca de Aorta Ascendente + Arco + Endoprotese para Ao Descendente (15cm) + Enxerto art Subclavia esquerda para Ao Ascendente - Dr. Sergio Marques
02º PO de Endoprotese de Ao Descendente Toracica para Toracoabdominal (30cm) - Dr. Vitor Montenegro
IRC AGUDIZADA
HAS + DISLIPIDEMIA
ECO (10/11/25): FVE 57% / DDVE 50 / DSVE 35 / AO 45 / Discreta hipertrofia concêntrica / Insuficiência Mitral de grau discreto / Insuficiência Aórtica de grau discreto
TC-Tórax: DISSECÇÃO AORTA DESCENDENTE + BULBO=43 MM, AO ASC=58 MM CROCA= 70 MM
## PLAQUETOPENIA: 67 MIL > 114 MIL > 84 MIL
Conduta UTI
- MANEJO DE DVA.
- CONCENTRO DILUIÇÕES DE DVA.
- INÍCIO HIDROCORTISSONA 50 MG EV 6/6H.
- FISLOT. RESP. 4 NÚMEROS DE VM.
- AVALIAÇÃO DE NEFROLOGIA, PACIENTE OLIGANÚRICO HA 48 HORAS.
- SUSPENSO HEPARINA DEVIDO PLAQUETOPENIA.
- MANTENHO ESTIMULO COM FUROSEMIDA EV.
- REPOSIÇÃO DE CÁLCIO EV.
- SUPORTE CLÍNICO.
Conduta da Cirurgia endovascular:
- mantidos cuidados intensivos.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
## CIRURGIA VASCULAR##
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#ID: MARCILIO AUGUSTO SOARES RODRIGUES, 63 ANOS, PROCEDENTE DE MARÍLIA
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#HMA: PACIENTE ENCAMINHADO DA UBS NOVA MARILIA COM RELATO DE DOR EM MMII DESDE 2021 À DEAMBULAÇÃO,
CLAUDICAÇÃO PARA MENOS DE 50M DE CAMINHADA, REFERE DOR EM PANTURRILHA COM IRRADIAÇÃO PARA QUADRÍCEPS, SEM
MELHORA AO USO DE DIPIRONA. PACIENTE PROCUROU ATENDIMENTO EM UBS HÁ 4 MESES, TENDO SIDO SOLICITADO USG
DOPPLER ARTERIAL COM FLUXO MONOFASICO DESDE FEMORAL COMUM BILATERAL. POSTERIORMENTE, PROCUROU PS DO HC
FAMEMA, TENDO SIDO SOLICITADO ANGIO-TOMOGRAFIA EVIDENCIANDO DOENÇA AORTO ILIACO, SOLICITADO EXAMES PRÉ
OPERATÓRIOS E ENCAMINHADO A ESTE AMBULATÓRIO PARA PROGRAMAÇÃO CIRÚRGICA. NO MOMENTO,REFERE MANUTENÇÃO
DE INTENSIDADE E CARACTERÍSTICAS DE DOR EM MMII. NEGA DEMAIS QUEIXAS NO MOMENTO.
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#AP:
COMORBIDADES: DAOP
MUC: CILOSTAZOL 50MG (1-0-1), AAS 100MG (0-1-0), SINVASTATINA 20MG (0-0-1)
ALERGIA: BENZETACIL
VÍCIOS: TABAGISMO CESSOU HÁ ALGUNS MESES (2 MAÇOS/SEMANA), ETILISMO CESSOU HÁ 8 ANOS (DESTILADO)
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#EVOLUÇÃO
VISITO PACIENTE EM LEITO DE ENFERMARIA, PACIENTE SEM QUEIXAS NO MOEMNTO. MANTEM DOR EM REPOUSO CONTROLADA
COM ANALGESIA PRESCRITA. EM PROGRAMAÇÃO DE REVASCULARIZAÇÃO NA SANTA CASA DE MARILIA AMANHÃ
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#EXAME FÍSICO:
BEG, CORADO, HIDRATADO, ACIANOTICO, ANICTERICO, AFEBRIL
ACV: 2BRNF, SEM SOPROS
AR: MV+ BILATERLAMENTE, SEM RA
ABD: FLACIDO, RHA+, INDOLOR A PALPACAO SUPERFICIAL E PROFUNDA, SEM VCM, DB NEGATIVO
MMII: MEMBROS QUENTES, PULSOS PEDIOSO E TIBIAL POSTERIOR NAO PALPAVEIS, TEC<3S, PANTURRILHAS SEM EMPASTAMENTO
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#EXAMES COMPLEMENTARES
ANGIO TC MMII (14/05) DIREITO: Ausência de contrastação da artéria ilíaca comum, com reenchimento distal. Estenose subtotal da artéria ilíaca
externa. Artérias femorais e poplítea pérvias da coxa, de calibre e trajeto habituais, exibindo calcificações parietais. Ausência de contrastação da
artéria tibial posterior. Artérias fibular e tibial anterior pérvias.
ESQUERDO: Ausência de contrastação da artéria ilíaca externa, com reenchimento distal.
Estenose de cerca de 60% na artéria femoral comum e de cerca de 50% na femoral superficial.
Artérias femorais e poplítea pérvias da coxa, de calibre e trajeto habituais, exibindo calcificações
parietais. Ausência de contrastação da artéria tibial anterior. Artérias fibular e tibial posterior pérvias.
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EXAME EXTERNO - DOPPLER DE MMII (12/04): FLUXO MONOFÁSICO COM TODOS SEGMENTOS ARTERIAIS DE MMII, SUGERINDO
OCLUSAO AORTO ILÍACA
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LABORATORIO (10/03/26): HB GLICADA 6,1/ CR 1,0/ PCR 2,4/ K 4,7/ NA 140/ UR 44/ TP 11,5/ AP 101,7/ INR 0,99/ TTPA 21,7/ RATIO 0,83/ HB
14,7/ HT 43,7/ LEUCO 7810/ PLAQ 232000
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BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
Paciente apresenta histórico de fratura de fêmur distal direito, encaminhado para procedimento cirúrgico que não foi realizado devido ao quadro de prurido, colúria, icterícia e sepse com choque de foco urinário. O paciente necessitou de intubação orotraqueal e apresentou piora progressiva do quadro, além de edema de membro inferior. Foi solicitado ultrassonografia Doppler, que evidenciou trombose venosa profunda na veia poplítea, iniciando-se anticoagulação plena.
Durante a internação, uma tomografia computadorizada revelou coleção na coxa direita na região do foco da fratura, sendo necessário um procedimento cirúrgico para limpeza em centro cirúrgico. Após a intervenção, houve discreta melhora do quadro, mas alguns dias depois foi necessária nova cirurgia, desta vez com odor fétido e miosite difusa na coxa, que se estendeu para o membro inferior. O paciente apresentou queda constante de hemoglobina, necessitando de transfusões diárias, o que levou à suspensão da anticoagulação devido ao quadro de anemia.
O paciente requer a colocação urgente de filtro de veia cava para realizar procedimento ortopédico/vascular, mas não há disponibilidade de filtro de veia cava na unidade. O paciente é alérgico a paracetamol e amoxicilina, é fumante com histórico de 52 anos, e possui comorbidades como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, hipotireoidismo e hiperlipidemia. O tratamento atual inclui MUC: Puram T4 1-0-0, Losartana 1-0-0, Glifage 1-0-0 e Betaistina 1-0-0.
Após avaliação da equipe vascular, foi indicada a colocação de filtro de veia cava inferior para prevenção de embolia pulmonar, além da suspensão da anticoagulação. O tratamento cirúrgico pela equipe de ortopedia sugere amputação transfemoral da coxa direita e cicatrização por segunda intenção. É necessário o cadastro no CROSS para a colocação do filtro de veia cava em serviço de cirurgia endovascular credenciado pelo SUS. A equipe de UTI e ortopedia segue acompanhando o caso.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
#HD:
CA RETO
FECHAMENTO DE ILEOSTOMIA EM ALCA TECNICA VULKAN (18/03/24)
RETOSSIGMOIDECTOMIA + ILEOSTOMIA EM ALCA (29/05/2023)
TERMINO QT NEO RETO EM JAN/24 / ULTIMA QT LESAO HEPATICA OUT/25
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#EVOLUÇÃO: PACIENTE AGUARDANDO RESPOSTA DA EQUIPE DE VASCULAR PAR AVALIAR QUIMIOEMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA HEPÁTICA DIREITA, VISTO LESÕES HEPÁTICAS PERSISTENTES APÓS TÉRMINO DE QT. PORÉM, AINDA SEM RESPOSTA DA EQUIPE
#AP
NEGA COMORBIDADES, MUC OU ALERGIAS.
CX PREVIAS: RETOSSIGMOIDECTOMIA, RTI, HERNIA INGUINAL ESQ, VARICOCELE
VICIOS: NEGA
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
#EF DIRECIONADO
BEG, CHAAAE. LOTE
ABDOME FLACIDO, DEPRESSIVEL, NORMOTIMPANICO, INDOLOR A PALPAÇÃO SUPERFICIAL E PROFUNDA
#EXAMES COMPLEMENTARES
TC ABD NOV/25: Dispositivo de infusão medicamentosa acoplado na região peitoral direita com extremidade distal na
veia cava superior.
Espaços pleurais livres.
Discretas irregularidades na interface pleuropulmonar apical bilateral.
Nódulo não calcificado no segmento superior do lobo inferior esquerdo, medindo 0,6 cm.
Restante do parênquima pulmonar homogêneo.
Traqueia e brônquios fontes permeáveis, de calibre e topografia normais.
Mediastino centrado.
Não se observa linfonodomegalia axilar ou mediastinal.
Área cardíaca dentro dos limites da normalidade.
Estruturas vasculares do mediastino com calibre dentro do esperado.
CERCA DE 6 NODULOS HEPATICOS EM LOBO DIREITO.
TC DE ABDOME : Fígado com dimensões normais, densidade preservada e contornos regulares. Imagens nodulares
hipovascularizadas no segmento VIII, com realce periférico ao meio de contraste, a maior medindo 3,1
x 3,3 cm, sugerindo acometimento secundário.
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TC DE TORAX: Discretas irregularidades na interface pleuropulmonar apical bilateral.
Nódulo não calcificado no segmento superior do lobo inferior esquerdo, medindo 0,6 cm.
Tênues opacidades com atenuação em vidro fosco centrolobulares esparsas nos campos pulmonares.
Restante do parênquima pulmonar homogêneo.
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CEA 04/25: 9,42
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RETOSSIGMOIDOSOPIA 02/24: RETOSSIGMOIDOSCOPIA: APARELHO INTRODUZIDO ATÉ 60 CM DA BORDA ANAL OBSERVANDO MUCOSA RÓSEA, LISA,BRILHANTE, COM VASCULARIZAÇÃO PRESERVADA, PRESENÇA DE BOLO FECAL EM ALGUNS SEGMENTOS DIFICULTANDO A PASSAGEM DO APARELHO.
HD: NORMAL.
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COLONOSCOPIA 03/23: APARELHO INTRODUZIDO ATÉ12 CM DA BORDA ANALSEM INTERCORRÊNCIAS, NÃO FOI POSSÍVEL PROGREDIR DEVIDO À PRESENÇA DE LESÃO ESBRANQUIÇADA, ENDURECIDA E INTENSAMENTE SANGRANTE AO TOQUEQUE PROMOVE ÁREA DE ESTENOSE LOCAL QUE IMPEDE A PASSAGEM DO APARELHO E A PROGRESSÃO DO EXAME
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Organizei. Sem enfeite, só o que interessa.
DATA DA COLETA: 12/02/2026
1. ANTÍGENO CARCINOEMBRIONÁRIO (CEA)
Resultado: 6,33 ng/mL
Parâmetro de normalidade:
Indivíduos saudáveis: 0–3 ng/mL
Valores até 5 ng/mL podem ocorrer em fumantes
2. ALBUMINA
Resultado: 4,7 g/dL
Referência: 3,5 – 5,2 g/dL
3. CREATININA
Resultado: 1,1 mg/dL
Referência (Homem): 0,7 – 1,25 mg/dL
4. POTÁSSIO
Resultado: 4,3 mEq/L
Referência: 3,5 – 5,1 mEq/L
5. PROTEÍNAS TOTAIS E FRAÇÕES
Proteínas Totais: 6,9 g/dL
Referência: 6,0 – 8,0 g/dL
Albumina: 4,7 g/dL
Referência: 3,5 – 5,5 g/dL
Globulina: 2,2 g/dL
Referência: 2,4 – 3,5 g/dL
Relação A/G: 2,1
Referência: 1,0 – 2,2
6. SÓDIO
Resultado: 140 mEq/L
Referência: 136 – 145 mEq/L
7. TRANSAMINASE OXALACÉTICA (AST/TGO)
Resultado: 32 U/L
Referência: 5 – 34 U/L
8. TRANSAMINASE PIRÚVICA (ALT/TGP)
Resultado: 26 U/L
Referência: 0 – 55 U/L
9. UREIA
Resultado: 52 mg/dL
Referência (Homem > 50 anos): 17,9 – 54,9 mg/dL
10. TEMPO DE PROTROMBINA (TP)
Resultado: 11,6 segundos
Atividade Protrombínica: 99,9 %
INR: 1,00
Referência:
Atividade: 70 – 130 %
INR: até 1,21
11. TTPA
Resultado: 24,9 segundos
Ratio: 0,95
Referência:
Ratio: até 1,25
12. HEMOGRAMA
Série Vermelha
Eritrócitos: 4,86 milhões/mm³
Hemoglobina: 15,1 g/dL
Hematócrito: 45,0 %
VCM: 92,5 fL
HCM: 31,1 pg
CHCM: 33,6 g/dL
Série Branca
Leucócitos: 5.920/mm³
Segmentados: 81 %
Linfócitos: 10 %
Monócitos: 8 %
Eosinófilos: 1 %
Plaquetas
153.000/mm³
EXAMES 23/02/2026
BILIRRUBINA DIRETA: 0,15 | VR: 0,0–0,50
BILIRRUBINA INDIRETA: 0,35 | VR: 0,20–0,70
BILIRRUBINA TOTAL: 0,50 | VR: 0,2–1,20
CREATININA: 1,0 | VR (HOMEM): 0,7–1,25
POTÁSSIO: 4,0 | VR: 3,5–5,1
SÓDIO: 141 | VR: 136–145
TGO (AST): 42 | VR: 5–34
TGP (ALT): 30 | VR: 0–55
UREIA: 49 | VR (HOMEM >50 ANOS): 17,9–54,9
TP: 11,2 s | VR (POOL): 11,6 s
ATIVIDADE PROTROMBÍNICA: 107,1% | VR: 70–130
INR: 0,96 | VR: ≤1,21
TTPA: 23,9 s | VR (POOL): 26,3 s
RATIO: 0,91 | VR: ≤1,25
ERITRÓCITOS: 4,67
HEMOGLOBINA: 14,4
HEMATÓCRITO: 43,2
VCM: 92,5
HCM: 30,8
CHCM: 33,3
LEUCÓCITOS: 6330
SEGMENTADOS: 79%
LINFÓCITOS TÍPICOS: 14%
MONÓCITOS: 7%
PLAQUETAS: 142000
#CONDUTA ORIENTA PELO DR. TUSSI:
INTERNAÇÃO DIA 22/02
QUIMIOEMBOLIZAÇÃO DA ARTERIA HEPATICA DIREITA DIA 25/02 PARA POSTERIOR PROGRAMAÇÃO DE HEPATECTOMIA
NA INTERNAÇÃO SOLICITAR AVALIAÇÃO CARDIOVASCULAR
Impresso em: 12/02/2026 07:52:29
DAOP
PACIENTE DEU ENTRADA COM QUADRO SUGESTIVO DE OAA EMBOLICA
PO EMBOLECTOMIA 20/05/25
SAIU SEM PULSO E COM DOR
INDICADO CIRURGIA POR DR ROMULO ( PROGRAMAÇÃO PARA 01/07) - ENXERTO FEMORO - TIBIAL POSTERIOR
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
AGUARDA AVALIAÇÃO DA CARDIO
AGUARDA REVASCULARIZAÇÃO
DAOP COM LESÃO TRÓFICA EM HÁLUX ESQUERDO
TENTATIVA DE ANGIOPLASTIA FALHA
CIRURGIA ELETIVA DA SEGUNDA-FEIRA - FEPO SUPRA COM VEIA
OCLUSÃO EM CANAL DE HUNTER COM REENCHIMENTO EM POPLÍTEA SUPRA ESQUERDO
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
SOLICITAR RESERVA CIRURGICA
PROCEDIMENTO NA SEGUNDA-FEIRA
ANEURISMA DE ILIACA COMUM DIREITA ROTO
PO DE RECONSTRUÇÃO COM PROTESE DACRON + SEPULTAMENTO DE ILIACA INTERNA
PO DE REVISÃO DE CAVIDADE COM RETIRADA DE COAGULOS + NOVO FECHAMENTO DE PAREDE ABDOMINAL
NOVA EVENTRAÇÃO ESSA SEMANA
CONVERSADO COM CIRURGIA GERAL POSSIVEL ALTA COM CINTA
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
AGUARDA MELHORA DA EVENTRAÇÃO PARA ALTA?
Paciente com daop, oclusão poplítea direita com reenchimento distal associado a lesão trófica infectada.
Programacao angioplastia no sirvan quarta feira.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS. SA: INDOLOR E SEM VCM. SM: SEM EDEMAS
Artéria poplítea proximal apresentando fluxo trifásico ao Doppler.
Artéria tibial posterior proximal apresentando fluxo monofásico ao Doppler.
Artéria tibial posterior distal, artéria tibial anterior e artéria fibular sem fluxo detectável ao estudo
Doppler.
COMBINAR COM O SIRVAN QUAL HORARIO VAI FAZER EXAME NA QUARTA-FEIRA
AGURADA REVASCULARIZAÇÃO
Paciente com DAOP agudizada, estava programado angioplastia porém chegou com pé inviável, em programação amputação transfemoral.
BEG AAACHEG 15 ST: MV + S RA, BRNF 2T SS.
PÉ ESQUERDO INVIÁVEL;
RESERVA CIRURGICA OK
AGUARDA PROCEDIMENTO