Nome do procedimento

Nome do procedimento

Drenagem biliar percutânea

descrição cirúrgica

Procedimento: drenagem biliar percutânea.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a árvore biliar intra-hepática e extra-hepática até o duodeno. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do tratamento:

  1. Realizada punção percutânea de ducto biliar intra-hepático.
  2. A árvore biliar intra-hepática apresenta-se dilatada, com opacificação homogênea ao contraste, sem falhas de enchimento identificáveis. 
  3. A árvore biliar extra-hepática encontra-se dilatada, com colédoco de calibre aumentado ao longo de seu trajeto.
  4. O colédoco distal foi cateterizado após manipulação endoluminal, com progressão do cateter até o duodeno.
  5. A via de passagem distal previamente estenosada foi submetida à dilatação, permitindo adequado escoamento do contraste para o duodeno.
  6. O dreno biliar de 8 French foi posicionado no colédoco distal, com extremidade distal adequadamente alocada e fixação cutânea estável.
  7. Não há evidência de extravasamento de contraste ou complicações imediatas ao término do procedimento.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  6. Dreno 8 Fr.

Nome do procedimento

Drenagem biliar percutânea

Texto não formatado

Procedimento: drenagem biliar percutânea.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a árvore biliar intra-hepática e extra-hepática até o duodeno. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do tratamento:
-Realizada punção percutânea de ducto biliar intra-hepático.
-A árvore biliar intra-hepática apresenta-se dilatada, com opacificação homogênea ao contraste, sem falhas de enchimento identificáveis.
-A árvore biliar extra-hepática encontra-se dilatada, com colédoco de calibre aumentado ao longo de seu trajeto.
-O colédoco distal foi cateterizado após manipulação endoluminal, com progressão do cateter até o duodeno.
-A via de passagem distal previamente estenosada foi submetida à dilatação, permitindo adequado escoamento do contraste para o duodeno.
-O dreno biliar de 8 French foi posicionado no colédoco distal, com extremidade distal adequadamente alocada e fixação cutânea estável.
-Não há evidência de extravasamento de contraste ou complicações imediatas ao término do procedimento.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Dreno 8 Fr.

Nome do procedimento

Implante de cateter venoso central

descrição cirúrgica

Procedimento: implante de cateter venoso central.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o território venoso central compreendendo a veia cava superior e a junção cava-atrial. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do tratamento: 

  1. Realizada punção da veia jugular interna direita.
  2. A veia cava superior apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. A junção cava-atrial demonstra posicionamento adequado da extremidade distal do cateter venoso central, sem sinais de trombose ou extravasamento.
  4. Não são observados sinais angiográficos de trombose aguda ou crônica no território venoso central avaliado.
  5. Fio-guia e dilatador foram passados sob radioscopia.
  6. Cateter foi posicionado na junção cava-atrial.
  7. Controle angiográfico satisfatório.
  8. Cateter fixado à pele.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.

Nome do procedimento

Implante de cateter venoso central

Texto não formatado

Procedimento: implante de cateter venoso central.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o território venoso central compreendendo a veia cava superior e a junção cava-atrial. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do tratamento:
-Realizada punção da veia jugular interna direita.
-A veia cava superior: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A junção cava-atrial demonstra posicionamento adequado da extremidade distal do cateter venoso central, sem sinais de trombose ou extravasamento.
-Não são observados sinais angiográficos de trombose aguda ou crônica no território venoso central avaliado.
-Fio-guia e dilatador foram passados sob radioscopia.
-Cateter foi posicionado na junção cava-atrial.
-Controle angiográfico satisfatório.
-Cateter fixado à pele.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.

Nome do procedimento

Implante de cateter totalmente implantável (Portocath)

descrição cirúrgica

Procedimento: implante de cateter totalmente implantável (Portocath).

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a veia cava inferior e sua transição para o átrio direito. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do tratamento: 

  1. Incisão em sulco deltopeitoral direito e dissecção por planos.
  2. Veia cefálica direita foi cateterizada.
  3. O cateter foi posicionado na junção cava-atrial sob radioscopia.
  4. Conectado à câmara implantável, que foi fixada em loja subcutânea.
  5. Não se observam circulações colaterais venosas patológicas.
  6. Não há presença de filtro de veia cava inferior.
  7. Observa-se cateter totalmente implantável introduzido por via cefálica direita, com trajeto regular e extremidade distal posicionada adequadamente na junção cava-atrial, sem extravasamento de contraste ou complicações imediatas.
  8. Síntese por planos.

 

Descrição do exame: 

  1. Veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

 

Material utilizado: 

  1. Portocath.

Nome do procedimento

Implante de cateter totalmente implantável (Portocath)

Texto não formatado

Procedimento: implante de cateter totalmente implantável (Portocath).
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a veia cava inferior e sua transição para o átrio direito. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do tratamento:
-Incisão em sulco deltopeitoral direito e dissecção por planos.
-Veia cefálica direita foi cateterizada.
-O cateter foi posicionado na junção cava-atrial sob radioscopia.
-Conectado à câmara implantável, que foi fixada em loja subcutânea.
-Não se observam circulações colaterais venosas patológicas.
-Não há presença de filtro de veia cava inferior.
-Observa-se cateter totalmente implantável introduzido por via cefálica direita, com trajeto regular e extremidade distal posicionada adequadamente na junção cava-atrial, sem extravasamento de contraste ou complicações imediatas.
-Síntese por planos.
Descrição do exame:
-Veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
Material utilizado:
-Portocath.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria femoral superficial esquerda

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia da artéria femoral superficial esquerda.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame:

  1. A aorta abdominal infrarrenal: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. A artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. A artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. A artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. A artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. A artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. A artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. A artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  9. A artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  10. Artéria femoral esquerda: apresenta estenose de 90% no terço proximal, e lentificação do fluxo distal. 

 

Descrição do tratamento:

  1. Realizada a cateterização da artéria ilíaca contralateral, com passagem de fio-guia Amplatz através da lesão.
  2. Realizado o implante de stent auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  3. Realizado pós dilatação com balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento, evidenciando restabelecimento do calibre e fluxo contínuo ao controle final.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria femoral superficial esquerda

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia da artéria femoral superficial esquerda.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-A aorta abdominal infrarrenal: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral esquerda: apresenta estenose de 90% no terço proximal, e lentificação do fluxo distal.
Descrição do tratamento:
-Realizada a cateterização da artéria ilíaca contralateral, com passagem de fio-guia Amplatz através da lesão.
-Realizado o implante de stent auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Realizado pós dilatação com balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento, evidenciando restabelecimento do calibre e fluxo contínuo ao controle final.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria tibial anterior esquerda

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia da artéria tibial anterior esquerda.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o território arterial infrapoplíteo esquerdo, com ênfase na artéria tibial anterior esquerda. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria femoral esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria poplítea esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. Tronco tibiofibular esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  9. Artéria tibial anterior esquerda: apresenta estenose de 90% no terço proximal, e lentificação do fluxo distal. 
  10. Artéria tibial posterior esquerda: ocluída em todo o trajeto.
  11. Artéria fibular esquerda: ocluída em todo o trajeto.

 

Descrição do tratamento: 

  1. A lesão da artéria tibial anterior esquerda foi transposta com fio-guia hidrofílico 0.014’’.
  2. A lesão foi submetida a angioplastia transluminal com Balão Passéo 18 medindo 3x120x130 mm, evoluindo com expansão adequada do balão, restauração do calibre arterial e melhora do fluxo distal ao controle angiográfico final.
  3. Artéria tibial posterior esquerda apresenta permeabilidade, calibre preservado e fluxo contínuo.
  4. Artéria fibular esquerda apresenta permeabilidade e enchimento distal adequados.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: Balão Passéo 18 3x120x130.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria tibial anterior esquerda

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia da artéria tibial anterior esquerda.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o território arterial infrapoplíteo esquerdo, com ênfase na artéria tibial anterior esquerda. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria poplítea esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Tronco tibiofibular esquerda: apresenta paredes irregulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial anterior esquerda: apresenta estenose de 90% no terço proximal, e lentificação do fluxo distal.
-Artéria tibial posterior esquerda: ocluída em todo o trajeto.
-Artéria fibular esquerda: ocluída em todo o trajeto.
Descrição do tratamento:
-A lesão da artéria tibial anterior esquerda foi transposta com fio-guia hidrofílico 0.014’’.
-A lesão foi submetida a angioplastia transluminal com Balão Passéo 18 medindo 3x120x130 mm, evoluindo com expansão adequada do balão, restauração do calibre arterial e melhora do fluxo distal ao controle angiográfico final.
-Artéria tibial posterior esquerda apresenta permeabilidade, calibre preservado e fluxo contínuo.
-Artéria fibular esquerda apresenta permeabilidade e enchimento distal adequados.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: Balão Passéo 18 3x120x130.

Nome do procedimento

Angioplastia de fístula artério-venosa em membro superior direito

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia de fístula artério-venosa em membro superior direito.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria braquial direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se artéria doadora, fístula braquio-braquial direita, a anastomose, e o sistema venoso central até a veia cava superior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. A prótese de fístula braquio-braquial direita: apresentava trombose intraluminal, evidenciada por defeitos de enchimento e redução do calibre no segmento médio da alça protética.
  2. A prótese de fístula braquio-braquial direita: apresentava estenoses significativas intraprótese, caracterizadas por redução focal do calibre e retardo do enchimento ao contraste.
  3. A anastomose distal da fístula artério-venosa direita: apresentava estenose significativa, com redução do calibre e comprometimento do escoamento venoso.
  4. A veia XXXX direita: apresentava estenose significativa, com diminuição do calibre e atraso no esvaziamento do contraste.
  5. A veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

 

Descrição do tratamento: 

  1. A prótese de fístula braquio-braquial direita foi submetida a trombectomia com cateter de Fogarty nº  4, após heparinização sistêmica, com restauração do fluxo intraluminal.
  2. Os segmentos estenosados da prótese de fístula braquio-braquial direita, da anastomose distal e da veia XXX direita foram transpostos com fio-guia hidrofílico 0.035’’ até a veia cava superior e submetidos a angioplastia com balão de 7 mm.
  3. A prótese de fístula braquio-braquial direita apresentava, ao controle angiográfico final, permeabilidade restabelecida, calibre ampliado nos segmentos previamente estenosados e fluxo venoso adequado em direção ao sistema venoso central.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia de fístula artério-venosa em membro superior direito

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia de fístula artério-venosa em membro superior direito.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria braquial direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se artéria doadora, fístula braquio-braquial direita, a anastomose, e o sistema venoso central até a veia cava superior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-A prótese de fístula braquio-braquial direita: apresentava trombose intraluminal, evidenciada por defeitos de enchimento e redução do calibre no segmento médio da alça protética.
-A prótese de fístula braquio-braquial direita: apresentava estenoses significativas intraprótese, caracterizadas por redução focal do calibre e retardo do enchimento ao contraste.
-A anastomose distal da fístula artério-venosa direita: apresentava estenose significativa, com redução do calibre e comprometimento do escoamento venoso.
-A veia XXXX direita: apresentava estenose significativa, com diminuição do calibre e atraso no esvaziamento do contraste.
-A veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
Descrição do tratamento:
-A prótese de fístula braquio-braquial direita foi submetida a trombectomia com cateter de Fogarty nº  4, após heparinização sistêmica, com restauração do fluxo intraluminal.
-Os segmentos estenosados da prótese de fístula braquio-braquial direita, da anastomose distal e da veia XXX direita foram transpostos com fio-guia hidrofílico 0.035’’ até a veia cava superior e submetidos a angioplastia com balão de 7 mm.
-A prótese de fístula braquio-braquial direita apresentava, ao controle angiográfico final, permeabilidade restabelecida, calibre ampliado nos segmentos previamente estenosados e fluxo venoso adequado em direção ao sistema venoso central.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Retirada de filtro de veia cava inferior

descrição cirúrgica

Procedimento: retirada de filtro de veia cava inferior.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso ilíaco bilateral, veias renais e veia cava inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. A veia renal direita:  apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  6. A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  7. A veia cava inferior: a apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  8. A veia cava inferior: apresentava filtro previamente implantado em segmento infrarrenal.

 

Descrição do tratamento: 

  1. O filtro de veia cava inferior foi adequadamente capturado por meio de dispositivo específico e removido integralmente.
  2. A veia cava inferior: após a retirada do filtro  apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento  residuais.
  3. O segmento infrarrenal da veia cava inferior  apresenta diâmetro preservado, fluxo 
  4. Não se evidencia extravasamento de contraste ao controle final.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Retirada de filtro de veia cava inferior

Texto não formatado

Procedimento: retirada de filtro de veia cava inferior.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso ilíaco bilateral, veias renais e veia cava inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal direita:  apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia cava inferior: a apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia cava inferior: apresentava filtro previamente implantado em segmento infrarrenal.
Descrição do tratamento:
-O filtro de veia cava inferior foi adequadamente capturado por meio de dispositivo específico e removido integralmente.
-A veia cava inferior: após a retirada do filtro  apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento  residuais.
-O segmento infrarrenal da veia cava inferior  apresenta diâmetro preservado, fluxo
-Não se evidencia extravasamento de contraste ao controle final.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Implante de filtro de veia cava inferior

descrição cirúrgica

Procedimento: implante de filtro de veia cava inferior.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso ilíaco bilateral, veias renais e veia cava inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  6. A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  7. A veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

 

Descrição do tratamento: 

  1. Realizada passagem do introdutor do dispositivo de implante do filtro.
  2. O filtro foi liberado na veia cava inferior, distal às veias renais.
  3. Filtro posicionado adequadamente, com completa expansão e correto alinhamento ao eixo do vaso.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de veia cava inferior.

Nome do procedimento

Implante de filtro de veia cava inferior

Texto não formatado

Procedimento: implante de filtro de veia cava inferior.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso ilíaco bilateral, veias renais e veia cava inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
Descrição do tratamento:
-Realizada passagem do introdutor do dispositivo de implante do filtro.
-O filtro foi liberado na veia cava inferior, distal às veias renais.
-Filtro posicionado adequadamente, com completa expansão e correto alinhamento ao eixo do vaso.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de veia cava inferior.

Nome do procedimento

Fibrinólise guiada por catéter em membro inferior esquerdo

descrição cirúrgica

Procedimento: fibrinólise guiada por catéter em membro inferior esquerdo.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso profundo dos membros inferiores e os eixos venosos centrais abdominais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  6. Veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  7. Veia ilíaca comum esquerda: observa-se ausência de opacificação do terço proximal, com interrupção abrupta do fluxo de contraste. Notam-se defeitos de enchimento intraluminais heterogêneos. O segmento distal à oclusão apresenta aumento de calibre, esem retrações parietais. Circulação colateral pélvica pouco desenvolvida. Achados compatíveis com trombose venosa em fase aguda.
  8. Veia ilíaca externa esquerda: observa-se ausência de opacificação do terço proximal, com interrupção abrupta do fluxo de contraste. Notam-se defeitos de enchimento intraluminais heterogêneos. O segmento distal à oclusão apresenta aumento de calibre, esem retrações parietais. Circulação colateral pélvica pouco desenvolvida. Achados compatíveis com trombose venosa em fase aguda.
  9. Veia ilíaca interna esquerda: apresenta enchimento reduzido, sem trombose evidente.
  10. Não se observam circulações colaterais venosas significativas.
  11. Não há filtro de veia cava inferior

 

Descrição do tratamento: 

  1. A trombose foi ultrapassada com fio-guia metálico de 0,035’’.
  2. Realizado inserção e posicionamento de cateter multifenestrado no interior do segmento trombosado do sistema venoso profundo esquerdo.
  3. Foi administrado bolus de 10 mg de Alteplase pelo cateter.
  4. Foi iniciada infusão contínua de 40 mg de Alteplase, programada para manutenção por 24 horas.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Cateter multiperfurado: 5 Fr e xxxx cm de comprimento.
  5. Medicamentos: Alteplaste 50 mg.

Nome do procedimento

Fibrinólise guiada por catéter em membro inferior esquerdo

Texto não formatado

Procedimento: fibrinólise guiada por catéter em membro inferior esquerdo.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema venoso profundo dos membros inferiores e os eixos venosos centrais abdominais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-A veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca comum esquerda: observa-se ausência de opacificação do terço proximal, com interrupção abrupta do fluxo de contraste. Notam-se defeitos de enchimento intraluminais heterogêneos. O segmento distal à oclusão apresenta aumento de calibre, esem retrações parietais. Circulação colateral pélvica pouco desenvolvida. Achados compatíveis com trombose venosa em fase aguda.
-Veia ilíaca externa esquerda: observa-se ausência de opacificação do terço proximal, com interrupção abrupta do fluxo de contraste. Notam-se defeitos de enchimento intraluminais heterogêneos. O segmento distal à oclusão apresenta aumento de calibre, esem retrações parietais. Circulação colateral pélvica pouco desenvolvida. Achados compatíveis com trombose venosa em fase aguda.
-Veia ilíaca interna esquerda: apresenta enchimento reduzido, sem trombose evidente.
-Não se observam circulações colaterais venosas significativas.
-Não há filtro de veia cava inferior
Descrição do tratamento:
-A trombose foi ultrapassada com fio-guia metálico de 0,035’’.
-Realizado inserção e posicionamento de cateter multifenestrado no interior do segmento trombosado do sistema venoso profundo esquerdo.
-Foi administrado bolus de 10 mg de Alteplase pelo cateter.
-Foi iniciada infusão contínua de 40 mg de Alteplase, programada para manutenção por 24 horas.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Cateter multiperfurado: 5 Fr e xxxx cm de comprimento.
-Medicamentos: Alteplaste 50 mg.

Nome do procedimento

Correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese monoilíaca

descrição cirúrgica

Procedimento: correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese monoilíaca.

  1. Procedimento realizado em sala de hemodinâmica, sob anestesia geral, complementada por cateter peridural torácico para analgesia pós-operatória, com paciente em decúbito dorsal horizontal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário. Antibioticoprofilaxia conforme protocolo institucional. 
  2. Assepsia e antissepsia ampla de abdome inferior, regiões inguinais, e coxas bilateralmente, seguido de colocação de campos estéreis. 
  3. Dissecado artérias femorais comum bilateralmente. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum bilateralmente, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta abdominal infrarrenal e as artérias ilíacas no contexto de correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.
  4. Administrada heparinização sistêmica endovenosa, mantendo tempo de coagulação ativado em faixa terapêutica durante o procedimento.
  5. Por meio de fio-guia hidrofílico e cateter angiográfico, realizou-se cateterismo da aorta abdominal, posicionando-se cateter pigtail em segmento suprarrenal para angiografia inicial. A angiografia evidenciou aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com identificação precisa das artérias renais, delimitação do colo proximal e avaliação do eixo aortoilíaco. Confirmadas medidas previamente obtidas na angiotomografia, definindo-se o ponto de liberação imediatamente abaixo das artérias renais, respeitando zona adequada de selamento proximal.
  6. Pelo acesso da femoral comum à direita, realizou-se troca para fio-guia rígido de suporte e introdução do sistema de entrega do corpo principal da endoprótese bifurcada. Procedeu-se à liberação controlada do segmento proximal logo abaixo das artérias renais, seguida da liberação progressiva do corpo da endoprótese até a artéria ilíaca comum direita. O componente foi adequadamente posicionado, garantindo zona de selamento proximal e distal satisfatórias.
  7. Na sequência, foram implantadas extensões ilíacas adicionais, para alcançar segmento arterial distal com diâmetro e comprimento adequados, assegurando exclusão completa do aneurisma pelo lado tratado. Realizou-se acomodação com balão complacente nas zonas de selamento proximal e distal.
  8. Considerando a configuração monoilíaca da endoprótese, procedeu-se à oclusão da artéria ilíaca comum contralateral com dispositivo de oclusão vascular. Confirmada a oclusão adequada por angiografia.
  9. Realizado bypass femoro-femoral cruzado extra-anatômico. Após exposição cirúrgica das artérias femorais comuns bilateralmente por incisões inguinais, realizou-se anastomose término-lateral proximal da prótese vascular de PTFE na artéria femoral comum do lado tratado, seguida de tunelização subcutânea suprapúbica da prótese até o lado contralateral. Procedeu-se à anastomose término-lateral distal à artéria femoral comum contralateral, restabelecendo fluxo sanguíneo para o membro inferior previamente excluído pela oclusão ilíaca.
  10. Angiografia de controle demonstrou posicionamento adequado da endoprótese monoilíaca, com fluxo adequado das artérias renais, exclusão satisfatória do saco aneurismático, ausência de endoleaks significativos e fluxo adequado para o membro contralateral por meio do bypass femoro-femoral.
  11. Após confirmação do resultado, foram retirados os sistemas de entrega, fios-guia e bainhas sob controle fluoroscópico. Realizado sutura das arteriotomias com prolene 4.0. Verificados pulsos distais bilateralmente, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.
  12. Procedeu-se ao fechamento dos acessos femorais com prolene 4.0, obtendo-se hemostasia adequada. Aproximado subcutâneo com vycril 4.0 e pele com nylon 4.0. 
  13. Paciente encaminhado à unidade de recuperação pós-anestésica em condições hemodinâmicas estáveis, com programação de monitorização clínica e laboratorial, controle de função renal e seguimento por imagem conforme protocolo institucional

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: Lunderquist, 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  4. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Endoprótese:  monoilíaca xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão ipsilateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; 
  6. Prótese vascular: Dacron/PTFE xxxxx de diâmetro e xxxx de comprimento.

Nome do procedimento

Correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese monoilíaca

Texto não formatado

Procedimento: correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese monoilíaca.
-Procedimento realizado em sala de hemodinâmica, sob anestesia geral, complementada por cateter peridural torácico para analgesia pós-operatória, com paciente em decúbito dorsal horizontal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário. Antibioticoprofilaxia conforme protocolo institucional.
-Assepsia e antissepsia ampla de abdome inferior, regiões inguinais, e coxas bilateralmente, seguido de colocação de campos estéreis.
-Dissecado artérias femorais comum bilateralmente. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum bilateralmente, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta abdominal infrarrenal e as artérias ilíacas no contexto de correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.
-Administrada heparinização sistêmica endovenosa, mantendo tempo de coagulação ativado em faixa terapêutica durante o procedimento.
-Por meio de fio-guia hidrofílico e cateter angiográfico, realizou-se cateterismo da aorta abdominal, posicionando-se cateter pigtail em segmento suprarrenal para angiografia inicial. A angiografia evidenciou aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com identificação precisa das artérias renais, delimitação do colo proximal e avaliação do eixo aortoilíaco. Confirmadas medidas previamente obtidas na angiotomografia, definindo-se o ponto de liberação imediatamente abaixo das artérias renais, respeitando zona adequada de selamento proximal.
-Pelo acesso da femoral comum à direita, realizou-se troca para fio-guia rígido de suporte e introdução do sistema de entrega do corpo principal da endoprótese bifurcada. Procedeu-se à liberação controlada do segmento proximal logo abaixo das artérias renais, seguida da liberação progressiva do corpo da endoprótese até a artéria ilíaca comum direita. O componente foi adequadamente posicionado, garantindo zona de selamento proximal e distal satisfatórias.
-Na sequência, foram implantadas extensões ilíacas adicionais, para alcançar segmento arterial distal com diâmetro e comprimento adequados, assegurando exclusão completa do aneurisma pelo lado tratado. Realizou-se acomodação com balão complacente nas zonas de selamento proximal e distal.
-Considerando a configuração monoilíaca da endoprótese, procedeu-se à oclusão da artéria ilíaca comum contralateral com dispositivo de oclusão vascular. Confirmada a oclusão adequada por angiografia.
-Realizado bypass femoro-femoral cruzado extra-anatômico. Após exposição cirúrgica das artérias femorais comuns bilateralmente por incisões inguinais, realizou-se anastomose término-lateral proximal da prótese vascular de PTFE na artéria femoral comum do lado tratado, seguida de tunelização subcutânea suprapúbica da prótese até o lado contralateral. Procedeu-se à anastomose término-lateral distal à artéria femoral comum contralateral, restabelecendo fluxo sanguíneo para o membro inferior previamente excluído pela oclusão ilíaca.
-Angiografia de controle demonstrou posicionamento adequado da endoprótese monoilíaca, com fluxo adequado das artérias renais, exclusão satisfatória do saco aneurismático, ausência de endoleaks significativos e fluxo adequado para o membro contralateral por meio do bypass femoro-femoral.
-Após confirmação do resultado, foram retirados os sistemas de entrega, fios-guia e bainhas sob controle fluoroscópico. Realizado sutura das arteriotomias com prolene 4.0. Verificados pulsos distais bilateralmente, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.
-Procedeu-se ao fechamento dos acessos femorais com prolene 4.0, obtendo-se hemostasia adequada. Aproximado subcutâneo com vycril 4.0 e pele com nylon 4.0.
-Paciente encaminhado à unidade de recuperação pós-anestésica em condições hemodinâmicas estáveis, com programação de monitorização clínica e laboratorial, controle de função renal e seguimento por imagem conforme protocolo institucional
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: Lunderquist, 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx -cm de comprimento.
-Endoprótese:  monoilíaca xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão ipsilateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento;
-Prótese vascular: Dacron/PTFE xxxxx de diâmetro e xxxx de comprimento.

Nome do procedimento

Correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese bifurcada

descrição cirúrgica

Procedimento: correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese bifurcada. 

  1. Procedimento realizado em sala de hemodinâmica, sob anestesia geral, complementada por cateter peridural torácico para analgesia pós-operatória, com paciente em decúbito dorsal horizontal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário. Antibioticoprofilaxia conforme protocolo institucional. 
  2. Assepsia e antissepsia ampla de abdome inferior, regiões inguinais, e coxas bilateralmente, seguido de colocação de campos estéreis. 
  3. Dissecado artérias femorais comum bilateralmente. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum bilateralmente, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta abdominal infrarrenal e as artérias ilíacas no contexto de correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.
  4. Realizada técnica de pré-fechamento (“preclose”) em ambos os acessos, com introdução de bainhas compatíveis com o sistema de entrega da endoprótese. 
  5. Administrada heparinização sistêmica endovenosa, mantendo tempo de coagulação ativado em faixa terapêutica durante o procedimento.
  6. Por meio de fio-guia hidrofílico e cateter angiográfico, realizou-se cateterismo da aorta abdominal, posicionando-se cateter pigtail em segmento suprarrenal para angiografia inicial. A angiografia evidenciou aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com identificação precisa das artérias renais, delimitação do colo proximal e avaliação do eixo aortoilíaco. Confirmadas medidas previamente obtidas na angiotomografia, definindo-se o ponto de liberação imediatamente abaixo das artérias renais, respeitando zona adequada de selamento proximal.
  7. Pelo acesso da femoral comum à direita, realizou-se troca para fio-guia rígido de suporte e introdução do sistema de entrega do corpo principal da endoprótese bifurcada. Sob controle fluoroscópico contínuo, o dispositivo foi avançado até o colo infrarrenal e com orientação do ramo contralateral. Procedeu-se à liberação controlada do corpo principal, assegurando posicionamento preciso abaixo das artérias renais e adequada abertura da perna contralateral.
  8. Pelo acesso femoral contralateral, avançou-se cateter e fio-guia hidrofílico com cateterização do ramo contralateral da endoprótese. Confirmada posição intraluminal adequada, realizou-se troca para fio-guia de maior suporte e introdução da bainha apropriada. A endoprótese contralateral foi então avançado e liberado com sobreposição adequada ao corpo principal, estendendo-se até o segmento ilíaco previamente planejado, garantindo zona de selamento distal satisfatória.
  9. Na sequência, procedeu-se à implantação do ramo ipsilateral, com extensão até a artéria ilíaca comum conforme planejamento pré-operatório, preservando o fluxo para as artérias hipogástricas. 
  10. Foram utilizadas extensões ilíacas adicionais conforme necessário para obtenção de selamento distal adequado.
  11. Realizou-se acomodação com balão complacente nas zonas de selamento proximal e distal, bem como nas áreas de sobreposição entre os componentes.
  12. Angiografia de controle com cateter pigtail, demonstrando posicionamento adequado da endoprótese, perviedade das artérias renais e ilíacas, exclusão satisfatória do saco aneurismático e ausência de endoleaks.
  13. Após confirmação do resultado, os sistemas de entrega, fios-guia e bainhas foram retirados sob controle fluoroscópico. 
  14. Procedeu-se ao fechamento dos acessos femorais com prolene 4.0, obtendo-se hemostasia adequada. Aproximado subcutâneo com vycril 4.0 e pele com nylon 4.0. 
  15. Pulsos distais foram verificados ao término do procedimento, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.
  16. Procedeu-se ao fechamento percutâneo dos acessos femorais com os dispositivos previamente implantados, obtendo-se hemostasia adequada. Pulsos distais foram verificados ao término do procedimento, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.-Paciente encaminhado à unidade de recuperação pós-anestésica em condições hemodinâmicas estáveis, com programação de monitorização clínica, laboratorial e controle de função renal, além de seguimento por imagem conforme protocolo institucional para correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: Lunderquist, 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  4. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Endoprótese:  bifurcada xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão ipsilateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão contralateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento.

Nome do procedimento

Correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese bifurcada

Texto não formatado

Procedimento: correção endovascular de AAA infrarrenal com prótese bifurcada.
-Procedimento realizado em sala de hemodinâmica, sob anestesia geral, complementada por cateter peridural torácico para analgesia pós-operatória, com paciente em decúbito dorsal horizontal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário. Antibioticoprofilaxia conforme protocolo institucional.
-Assepsia e antissepsia ampla de abdome inferior, regiões inguinais, e coxas bilateralmente, seguido de colocação de campos estéreis.
-Dissecado artérias femorais comum bilateralmente. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum bilateralmente, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta abdominal infrarrenal e as artérias ilíacas no contexto de correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.
-Realizada técnica de pré-fechamento (“preclose”) em ambos os acessos, com introdução de bainhas compatíveis com o sistema de entrega da endoprótese.
-Administrada heparinização sistêmica endovenosa, mantendo tempo de coagulação ativado em faixa terapêutica durante o procedimento.
-Por meio de fio-guia hidrofílico e cateter angiográfico, realizou-se cateterismo da aorta abdominal, posicionando-se cateter pigtail em segmento suprarrenal para angiografia inicial. A angiografia evidenciou aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com identificação precisa das artérias renais, delimitação do colo proximal e avaliação do eixo aortoilíaco. Confirmadas medidas previamente obtidas na angiotomografia, definindo-se o ponto de liberação imediatamente abaixo das artérias renais, respeitando zona adequada de selamento proximal.
-Pelo acesso da femoral comum à direita, realizou-se troca para fio-guia rígido de suporte e introdução do sistema de entrega do corpo principal da endoprótese bifurcada. Sob controle fluoroscópico contínuo, o dispositivo foi avançado até o colo infrarrenal e com orientação do ramo contralateral. Procedeu-se à liberação controlada do corpo principal, assegurando posicionamento preciso abaixo das artérias renais e adequada abertura da perna contralateral.
-Pelo acesso femoral contralateral, avançou-se cateter e fio-guia hidrofílico com cateterização do ramo contralateral da endoprótese. Confirmada posição intraluminal adequada, realizou-se troca para fio-guia de maior suporte e introdução da bainha apropriada. A endoprótese contralateral foi então avançado e liberado com sobreposição adequada ao corpo principal, estendendo-se até o segmento ilíaco previamente planejado, garantindo zona de selamento distal satisfatória.
-Na sequência, procedeu-se à implantação do ramo ipsilateral, com extensão até a artéria ilíaca comum conforme planejamento pré-operatório, preservando o fluxo para as artérias hipogástricas.
Foram utilizadas extensões ilíacas adicionais conforme necessário para obtenção de selamento distal adequado.
-Realizou-se acomodação com balão complacente nas zonas de selamento proximal e distal, bem como nas áreas de sobreposição entre os componentes.
-Angiografia de controle com cateter pigtail, demonstrando posicionamento adequado da endoprótese, perviedade das artérias renais e ilíacas, exclusão satisfatória do saco aneurismático e ausência de endoleaks.
-Após confirmação do resultado, os sistemas de entrega, fios-guia e bainhas foram retirados sob controle fluoroscópico.
-Procedeu-se ao fechamento dos acessos femorais com prolene 4.0, obtendo-se hemostasia adequada. Aproximado subcutâneo com vycril 4.0 e pele com nylon 4.0.
-Pulsos distais foram verificados ao término do procedimento, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.
-Procedeu-se ao fechamento percutâneo dos acessos femorais com os dispositivos previamente implantados, obtendo-se hemostasia adequada. -Pulsos distais foram verificados ao término do procedimento, com perfusão preservada em ambos os membros inferiores.-Paciente encaminhado à unidade de recuperação pós-anestésica em condições hemodinâmicas estáveis, com programação de monitorização clínica, laboratorial e controle de função renal, além de seguimento por imagem conforme protocolo institucional para correção endovascular de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: Lunderquist, 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Endoprótese:  bifurcada xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão ipsilateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento; extensão contralateral: xxxx de diâmetro e xxxx de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia de artéria carótida com técnica MOMA

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia de artéria carótida com técnica MOMA.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a artérias carótidas do território cervical direito. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame:

  1. Artéria carótida externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas. 
  2. Artéria carótida interna direita: apresenta lesão aterosclerótica no segmento proximal.

 

Descrição do tratamento: 

  1. O dispositivo MOMA foi e o balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento da carótida externa foi insuflado.
  2. Controle angiográfico foi realizado.
  3. Em seguida, o balão da artéria carótida comum foi insuflado.
  4. A lesão da artéria carótida interna direita foi ultrapassada.
  5. Realizada a pré-dilatação.
  6. Realizado implante stent auto expansível de  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
  7. Realizada a pós-dilatação, com bom calibre final, ausência de oclusão residual e continuidade do fluxo distal preservada.
  8. Observando-se após o procedimento luz vascular ampla, paredes regulares e fluxo distal adequado.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  4. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia de artéria carótida com técnica MOMA

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia de artéria carótida com técnica MOMA.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a artérias carótidas do território cervical direito. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria carótida externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida interna direita: apresenta lesão aterosclerótica no segmento proximal.
Descrição do tratamento:
-O dispositivo MOMA foi e o balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento da carótida externa foi insuflado.
-Controle angiográfico foi realizado.
-Em seguida, o balão da artéria carótida comum foi insuflado.
-A lesão da artéria carótida interna direita foi ultrapassada.
-Realizada a pré-dilatação.
-Realizado implante stent auto expansível de  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
-Realizada a pós-dilatação, com bom calibre final, ausência de oclusão residual e continuidade do fluxo distal preservada.
-Observando-se após o procedimento luz vascular ampla, paredes regulares e fluxo distal adequado.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia de artéria carótida

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia de artéria carótida.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria carótida comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. A artéria carótida interna direita: apresentava estenose hemodinamicamente significativa no segmento cervical, imediatamente após bifurcação.

 

Descrição do tratamento: 

  1. Realizada cateterização seletiva da artéria carótida, com passagem de cateter-guia 8F.
  2. Introdução e liberação de filtro de proteção cerebral.
  3. Realizado implante stent auto expansívelde  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
  4. Observando-se após o procedimento luz vascular ampla, paredes regulares e fluxo distal contínuo, sem sinais de retenção de contraste em filtro de proteção cerebral.
  5. Observado estenose residual após a liberação do stent.
  6. O filtro de proteção cerebral foi retirado sem intercorrências.
  7. O controle angiográfico final foi satisfatório.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Filtro de proteção cerebral XXXX.
  4. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  5. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia de artéria carótida

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia de artéria carótida.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria carótida comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-A artéria carótida interna direita: apresentava estenose hemodinamicamente significativa no segmento cervical, imediatamente após bifurcação.
Descrição do tratamento:
-Realizada cateterização seletiva da artéria carótida, com passagem de cateter-guia 8F.
-Introdução e liberação de filtro de proteção cerebral.
-Realizado implante stent auto expansívelde  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
-Observando-se após o procedimento luz vascular ampla, paredes regulares e fluxo distal contínuo, sem sinais de retenção de contraste em filtro de proteção cerebral.
-Observado estenose residual após a liberação do stent.
-O filtro de proteção cerebral foi retirado sem intercorrências.
-O controle angiográfico final foi satisfatório.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Filtro de proteção cerebral XXXX.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria ilíaca externa direita

descrição cirúrgica

Procedimento: angioplastia da artéria ilíaca externa direita.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca externa direita: apresenta estenose hemodinamicamente significativa, com irregularidade parietal e redução luminal.

 

Descrição do tratamento: 

  1. A estenose foi ultrapassada com fio-guia metálico de 0,035’’.
  2. Realizado pré dilatação da estenose com balão xxxx semi complacente.
  3. A artéria ilíaca externa direita recebeu implante de stent de liberação controlada autoexpansível de  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
  4. Observado estenose residual após a liberação do stent.
  5. Realizado pós dilatação com balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  6. Observado stent totalmente expandido, bem localizado, com restauração do diâmetro da artéria e fluxo arterial satisfatório. 

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
  3. Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
  4. Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Angioplastia da artéria ilíaca externa direita

Texto não formatado

Procedimento: angioplastia da artéria ilíaca externa direita.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa direita: apresenta estenose hemodinamicamente significativa, com irregularidade parietal e redução luminal.
Descrição do tratamento:
-A estenose foi ultrapassada com fio-guia metálico de 0,035’’.
-Realizado pré dilatação da estenose com balão xxxx semi complacente.
-A artéria ilíaca externa direita recebeu implante de stent de liberação controlada autoexpansível de  xxxxx mm de diâmetro e xxxxx cm de comprimento, cobrindo completamente a lesão.
-Observado estenose residual após a liberação do stent.
-Realizado pós dilatação com balão semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Observado stent totalmente expandido, bem localizado, com restauração do diâmetro da artéria e fluxo arterial satisfatório.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Guias: 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento.
-Balão: semi complacente de xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.
-Stent: auto expansível/balão expansível xxxxxx mm de diâmetro e xxxx cm de comprimento.

Nome do procedimento

Portorafia indireta

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, sequida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, sendo posicionado em artéria esplênica, examinando-se o sistema venoso hepático. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial. 

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria esplênica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas. 
  2. Veia esplênica: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Veia porta: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia mesentérica superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. Circulação colateral: ausente 
  6. Parênquima hepático: sem lesões focais ou alterações de vascularização.
  7. Parênquima esplênico: sem lesões focais ou alterações de vascularização. 

 

Opinião:

Exame dentro da normalidade.

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Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Portorafia indireta

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, sequida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, sendo posicionado em artéria esplênica, examinando-se o sistema venoso hepático. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria esplênica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Veia esplênica: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia porta: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia mesentérica superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Circulação colateral: ausente.
-Parênquima hepático: sem lesões focais ou alterações de vascularização.
-Parênquima esplênico: sem lesões focais ou alterações de vascularização.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Cavografia

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se as veias ilíacas comuns, externas e internas bilateralmente e a veia cava inferior até o nível das veias renais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. Veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. Veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

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  1. Veia ilíaca comum esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. Veia ilíaca externa esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Veia ilíaca interna: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

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  1. Veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. Segmento infrarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Segmento justarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. A circulação colateral venosa não evidencia desenvolvimento de colaterais patológicas nos territórios lombar, paravertebral, gonadal ou no sistema ázigos e hemiázigos.
  6. Não há evidência da presença de filtro de veia cava inferior.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Cavografia demonstrando todas as veias avaliadas pérvias, com calibre preservado e sem falhas de enchimento, não havendo evidências de trombose ou alterações obstrutivas no sistema venoso estudado.

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Cavografia

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se as veias ilíacas comuns, externas e internas bilateralmente e a veia cava inferior até o nível das veias renais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-Veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
__________________________________________
-Veia ilíaca comum esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca externa esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca interna: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
__________________________________________
-Veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Segmento infrarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Segmento justarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia cava superior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-A circulação colateral venosa não evidencia desenvolvimento de colaterais patológicas nos territórios lombar, paravertebral, gonadal ou no sistema ázigos e hemiázigos.
-Não há evidência da presença de filtro de veia cava inferior.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Cavografia demonstrando todas as veias avaliadas pérvias, com calibre preservado e sem falhas de enchimento, não havendo evidências de trombose ou alterações obstrutivas no sistema venoso estudado.
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Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Arteriografia pélvica

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal e o sistema arterial pélvico bilateral. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Aorta distal: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

         __________________________________________

  1. Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

 

Opinião:

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

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Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.

Sinais de oclusão de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.

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Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.

Sinais de oclusão de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.

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Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Arteriografia pélvica

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal e o sistema arterial pélvico bilateral. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Aorta distal: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
__________________________________________
-Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.
-Sinais de oclusão de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.
-Sinais de oclusão de artéria ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.
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-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Arteriografia de tronco celíaco e mesentérica superior

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o tronco celíaco, artéria mesentérica superior e todos os seus ramos principais (hepática, esplênica, cólica direita, cólica média e ileocólica). Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Tronco celíaco: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria hepática: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria esplênica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria mesentérica superior: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria cólica direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria cólica esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria ileocólica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

__________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de tronco celíaco, artéria mesentérica superior, artéria hepática, artéria esplênica e artéria cólica direita, artéria cólica média e artéria ileocólica.

Sinais de oclusão de artérias tronco celíaco, artéria mesentérica superior, artéria hepática, artéria esplênica, artéria cólica direita, artéria cólica média e artéria ileocólica.

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Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Arteriografia de tronco celíaco e mesentérica superior

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o tronco celíaco, artéria mesentérica superior e todos os seus ramos principais (hepática, esplênica, cólica direita, cólica média e ileocólica). Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Tronco celíaco: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria hepática: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria esplênica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria mesentérica superior: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria cólica direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria cólica esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ileocólica: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
__________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de tronco celíaco, artéria mesentérica superior, artéria hepática, artéria esplênica e artéria cólica direita, artéria cólica média e artéria ileocólica.
-Sinais de oclusão de artérias tronco celíaco, artéria mesentérica superior, artéria hepática, artéria esplênica, artéria cólica direita, artéria cólica média e artéria ileocólica.
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-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Aortografia e arteriografia renal

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente e as artérias renais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Aorta distal: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria renal direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Parênquima renal direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria renal esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

______________________________________________________

  1. Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

______________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.

Sinais de oclusão de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna  à direita.

______________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.

Sinais de oclusão de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna  à esquerda.

______________________________________________________

Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

______________________________________________________

Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Aortografia e arteriografia renal

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente e as artérias renais. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Aorta distal: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria renal direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Parênquima renal direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria renal esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
______________________________________________________
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à direita.
-Sinais de oclusão de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna  à direita.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna à esquerda.
-Sinais de oclusão de artérias renal, ilíaca comum, ilíaca externa e ilíaca interna  à esquerda.
______________________________________________________
-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados:

 

Nome do procedimento

Arteriografia de membro superior

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o arco aórtico, os troncos supra-aórticos e o sistema arterial de membro superior direito/esquerdo. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Arco aórtico: íntegro, apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Troncos supra-aórticos: íntegros, apresentam paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria axilar direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria braquial direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria radial direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria ulnar direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

______________________________________________________

  1. Artéria subclávia esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria axilar esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria braquial esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria radial esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria ulnar esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

______________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares à direita.

Sinais de oclusão de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares  à direita.

______________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares à esquerda.

Sinais de oclusão de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares  à esquerda.

______________________________________________________

Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Arteriografia de membro superior

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o arco aórtico, os troncos supra-aórticos e o sistema arterial de membro superior direito/esquerdo. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Arco aórtico: íntegro, apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Troncos supra-aórticos: íntegros, apresentam paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria subclávia direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria axilar direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria braquial direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria radial direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ulnar direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
______________________________________________________
-Artéria subclávia esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria axilar esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria braquial esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria radial esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ulnar esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares à direita.
-Sinais de oclusão de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares  à direita.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares à esquerda.
-Sinais de oclusão de artérias subclávias, axilares, braquiais, radiais e ulnares  à esquerda.
______________________________________________________
-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Arteriografia de membro inferior direito

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria femoral comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria femoral profunda direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria femoral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria poplítea direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Tronco tibiofibular direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria tibial anterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria tibial posterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. Artéria fibular direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas. 

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

______________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.

Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.

______________________________________________________

Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

______________________________________________________

Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Arteriografia de membro inferior direito

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria femoral comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral profunda direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria poplítea direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Tronco tibiofibular direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial anterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial posterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria fibular direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
______________________________________________________
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
-Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
______________________________________________________
-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
______________________________________________________
Biblioteca de frases para exames alterados:

Nome do procedimento

Flebografia de membro inferior

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se veias profundas e superficiais do membro inferior à direita, assim como veias renais, veia cava superior e inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.

 

Descrição do exame: 

  1. Veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. Veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.

______________________________________________________

  1. Veia ilíaca comum esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  2. Veia ilíaca externa esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  3. Veia ilíaca interna esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  4. Veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  5. Veia cava inferior suprarrenal: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  6. Veia cava inferior infrarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  7. Veia cava inferior justarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
  8. Não se observa circulação colateral venosa.
  9. Não há evidência de filtro de veia cava inferior.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Flebografia demonstrando todas as veias avaliadas pérvias, com calibre preservado e sem falhas de enchimento, não havendo evidências de trombose ou alterações obstrutivas no sistema venoso estudado.

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Flebografia de membro inferior

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso venoso foi obtido por punção da veia femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se veias profundas e superficiais do membro inferior à direita, assim como veias renais, veia cava superior e inferior. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso venoso.
Descrição do exame:
-Veia ilíaca comum direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca externa direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca interna direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia renal direita: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
______________________________________________________

-Veia ilíaca comum esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca externa esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia ilíaca interna esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia renal esquerda: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia cava inferior suprarrenal: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia cava inferior infrarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Veia cava inferior justarrenal da veia cava inferior: apresenta diâmetro preservado, fluxo normal, e sem falhas de enchimento.
-Não se observa circulação colateral venosa.
-Não há evidência de filtro de veia cava inferior.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Flebografia demonstrando todas as veias avaliadas pérvias, com calibre preservado e sem falhas de enchimento, não havendo evidências de trombose ou alterações obstrutivas no sistema venoso estudado.
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Biblioteca de frases para exames alterados: 

Nome do procedimento

Arteriografia de carótidas e vertebrais

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se arco aórtico, os troncos supra aórticos, as artérias carótidas comuns, internas e externas bilateralmente, as artérias vertebrais em seus segmentos extracranianos e a circulação arterial e venosa intracraniana. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Arco aórtico: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Troncos supra-aórticos: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria carótida comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria carótida interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria carótida externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria carótida comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria carótida interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. Artéria carótida externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  9. Artéria vertebral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  10. Artéria vertebral esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  11. Circulação arterial intracraniana: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas, malformações arteriovenosas ou dilatações aneurismáticas.
  12. Drenagem venosa intracraniana: ocorre de forma habitual, sem atraso circulatório ou alterações morfológicas.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

Artérias carótidas e vertebrais sem estenoses hemodinamicamente significativas.

Ausência de malformações vasculares ou aneurismas no território cervical e intracraniano avaliado.

Presença de stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade.

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

  1. Artéria carótida interna direita: estenose significativa de aproximadamente 70% (método NASCET) na sua origem, determinada por placa aterosclerótica irregular e parcialmente calcificada, com redução luminal acentuada e fluxo residual distal preservado, sem oclusão ou trombo evidente.

Nome do procedimento

Arteriografia de carótidas e vertebrais

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se arco aórtico, os troncos supra aórticos, as artérias carótidas comuns, internas e externas bilateralmente, as artérias vertebrais em seus segmentos extracranianos e a circulação arterial e venosa intracraniana. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Arco aórtico: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Troncos supra-aórticos: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria carótida externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria vertebral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria vertebral esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Circulação arterial intracraniana: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas, malformações arteriovenosas ou dilatações aneurismáticas.
-Drenagem venosa intracraniana: ocorre de forma habitual, sem atraso circulatório ou alterações morfológicas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
-Artérias carótidas e vertebrais sem estenoses hemodinamicamente significativas.
-Ausência de malformações vasculares ou aneurismas no território cervical e intracraniano avaliado.
-Presença de stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
__________________________________________________
Biblioteca de frases para exames alterados:
-Artéria carótida interna direita: estenose significativa de aproximadamente 70% (método NASCET) na sua origem, determinada por placa aterosclerótica irregular e parcialmente calcificada, com redução luminal acentuada e fluxo residual distal preservado, sem oclusão ou trombo evidente.

Nome do procedimento

Aortografia e arteriografia de membro inferior esquerdo

descrição cirúrgica

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Aorta abdominal infrarrenal: apresenta paredes regulares, diâmetro  preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria femoral comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria femoral profunda direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. Artéria femoral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  9. Artéria poplítea direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  10. Tronco tibiofibular direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  11. Artéria tibial anterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  12. Artéria tibial posterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  13. Artéria fibular direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

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  1. Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  2. Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  4. Artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  5. Artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  6. Artéria femoral esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  7. Artéria poplítea esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  8. Tronco tibiofibular esquerdo: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  9. Artéria tibial anterior esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  10. Artéria tibial posterior esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
  11. Artéria fibular esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.

 

Opinião: 

Exame dentro da normalidade.

Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.

Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.

__________________________________________________

Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.

Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.

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Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.

Restante do exame dentro da normalidade. 

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Biblioteca de frases para exames alterados: 

  1. apresenta irregularidades parietais difusas, sem estenose significativa, com fluxo preservado.
  2. apresenta irregularidades parietais associadas a estenoses sequenciais ao longo do seu trajeto, evoluindo com oclusão distal e ausência de opacificação além do segmento comprometido.
  3. apresenta irregularidades parietais, sem redução luminal significativa, com opacificação adequada.
  4. encontra-se recanalizada, com calibre reduzido, contornos irregulares e enchimento tardio por fluxo colateral.
  5. encontra-se ocluída desde seu segmento proximal, sem opacificação distal.
  6. apresenta irregularidades difusas associadas a oclusões multissegmentares, com opacificação distal precária

Nome do procedimento

Aortografia e arteriografia de membro inferior esquerdo

Texto não formatado

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se a aorta distal, as artérias ilíacas bilateralmente, o sistema arterial do membro inferior esquerdo e os vasos infrapoplíteos. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Aorta abdominal infrarrenal: apresenta paredes regulares, diâmetro  preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral comum direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral profunda direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria poplítea direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Tronco tibiofibular direito: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial anterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial posterior direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria fibular direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
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-Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral comum esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral profunda esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria femoral esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria poplítea esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Tronco tibiofibular esquerdo: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial anterior esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria tibial posterior esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria fibular esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Opinião:
-Exame dentro da normalidade.
-Presença de irregularidades parietais sugestivas de aterosclerose.
-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
-Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
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-Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.
-Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.
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-Presença de Stent em artérias xxxx com sem sinais de hiperplasia miointimal.
-Restante do exame dentro da normalidade.
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Biblioteca de frases para exames alterados:
-apresenta irregularidades parietais difusas, sem estenose significativa, com fluxo preservado.
-apresenta irregularidades parietais associadas a estenoses sequenciais ao longo do seu trajeto, evoluindo com oclusão distal e ausência de opacificação além do segmento comprometido.
-apresenta irregularidades parietais, sem redução luminal significativa, com opacificação adequada.
-encontra-se recanalizada, com calibre reduzido, contornos irregulares e enchimento tardio por fluxo colateral.
-encontra-se ocluída desde seu segmento proximal, sem opacificação distal.
-apresenta irregularidades difusas associadas a oclusões multissegmentares, com opacificação distal precária

Nome do procedimento

Angiotomografia de abdome e pelve

descrição cirúrgica

Técnica: Exame realizado por angiotomografia computadorizada, com aquisição helicoidal de imagens após administração de contraste iodado hidrossolúvel por via intravenosa. O acesso vascular foi venoso periférico para infusão do meio de contraste. A aquisição foi realizada com reconstruções multiplanares e análise angiográfica do território arterial da aorta abdominal e das artérias ilíacas até o segmento pélvico.

 

Descrição do exame: 

  1. Aorta distal: apresenta calibre preservado no segmento suprarrenal, sem irregularidades parietais ou estenoses significativas.
  2. Aorta infrarrenal: apresenta dilatação aneurismática fusiforme, iniciando-se aproximadamente 3 cm distalmente às artérias renais, com diâmetro máximo de 5,1 cm, sem sinais de ruptura, dissecção ou trombose mural significativa descrita, mantendo continuidade do fluxo distal.
  3. Artéria ilíaca comum direita: apresenta dilatação aneurismática, com diâmetro aproximado de 3,1 cm, paredes contínuas e fluxo distal preservado.
  4. Artéria ilíaca externa direita: apresenta calibre preservado, sem irregularidades parietais ou estenoses.
  5. Artéria ilíaca interna direita: apresenta calibre preservado, sem dilatações ou estenoses identificáveis.

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  1. Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta dilatação aneurismática, com diâmetro aproximado de 2,3 cm, sem sinais de oclusão e com fluxo distal mantido.
  2. Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta calibre preservado, sem irregularidades parietais ou estenoses significativas.
  3. Artéria ilíaca interna esquerda: não foi descrita no estudo fornecido, não sendo possível sua avaliação detalhada.

 

Opinião:

Angio-tomografia evidencia aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com início 3 cm abaixo das artérias renais e diâmetro máximo de 5,1 cm, associado a aneurismas das artérias ilíacas comuns bilateralmente, mais acentuado à direita, sem evidências de estenoses significativas ou oclusões nos demais segmentos arteriais avaliados.

Nome do procedimento

Angiotomografia de abdome e pelve

Texto não formatado

Técnica: Exame realizado por angiotomografia computadorizada, com aquisição helicoidal de imagens após administração de contraste iodado hidrossolúvel por via intravenosa. O acesso vascular foi venoso periférico para infusão do meio de contraste. A aquisição foi realizada com reconstruções multiplanares e análise angiográfica do território arterial da aorta abdominal e das artérias ilíacas até o segmento pélvico.
Descrição do exame:
-Aorta distal: apresenta calibre preservado no segmento suprarrenal, sem irregularidades parietais ou estenoses significativas.
-Aorta infrarrenal: apresenta dilatação aneurismática fusiforme, iniciando-se aproximadamente 3 cm distalmente às artérias renais, com diâmetro máximo de 5,1 cm, sem sinais de ruptura, dissecção ou trombose mural significativa descrita, mantendo continuidade do fluxo distal.
-Artéria ilíaca comum direita: apresenta dilatação aneurismática, com diâmetro aproximado de 3,1 cm, paredes contínuas e fluxo distal preservado.
-Artéria ilíaca externa direita: apresenta calibre preservado, sem irregularidades parietais ou estenoses.
-Artéria ilíaca interna direita: apresenta calibre preservado, sem dilatações ou estenoses identificáveis.
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-Artéria ilíaca comum esquerda: apresenta dilatação aneurismática, com diâmetro aproximado de 2,3 cm, sem sinais de oclusão e com fluxo distal mantido.
-Artéria ilíaca externa esquerda: apresenta calibre preservado, sem irregularidades parietais ou estenoses significativas.
-Artéria ilíaca interna esquerda: não foi descrita no estudo fornecido, não sendo possível sua avaliação detalhada.
Opinião: Angio-tomografia evidencia aneurisma de aorta abdominal infrarrenal, com início 3 cm abaixo das artérias renais e diâmetro máximo de 5,1 cm, associado a aneurismas das artérias ilíacas comuns bilateralmente, mais acentuado à direita, sem evidências de estenoses significativas ou oclusões nos demais segmentos arteriais avaliados.

Nome do procedimento

Embolização de tumor hepático

descrição cirúrgica

Procedimento: embolização de tumor hepático.

 

Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema arterial hepático direito e esquerdo. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.

 

Descrição do exame: 

  1. Artéria hepática direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas. 
  2. Artéria hepática esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas. 

Descrição do tratamento: 

  1. Artéria hepática direita foi seletivamente cateterizada, com manutenção da continuidade do fluxo distal inicial.
  2. A artéria hepática direita foi submetida à embolização com doxorrubicina 50 mg/10 ml mais lipiodol 480 mg/10 ml, proporção de 1:1, volume total injetado de 6 ml; seguido de embolização com partículas de PVA 100–500 µm. Ao final, ao controle angiográfico, observou-se redução significativa da perfusão tumoral, e sem comprometimento de vaso não alvo.

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  1. A artéria hepática esquerda foi seletivamente cateterizada, com manutenção da continuidade do fluxo distal inicial.
  2. A artéria hepática esquerda foi submetida à embolização com doxorrubicina 50 mg/10 ml mais lipiodol 480 mg/10 ml, proporção de 1:1, volume total injetado de 6 ml; seguido de embolização com partículas de PVA 100–500 µm. Ao final, ao controle angiográfico, observou-se redução significativa da perfusão tumoral, e sem comprometimento de vaso não alvo.

 

Material utilizado: 

  1. Introdutor: 5 Fr.
  2. Cateter: Simons 2 Cobra 2, microcateter 2,1 – 2,7 Fr x 150 cm.
  3. Guias: hidrofílico 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento; micro guia 0,014” x 205 cm.
  4. Agente embolizado: PVA 100–500 µm; Microesferas calibradas 100–300; Gelfoam; Microesferas carregáveis com quimioterápico;
  5. Medicamentos: doxorrubicina 50 mg 10 ml / lipiodol 480 mg/ml 10 ml.

Nome do procedimento

Embolização de tumor hepático

Texto não formatado

Procedimento: embolização de tumor hepático.
Técnica: o exame foi realizado sob fluoroscopia, com administração de contraste iodado e aquisição de imagens seriadas. Realizou-se anestesia local com lidocaína a 2% sem vasoconstritor. O acesso arterial foi obtido por punção da artéria femoral comum direita, seguida da inserção de introdutor. Heparina foi administrada por via intra-arterial através da bainha lateral do introdutor. Um cateter angiográfico seletivo foi avançado para avaliação dos vasos, examinando-se o sistema arterial hepático direito e esquerdo. Ao término, o introdutor foi removido e obteve-se hemostasia adequada do acesso arterial.
Descrição do exame:
-Artéria hepática direita: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
-Artéria hepática esquerda: apresenta paredes regulares, diâmetro preservado e sem estenoses significativas.
Descrição do tratamento:
-Artéria hepática direita foi seletivamente cateterizada, com manutenção da continuidade do fluxo distal inicial.
-A artéria hepática direita foi submetida à embolização com doxorrubicina 50 mg/10 ml mais lipiodol 480 mg/10 ml, proporção de 1:1, volume total injetado de 6 ml; seguido de embolização com partículas de PVA 100–500 µm. Ao final, ao controle angiográfico, observou-se redução significativa da perfusão tumoral, e sem comprometimento de vaso não alvo.
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-A artéria hepática esquerda foi seletivamente cateterizada, com manutenção da continuidade do fluxo distal inicial.
-A artéria hepática esquerda foi submetida à embolização com doxorrubicina 50 mg/10 ml mais lipiodol 480 mg/10 ml, proporção de 1:1, volume total injetado de 6 ml; seguido de embolização com partículas de PVA 100–500 µm. Ao final, ao controle angiográfico, observou-se redução significativa da perfusão tumoral, e sem comprometimento de vaso não alvo.
Material utilizado:
-Introdutor: 5 Fr.
-Cateter: Simons 2 Cobra 2, microcateter 2,1 – 2,7 Fr x 150 cm.
-Guias: hidrofílico 0,035” de diâmetro e 260 cm de comprimento; micro guia 0,014” x 205 cm.
-Agente embolizado: PVA 100–500 µm; Microesferas calibradas 100–300; Gelfoam; Microesferas carregáveis com quimioterápico;
-Medicamentos: doxorrubicina 50 mg 10 ml / lipiodol 480 mg/ml 10 ml.

Nome do procedimento

Anamnese Exame físco completo e normal

descrição cirúrgica

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Queixa principal (DAP)

Procedente de Hospital das Clínicas de Marília Santa Casa de Marília Assis Ourinhos encaminhada através da CROSS a pedido do(a) Dr.(a) Amanda Amara

Paciente comparece para arteriografia angioplastia de membro inferiores, principalmente membro inferior à direita esquerda devido a doença arterial periférica crônica com isquemia crítica e necessidade de revascularização.

Paciente com presença de lesão isquêmica e dor em repouso em 1º dedo do pé à direita esquerda há mais de 60 dias, sem melhora da lesão e com presença de dores de forte intensidade. Ultrassom Doppler com presença de estenoses e oclusões arteriais.
No momento paciente sem mais queixas.

Exames séricos (hemograma, plaquetas, sódio, potássio, ureia, creatinina, tap, ttpa, glicemia) avaliados e dentro da normalidade.

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Queixa principal (PERMCATH)

Procedente da Santa Casa de Marília a pedido do(a) Dr.(a) Fátima, Pavaneti, Luiz Fernando, Vitor
Paciente comparece para realização de retirada de permicath devido a obstrução infecção.
Paciente comparece para realização de inserção de permicath devido insuficiência renal crônica e necessidade de hemodiálise.
Paciente sem queixas no momento.
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Queixa principal (ANGIOPLASTIA FÍSTULA ARTÉRIO VENOSA)

Procedente da Santa Casa de Marília a pedido do(a) Dr.(a) Fátima, Pavaneti, Luiz Fernando, Vitor
Paciente comparece para realização de flebografaia de membro superior à direita esquerda devido a alteração de fluxo em fístula artério venosa para hemodiálise.
Paciente com presença de edema importante de membro associado a presença de desenvolvimento de circulação venosa colateral.
Paciente sem queixas no momento.

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Antecedentes

Hipertensão arterial sistêmica
Diabetes Mellitus com neuropatia diabética
Infarto agudo do miocárdio
Acidente vascular encefálico
Doença arterial periférica
Estenose de carótidas assintomática
Antecedente de amputação de 1º pododáctilo de membro inferior à direita esquerda bilateral
Varizes
Obesidade
Tabagismo
Angioplastia de membro inferior à direita à esquerda bilateral

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Alergias:
nega

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Uso:
Ácido acetilsalicílico
Anlodipino
Atorvastatina
Bisoprolol
Carvedilol
Cilostazol
Clopidogrel
Dapagliflozina
Empagliflozina
Gliclazida
Glibenclamida
Hidroclorotiazida
Insulina glargina
Liraglutida
Losartana
Metformina
Metoprolol
Pentoxifilina
Pioglitazona
Rivaroxabana
Rosuvastatina
Semaglutida
Sitagliptina
Ticagrelor

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EXAME FÍSICO

BEG anictérico, acianótico, corado, hidratado, eupneico, Glasgow 15 e sem déficits neurológicos sensitivos ou motores.
ST: Murmúrio vesicular presente e normal, e sem ruídos adventícios. Bulhas cardíacas rítmicas e normofonéticas, 2 tempos e sem sopros
SA: indolor e sem VCM
MEMBRO SUPERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.
MEMBRO SUPERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.
MEMBRO INFERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.
MEMBRO INFERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.

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EVOLUÇÃO DE PÓS-OPERATÓRIO

Pós operatório de retirada de permcath e inserção de novo permcath.
Realizado cavografia
Procedimento em intercorrências.
Paciente sem queixas.

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Pós-operatório de angioplastia intraluminal de veia cava superior e vasos da extremidade com sem stent.
Procedimento em intercorrências.
Paciente sem queixas.

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Pós operatório de angioplastia intraluminal de artérias ilíaca comum, ilíaca interna, ilíaca externa, femoral comum, femoral profunda, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita à esquerda.
Realizado arteriografia de aorta e artérias ilíacas e de membro inferior à direita esquerda.
Procedimento em intercorrências.
Paciente sem queixas.
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Pós operatório de confecção de fístula artério venosa (bráquicefálica/radicefálica) para hemodiálise devido a insuficiência renal crônica.
Procedimento sem intercorrências
Paciente sem queixas.

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EVOLUÇÃO DE INTERNADO

Paciente sem queixas.
Paciente evoluiu bem e sem intercorrências no período.
Controles de sinais vitais e hábitos fisiológicos dentro da normalidade.
Presença de curativo dentro da normalidade.

EXAME FÍSICO

BEG anictérico, acianótico, corado, hidratado, eupneico, Glasgow 15 e sem déficits neurológicos sensitivos ou motores.
ST: Murmúrio vesicular presente e normal, e sem ruídos adventícios. Bulhas cardíacas rítmicas e normofonéticas, 2 tempos e sem sopros
SA: indolor e sem VCM
MEMBRO SUPERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.
MEMBRO SUPERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.

MEMBRO INFERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.
MEMBRO INFERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.

Ferida evoluindo com melhora em relação ao dia de ontem, sem sinais de secreção, hiperemia e calor local.
Ferida evoluindo com melhora em relação ao dia de ontem, mas ainda com sinais discretos de secreção em leito da ferida, mas sem hiperemia e calor local.

Presença de curativo dentro da normalidade em região inguinal à direita esquerda devido a punção arterial.
Presença de curativo dentro da normalidade em região anterior de tórax à direita esquerda devido a retirada de permcath.

Presença de curativo dentro da normalidade em região anterior de tórax à direita esquerda devido a insercção de permcath.

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NOVAS HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS:
Não

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CONDUTA:

Mantenho paciente internado devido ao quadro clínico importante.
Manter repouso relativo no leito.
Mantido o uso de antibiótico.
Curativo 2 vezes ao dia.
Solicito exames de rotina adequados para o tratamento.
Cabeceira em posição de Trendelembrug.
Monitorização de sinais vitais a cada 6 horas.
Controle de diurese.
Não realizar qualquer atividade física de força ou repetição com o membro superior inferior à esquerda direita por 30 dias.
Qualquer intercorrência entrar em contato com médico responsável.

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CIRURGIA:

Paciente em programação para tratamento cirúrgico de amputação desbridamento fasciotomia de pé de membro inferior à direita esquerdo devido a pé diabético infectado e não isquêmico

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PREPARO PARA CIRURGIA: 

Prescrevo jejum à partir da meia noite.
Exames pré-operatórios adequados para o tratamento.
Prescrevo soro de manutenção.
Suspendo o uso de anticoagulantes.
Envio aviso para o centro cirúrgico.
Deixo reserva de sague.
Converso com paciente e familiares. Solicito que paciente comunique os familiares para que compareçam para esclarecimentos mas o paciente se recusa
Paciente sem duvidas ou oposições no momento.
Paciente com termo de amputação assinado e de acordo com o tratamento proposto.

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Alta para enfermaria domicílio.

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EXAME FÍSICO PÓS-OPERATÓRIO 

BEG anictérico, acianótico, corado, hidratado, eupneico, Glasgow 15 e sem déficits neurológicos sensitivos ou motores.
ST: Murmúrio vesicular presente e normal, e sem ruídos adventícios. Bulhas cardíacas rítmicas e normofonéticas, 2 tempos e sem sopros
SA: indolor e sem VCM
MEMBRO SUPERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.
MEMBRO SUPERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Edema: não.
MEMBRO INFERIOR À DIREITA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.
MEMBRO INFERIOR À ESQUERDA: perfusão ok, sem gradiente térmico, pulsos: todos os pulsos presentes e normais. Varizes: C3. Edema: não.

Presença de curativo dentro da normalidade em região anterior de tórax à direita esquerda devido a retirada de permcath.
Presença de curativo dentro da normalidade em região anterior de tórax à direita esquerda devido a insercção de permcath.

Presença de curativo dentro da normalidade em região inguinal à direita esquerda devido a punção arterial.

 

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Conduta:
Alta para enfermaria domicílio.
Manter repouso relativo no leito.
Cabeceira em posição de Trendelembrug.
Monitorização de sinais vitais a cada 6 horas.
Controle de diurese.
Nao realizar qualaquer atividade física de força ou repetição com o membro superior inferior à esquerda direita por 30 dias.
Qualquer intercorrência entrar em contato com médico responsável.

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Paracetamol 500mg----------------------------1 caixa.
Tome 1 comprimido de 6 em 6 horas, se dor.

Cefalexina 500mg  _______________________7 cps
Tome 1 comprimido via oral 1 vez ao dia por 7 dias. Se estiver em hemodiálise, tomar após as sessões.

USO LOCAL PARA CURATIVOS
Gazes - 5 unidades
Ataduras de 20cm de largura - 5 unidades
Micropore 25mmde largura 1 unidade.

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ORIENTAÇÕES

Retorno dia 10/03/2026
Hora: 16:30 hs

Retirada de pontos
Local: Consultório
Dia 10/03/2026
Horário: 16:30 hs

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CURATIVOS

Realizar curativo 2 vezes ao dia até a retirada dos pontos. Limpar a ferida com água e sabonete. Manter a ferida fechada com gaze e atadura.
Qualquer intercorrência procurar um Pronto Socorro.
Não realizar força ou exercício de repetição com o membro superior por 30 dias.

Nome do procedimento

Anamnese Exame físco completo e normal

Texto não formatado

Nome do procedimento

Arteriografia de membros inferiores

descrição cirúrgica

Técnica: Arteriografia digital por subtração digital. Acesso femoral direito, cateter em aorta abdominal e seletivação bilateral, runoff prolongado. Procedimento sem complicações.

Achados – Membro Inferior Direito:

Aorta abdominal: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.

Artéria ilíaca comum: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.

Artéria ilíaca interna: ateromatose discreta focal na origem, sem estenoses, calibre e trajeto preservados.

Artéria ilíaca externa: ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses ou alterações de calibre.

Artéria femoral comum: presença de ateromatose discreta com placas ateromatosas pequenas na parede posterior, sem estenoses ou lesões obstrutivas.

Artéria femoral profunda: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, fluxo preservado.

Artéria femoral: ateromatose discreta multifocal com pequenas placas parietais, sem estenoses ou oclusões.

Artéria poplítea: presença de ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses, calibre normal.

Artéria tibial anterior: ateromatose discreta com pequenas placas focais, sem estenoses, boa opacificação distal preservada.

Artéria tibial posterior: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, boa opacificação distal.

Artéria fibular: presença de ateromatose discreta com placas parietais leves, sem estenoses, boa opacificação distal.

Arco plantar: presente e completo, sem alterações ateromatosas significativas ou estenoses.

 

Achados – Membro Inferior Esquerdo:

Aorta abdominal: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.

Artéria ilíaca comum: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.

Artéria ilíaca interna: ateromatose discreta focal na origem, sem estenoses, calibre e trajeto preservados.

Artéria ilíaca externa: ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses ou alterações de calibre.

Artéria femoral comum: presença de ateromatose discreta com placas ateromatosas pequenas na parede posterior, sem estenoses ou lesões obstrutivas.

Artéria femoral profunda: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, fluxo preservado.

Artéria femoral: ateromatose discreta multifocal com pequenas placas parietais, sem estenoses ou oclusões.

Artéria poplítea: presença de ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses, calibre normal.

Artéria tibial anterior: ateromatose discreta com pequenas placas focais, sem estenoses, boa opacificação distal preservada.

Artéria tibial posterior: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, boa opacificação distal.

Artéria fibular: presença de ateromatose discreta com placas parietais leves, sem estenoses, boa opacificação distal.

Arco plantar: presente e completo, sem alterações ateromatosas significativas ou estenoses.

 

Conclusão:

Presença de aterosclerose.
Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular  à direita
Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular  à esquerda
Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.

Nome do procedimento

Arteriografia de membros inferiores

Texto não formatado

Técnica: Arteriografia digital por subtração digital. Acesso femoral direito, cateter em aorta abdominal e seletivação bilateral, runoff prolongado. Procedimento sem complicações.
Achados – Membro Inferior Direito:

Aorta abdominal: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.
Artéria ilíaca comum: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.
Artéria ilíaca interna: ateromatose discreta focal na origem, sem estenoses, calibre e trajeto preservados.
Artéria ilíaca externa: ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses ou alterações de calibre.
Artéria femoral comum: presença de ateromatose discreta com placas ateromatosas pequenas na parede posterior, sem estenoses ou lesões obstrutivas.
Artéria femoral profunda: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, fluxo preservado.
Artéria femoral: ateromatose discreta multifocal com pequenas placas parietais, sem estenoses ou oclusões.
Artéria poplítea: presença de ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses, calibre normal.
Artéria tibial anterior: ateromatose discreta com pequenas placas focais, sem estenoses, boa opacificação distal preservada.
Artéria tibial posterior: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, boa opacificação distal.
Artéria fibular: presença de ateromatose discreta com placas parietais leves, sem estenoses, boa opacificação distal.
Arco plantar: presente e completo, sem alterações ateromatosas significativas ou estenoses.

Achados – Membro Inferior Esquerdo:

Aorta abdominal: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.
Artéria ilíaca comum: presença de ateromatose discreta com pequenas placas parietais irregulares, sem estenoses ou redução significativa de calibre.
Artéria ilíaca interna: ateromatose discreta focal na origem, sem estenoses, calibre e trajeto preservados.
Artéria ilíaca externa: ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses ou alterações de calibre.
Artéria femoral comum: presença de ateromatose discreta com placas ateromatosas pequenas na parede posterior, sem estenoses ou lesões obstrutivas.
Artéria femoral profunda: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, fluxo preservado.
Artéria femoral superficial: ateromatose discreta multifocal com pequenas placas parietais, sem estenoses ou oclusões.
Artéria poplítea: presença de ateromatose discreta com irregularidades parietais leves, sem estenoses, calibre normal.
Artéria tibial anterior: ateromatose discreta com pequenas placas focais, sem estenoses, boa opacificação distal preservada.
Artéria tibial posterior: ateromatose discreta com irregularidades parietais mínimas, sem estenoses, boa opacificação distal.
Artéria fibular: presença de ateromatose discreta com placas parietais leves, sem estenoses, boa opacificação distal.
Arco plantar: presente e completo, sem alterações ateromatosas significativas ou estenoses.

Conclusão:
Presença de aterosclerose.
Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita
Sinais de estenose hemodinamicamente significativa de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda
Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à direita.
Sinais de oclusão de artérias ilíaca comum, ilíaca externa, ilíaca interna, femoral comum, femoral, poplítea, tibial anterior, tibial posterior e fibular à esquerda.

Nome do procedimento

Retirada de Permcath

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg (se tolerado e sem contraindicação) para reduzir risco de embolia gasosa durante a manipulação venosa. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso (preferencialmente direito). Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior (incluindo o trajeto do túnel e orifício de saída) e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Barreira máxima de esterilidade: gorro, máscara, avental estéril, luvas estéreis e campos aderentes.

Preparação
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) infiltrada ao redor do orifício de saída cutâneo torácico e ao longo do trajeto subcutâneo, incluindo a região do cuff de Dacron (localizado aproximadamente 2–4 cm proximal ao orifício de saída). Pequena incisão cutânea (~1–2 cm) sobre o orifício de saída ou diretamente sobre o cuff (técnica preferencial para cateteres com cuff aderido por fibrose). Dissecção cuidadosa com tesoura de Metzenbaum ou pinça delicada para liberar o cuff de Dacron dos tecidos subcutâneos circundantes, removendo aderências fibrosas sem tração excessiva inicial.

Retirada do Cateter
Após liberação completa do cuff e do trajeto subcutâneo, aplicação de tração gentil e progressiva no cateter externo (com mão dominante), enquanto se mantém pressão manual no ponto de entrada venoso cervical para hemostasia imediata. Retirada do segmento intravascular do cateter através da incisão (ou orifício de saída), garantindo remoção integral sem fragmentação. Em casos de resistência moderada (devido a fibrose), dissecção adicional ao redor do trajeto; tração forçada evitada para prevenir ruptura ou retenção de fragmentos. Compressão manual firme no ponto de entrada venoso (jugular interna) por 5–10 minutos após a retirada para promover hemostasia e prevenir sangramento.

Verificação Funcional, Hemostasia e Fechamento
Inspeção do cateter removido para confirmar integridade completa (sem fragmentos retidos). Revisão minuciosa de hemostasia no trajeto subcutâneo e orifício venoso, com eletrocautério bipolar se necessário e compressão adicional. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL na maioria dos casos). Sutura da incisão cutânea com pontos simples ou intradérmicos (Nylon ou Vicryl 4-0/5-0). Curativo oclusivo estéril semipermeável com clorexidina impregnada. Raio-X de tórax pós-procedimento para exclusão de pneumotórax, hemotórax ou fragmento retido (recomendado em acessos jugulares/subclávios ou cateteres de longa permanência).

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 15–30 minutos. Sem complicações imediatas (ex.: sangramento significativo, embolia, retenção de fragmento). Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e dispneia. Orientações para cuidados do sítio (troca de curativo, observação de sinais de infecção ou sangramento). Seguimento ambulatorial para avaliação de cicatrização e planejamento de acesso vascular definitivo se necessário.

Nome do procedimento

Retirada de Permcath

Texto não formatado

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg (se tolerado e sem contraindicação) para reduzir risco de embolia gasosa durante a manipulação venosa. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso (preferencialmente direito). Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior (incluindo o trajeto do túnel e orifício de saída) e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Barreira máxima de esterilidade: gorro, máscara, avental estéril, luvas estéreis e campos aderentes.
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) infiltrada ao redor do orifício de saída cutâneo torácico e ao longo do trajeto subcutâneo, incluindo a região do cuff de Dacron (localizado aproximadamente 2–4 cm proximal ao orifício de saída).
Pequena incisão cutânea (~1–2 cm) sobre o orifício de saída ou diretamente sobre o cuff (técnica preferencial para cateteres com cuff aderido por fibrose). Dissecção cuidadosa com tesoura de Metzenbaum ou pinça delicada para liberar o cuff de Dacron dos tecidos subcutâneos circundantes, removendo aderências fibrosas sem tração excessiva inicial.
Após liberação completa do cuff e do trajeto subcutâneo, aplicação de tração gentil e progressiva no cateter externo (com mão dominante), enquanto se mantém pressão manual no ponto de entrada venoso cervical para hemostasia imediata.
Retirada do segmento intravascular do cateter através da incisão (ou orifício de saída), garantindo remoção integral sem fragmentação. Em casos de resistência moderada (devido a fibrose), dissecção adicional ao redor do trajeto; tração forçada evitada para prevenir ruptura ou retenção de fragmentos.
Compressão manual firme no ponto de entrada venoso (jugular interna) por 5–10 minutos após a retirada para promover hemostasia e prevenir sangramento.
Inspeção do cateter removido para confirmar integridade completa (sem fragmentos retidos).
Revisão minuciosa de hemostasia no trajeto subcutâneo e orifício venoso, com eletrocautério bipolar se necessário e compressão adicional. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL na maioria dos casos).
Sutura da incisão cutânea com pontos simples ou intradérmicos (Nylon ou Vicryl 4-0/5-0). Curativo oclusivo estéril semipermeável com clorexidina impregnada. Raio-X de tórax pós-procedimento para exclusão de pneumotórax, hemotórax ou fragmento retido (recomendado em acessos jugulares/subclávios ou cateteres de longa permanência).
Procedimento sem intercorrências, com duração de 15–30 minutos. Sem complicações imediatas (ex.: sangramento significativo, embolia, retenção de fragmento). Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e dispneia. Orientações para cuidados do sítio (troca de curativo, observação de sinais de infecção ou sangramento). Seguimento ambulatorial para avaliação de cicatrização e planejamento de acesso vascular definitivo se necessário.

Nome do procedimento

Implante de Permcath

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento

Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso. Braços ao longo do corpo.

Preparação

Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Ultrassom e fluoroscopia preparados e esterilizados para uso intraoperatório.

Acesso Cirúrgico e Punção Venosa

Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) topografia de veia jugular interna à direita. Punção percutânea da veia jugular interna direita sob guia ultrassonográfico em tempo real. Técnica de Seldinger: agulha introdutora, retorno venoso livre, introdução de fio-guia J, confirmação fluoroscópica do trajeto do fio até veia cava superior/átrio direito.

Dilatação e Confecção do Túnel Subcutâneo

Anestesia local adicional na região torácica anterior (4–6 cm abaixo da clavícula ou 2º–3º espaço intercostal direito). Confecção de túnel subcutâneo com tunneler, do orifício de saída cutâneo torácico até o orifício venoso cervical, posicionando o cuff a aproximadamente 2–4 cm da saída cutânea.Pequena incisão cutânea (~0,5–1 cm) no ponto de punção cervical. Dilatação progressiva do trajeto com dilatadores seriados (até 14–16 Fr). Introdução do peel-away sheath sobre o fio-guia, com avanço controlado sob fluoroscopia.

Introdução e Posicionamento do Cateter

Cateter tunelizado duplo lúmen (14–15 Fr) preparado: irrigação e preenchimento dos lúmens com solução salina heparinizada. Passagem do cateter pelo túnel subcutâneo (da saída torácica em direção ao acesso venoso). Introdução da ponta através do peel-away sheath até a junção cavoatrial ou terço médio-inferior da veia cava superior/átrio direito superior (confirmado por fluoroscopia em projeções AP e oblíquas). Retirada cuidadosa do peel-away sheath e fio-guia, mantendo controle do cateter.

Verificação Funcional, Hemostasia e Fixação

Teste funcional imediato: aspiração e infusão livre em ambos os lúmens, sem resistência ou refluxo inadequado. Revisão minuciosa de hemostasia nos orifícios cutâneos e trajeto do túnel. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL). Fixação do cateter à pele com sutura não absorvível (Nylon 3-0) próxima à saída cutânea.

Curativo

Sutura dos orifícios cutâneos com pontos simples (Nylon 3-0). Curativo oclusivo estéril. Raio-X de tórax pós-procedimento para confirmação final da posição da ponta e exclusão de pneumotórax/hemotórax.

Desfecho

Procedimento sem intercorrências, com duração de 30–60 minutos. Sem complicações imediatas. Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e função do cateter. Orientações para cuidados do sítio de saída, profilaxia de infecção e anticoagulação do cateter entre sessões. Seguimento ambulatorial para avaliação de patência e sinais de infecção.

Nome do procedimento

Implante de Permcath

Texto não formatado

Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso. Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Ultrassom e fluoroscopia preparados e esterilizados para uso intraoperatório.
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) topografia de veia jugular interna à direita. Punção percutânea da veia jugular interna direita sob guia ultrassonográfico em tempo real. Técnica de Seldinger: agulha introdutora, retorno venoso livre, introdução de fio-guia J, confirmação fluoroscópica do trajeto do fio até veia cava superior/átrio direito.
Anestesia local adicional na região torácica anterior (4–6 cm abaixo da clavícula ou 2º–3º espaço intercostal direito). Confecção de túnel subcutâneo com tunneler, do orifício de saída cutâneo torácico até o orifício venoso cervical, posicionando o cuff a aproximadamente 2–4 cm da saída cutânea.Pequena incisão cutânea (~0,5–1 cm) no ponto de punção cervical. Dilatação progressiva do trajeto com dilatadores seriados (até 14–16 Fr). Introdução do peel-away sheath sobre o fio-guia, com avanço controlado sob fluoroscopia.
Cateter tunelizado duplo lúmen (14–15 Fr) preparado: irrigação e preenchimento dos lúmens com solução salina heparinizada. Passagem do cateter pelo túnel subcutâneo (da saída torácica em direção ao acesso venoso). Introdução da ponta através do peel-away sheath até a junção cavoatrial ou terço médio-inferior da veia cava superior/átrio direito superior (confirmado por fluoroscopia em projeções AP e oblíquas). Retirada cuidadosa do peel-away sheath e fio-guia, mantendo controle do cateter.
Teste funcional imediato: aspiração e infusão livre em ambos os lúmens, sem resistência ou refluxo inadequado. Revisão minuciosa de hemostasia nos orifícios cutâneos e trajeto do túnel. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL). Fixação do cateter à pele com sutura não absorvível (Nylon 3-0) próxima à saída cutânea.
Sutura dos orifícios cutâneos com pontos simples (Nylon 3-0). Curativo oclusivo estéril. Raio-X de tórax pós-procedimento para confirmação final da posição da ponta e exclusão de pneumotórax/hemotórax.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 30–60 minutos. Sem complicações imediatas. Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e função do cateter. Orientações para cuidados do sítio de saída, profilaxia de infecção e anticoagulação do cateter entre sessões. Seguimento ambulatorial para avaliação de patência e sinais de infecção.

Nome do procedimento

Flebectomia bilateral

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal. Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).

Preparação
Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região inguinal direita e membros inferiores bilaterais. Campos estéreis posicionados.

Flebectomia Bilateral
Remoção de varizes colaterais (coxa e perna) com ganchos de flebectomia (técnica de Müller) bilateralmente. Aproximadamente 30 microincisões por membro.

Hemostasia
Realizado compressão hemostática manual após a retirada de cada trajeto colateral. Perda sanguínea estimada: 50 mL.

Sutura
As incisões menores foram fechadas com fitas adesivas estéreis (Steri-Strip). Incisões proeminentes de flebectomia foram fechadas com nylon 5-0 (pontos simples).

Curativo e Compressão
Enfaixamento compressivo dos membros inferiores (20-30 mmHg), mantendo tornozelos livres. Utilizado no enfaixamento a malha tubular, seguido de algodão ortopédico, e finalizando com ataduras. Compressão mantida por 2 dias, seguida por uso de meia elástica (20-30 mmHg).

Desfecho
Procedimento sem intercorrências (duração: 90 minutos). Paciente encaminhada à recuperação anestésica (2 horas). Alta após diurese espontânea e escore de Aldrete ≥ 9.

Nome do procedimento

Flebectomia bilateral

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal.
-Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).
-Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região inguinal direita e membros inferiores bilaterais.
-Campos estéreis posicionados.
-Remoção de varizes colaterais (coxa e perna) com ganchos de flebectomia (técnica de Müller) bilateralmente. Aproximadamente 30 microincisões por membro.
-Realizado compressão hemostática manual após a retirada de cada trajeto colateral. Perda sanguínea estimada: 50 ml.
-As incisões menores foram fechadas com fitas adesivas estéreis (Steri-Strip). Incisões proeminentes de flebectomia foram fechadas com nylon 5-0 (pontos simples).
-Enfaixamento compressivo dos membros inferiores (20-30 mmHg), mantendo tornozelos livres. Utilizado no enfaixamento a malha tubular, seguido de algodão ortopédico, e finalizando com ataduras. Compressão mantida por 2 dias, seguida por uso de meia elástica (20-30 mmHg).
-Procedimento sem intercorrências (duração: 90 minutos).
-Paciente encaminhada à recuperação anestésica (2 horas).
-Alta após diurese espontânea e escore de Aldrete ≥ 9.

Nome do procedimento

Ablação por Laser Endovenoso com Flebectomia

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal. Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).

OU

Paciente em decúbito dorsal horizontal, com membros inferiores expostos e joelhos em leve flexão, apoiados em coxins estéreis. Anestesia local com sedação leve (midazolam 2-5 mg IV e fentanil 50-100 mcg IV), complementada por anestesia tumescente. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva.

A solução tumescente foi preparada com 1000 mL de solução salina 0,9%, 50 mL de lidocaína a 1%, 1 mg de epinefrina 1:1000 e 10 mL de bicarbonato de sódio a 8,4%.

Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando refluxo na veia safena magna bilateral (>0,5 segundos) e diâmetro venoso adequado (3-12 mm). Trajetos da veia safena magna e varizes colaterais marcados na pele com caneta estéril sob orientação de ultrassom Doppler.

Preparação
Assepsia e antissepsia dos membros inferiores, da região inguinal aos tornozelos, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados.

Acesso Cirúrgico e Ablação por Laser Endovenoso

  • Acesso Venoso: Sob orientação ultrassonográfica, realizada punção percutânea da veia safena magna direita na região proximal da perna (acesso anterógrado), utilizando agulha 18G e técnica de Seldinger. Fio-guia inserido, seguido de introdutor 6 Fr. Fibra óptica de laser (1064 nm, ex.: Nd:YAG) de 400 micras posicionada 2 cm distal à junção safenofemoral, confirmado por ultrassom. Procedimento repetido na veia safena magna esquerda.
  • Anestesia Tumescente: Infiltrada solução tumescente ao longo do trajeto da safena magna bilateral, sob orientação ultrassonográfica, utilizando agulha 22G. Infiltração de 5-10 mL/cm, criando halo perivenoso para analgesia, compressão da veia e proteção térmica dos tecidos adjacentes (nervos, pele).
  • Ablação: Energia de laser (1064 nm) aplicada em modo contínuo, com densidade energética de 60-80 J/cm (ajustada ao diâmetro venoso), retraindo a fibra óptica a uma velocidade de 1-2 mm/s. Ablação completa da safena magna desde 2 cm distal à junção safenofemoral até o terço proximal da perna, bilateralmente. Oclusão de safena magna confirmada por ultrassom no intraoperatório, observando-se veia totalmente colapsada e sem refluxo no trajeto tratado.

Flebectomia
Varizes colaterais bilaterais (regiões da coxa e perna) removidas por flebectomia (técnica de Müller). Microincisões de 2-3 mm realizadas com bisturi 11 sobre varizes marcadas, seguidas de extração com ganchos de flebectomia. Aproximadamente 8-10 microincisões por membro. Hemostasia local com compressão manual. Microincisões fechadas com fitas adesivas estéreis.

Hemostasia
Revisão final da hemostasia nas microincisões e sítios de punção com compressão manual. Perda sanguínea estimada: 40 mL.

Curativo e Compressão
Enfaixamento compressivo bilateral dos membros inferiores com bandagem elástica (20-30 mmHg), mantendo tornozelos e pés livres. Orientada transição para meia elástica de média compressão (20-30 mmHg) após 48 horas, mantida por 2 semanas.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 80 minutos. Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas. Transferida à sala de recuperação por 2 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após deambulação e avaliação.

Nome do procedimento

Ablação por Laser Endovenoso com Flebectomia

Texto não formatado

Paciente em decúbito dorsal horizontal.
Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).
OU
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com membros inferiores expostos e joelhos em leve flexão, apoiados em coxins estéreis.
Anestesia local com sedação leve (midazolam 2-5 mg IV e fentanil 50-100 mcg IV), complementada por anestesia tumescente.
Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva.
A solução tumescente foi preparada com 1000 mL de solução salina 0,9%, 50 mL de lidocaína a 1%, 1 mg de epinefrina 1:1000 e 10 mL de bicarbonato de sódio a 8,4%.
Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando refluxo na veia safena magna bilateral (>0,5 segundos) e diâmetro venoso adequado (3-12 mm). Trajetos da veia safena magna e varizes colaterais marcados na pele com caneta estéril sob orientação de ultrassom Doppler.
Assepsia e antissepsia dos membros inferiores, da região inguinal aos tornozelos, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados.
Sob orientação ultrassonográfica, realizada punção percutânea da veia safena magna direita na região proximal da perna (acesso anterógrado), utilizando agulha 18G e técnica de Seldinger. Fio-guia inserido, seguido de introdutor 6 Fr. Fibra óptica de laser (1064 nm) de 400 micras posicionada 2 cm distal à junção safenofemoral, confirmado por ultrassom. Procedimento repetido na veia safena magna esquerda.
Infiltrada solução tumescente ao longo do trajeto da safena magna bilateral, sob orientação ultrassonográfica, utilizando agulha 22G. Infiltração de 5-10 mL/cm, criando halo perivenoso para analgesia, compressão da veia e proteção térmica dos tecidos adjacentes (nervos, pele).
Energia de laser (1064 nm) aplicada em modo contínuo, com densidade energética de 60-80 J/cm (ajustada ao diâmetro venoso), retraindo a fibra óptica a uma velocidade de 1-2 mm/s. Ablação completa da safena magna desde 2 cm distal à junção safenofemoral até o terço proximal da perna, bilateralmente. Oclusão de safena magna confirmada por ultrassom no intraoperatório, observando-se veia totalmente colapsada e sem refluxo no trajeto tratado.
Varizes colaterais bilaterais (regiões da coxa e perna) removidas por flebectomia (técnica de Müller). Microincisões de 2-3 mm realizadas com bisturi 11 sobre varizes marcadas, seguidas de extração com ganchos de flebectomia. Aproximadamente 8-10 microincisões por membro. Hemostasia local com compressão manual. Microincisões fechadas com fitas adesivas estéreis.
Revisão final da hemostasia nas microincisões e sítios de punção com compressão manual. Perda sanguínea estimada: 40 mL.
Enfaixamento compressivo bilateral dos membros inferiores com bandagem elástica (20-30 mmHg), mantendo tornozelos e pés livres. Orientada transição para meia elástica de média compressão (20-30 mmHg) após 48 horas, mantida por 2 semanas.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 80 minutos.
Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas.
Transferida à sala de recuperação por 2 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após deambulação e avaliação.

Nome do procedimento

Ablação por Radiofrequência com Flebectomia

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal. Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).

OU

Paciente em decúbito dorsal horizontal, com membros inferiores expostos e joelhos em leve flexão, apoiados em coxins estéreis. Anestesia local com sedação leve (midazolam 2-5 mg IV e fentanil 50-100 mcg IV), complementada por anestesia tumescente. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva.

A solução tumescente foi preparada com 1000 mL de solução salina 0,9%, 50 mL de lidocaína a 1%, 1 mg de epinefrina 1:1000 e 10 mL de bicarbonato de sódio a 8,4%.

Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando refluxo na veia safena magna bilateral (>0,5 segundos) e diâmetro venoso adequado (3-12 mm). Trajetos da veia safena magna e varizes colaterais marcados na pele com caneta estéril sob orientação de ultrassom Doppler.

Preparação
Assepsia e antissepsia dos membros inferiores, da região inguinal aos tornozelos, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados.

Acesso Cirúrgico e Ablação por Radiofrequência

  • Acesso Venoso: Sob orientação ultrassonográfica, realizada punção percutânea da veia safena magna direita na região proximal da perna (acesso anterógrado), utilizando agulha 18G e técnica de Seldinger. Fio-guia inserido, seguido de introdutor 7 Fr. Realizado irrigação do introdutor com soro fisiológico 0,9%. Introduzido cateter de radiofrequência e posicionado 2 cm distal à junção safeno femoral, confirmado por ultrassom. Procedimento repetido na veia safena magna esquerda.
  • Anestesia Tumescente: Infiltrada solução tumescente ao longo do trajeto da safena magna bilateral, sob orientação ultrassonográfica, utilizando agulha espinhal 22G. Infiltração de 5-10 mL/cm, criando halo perivenoso para analgesia, compressão da veia e proteção térmica dos tecidos adjacentes (nervos, pele).
  • Ablação: Energia de radiofrequência aplicada em ciclos (120°C, 20 segundos por segmento), retraindo o cateter em incrementos de 6,5 cm, conforme protocolo do dispositivo. Ablação completa da safena magna desde 2 cm distal à junção safeno femoral até o terço proximal da perna, bilateralmente. Observado por ultrassom no intraoperatório a presença de veia safena magna totalmente colapsada e sem refluxo no trajeto tratado.

Flebectomia
Varizes colaterais bilaterais removidas por flebectomia (técnica de Müller). Microincisões de 2-3 mm realizadas com bisturi número 11 sobre varizes marcadas, seguidas de extração com ganchos de flebectomia. Aproximadamente 10-12 microincisões por membro. Hemostasia local com compressão manual. Microincisões fechadas com fitas adesivas estéreis.

Hemostasia
Revisão final da hemostasia nas microincisões e sítios de punção com compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL.

Curativo e Compressão
Enfaixamento compressivo bilateral dos membros inferiores com bandagem elástica (20-30 mmHg), mantendo tornozelos e pés livres. Orientada transição para meia elástica de média compressão (20-30 mmHg) após 48 horas, mantida por 2 semanas.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 90 minutos. Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas. Transferida à sala de recuperação por 2 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após deambulação e avaliação.

Nome do procedimento

Ablação por Radiofrequência com Flebectomia

Texto não formatado

Paciente em decúbito dorsal horizontal. Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).
OU
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com membros inferiores expostos e joelhos em leve flexão, apoiados em coxins estéreis.
Anestesia local com sedação leve (midazolam 2-5 mg IV e fentanil 50-100 mcg IV), complementada por anestesia tumescente.
Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva.
A solução tumescente foi preparada com 1000 mL de solução salina 0,9%, 50 mL de lidocaína a 1%, 1 mg de epinefrina 1:1000 e 10 mL de bicarbonato de sódio a 8,4%.
Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando refluxo na veia safena magna bilateral (>0,5 segundos) e diâmetro venoso adequado (3-12 mm). Trajetos da veia safena magna e varizes colaterais marcados na pele com caneta estéril sob orientação de ultrassom Doppler.
Assepsia e antissepsia dos membros inferiores, da região inguinal aos tornozelos, com clorexidina alcoólica 2%.
Campos estéreis posicionados.
Sob orientação ultrassonográfica, realizada punção percutânea da veia safena magna direita na região proximal da perna (acesso anterógrado), utilizando agulha 18G e técnica de Seldinger. Fio-guia inserido, seguido de introdutor 7 Fr. Realizado irrigação do introdutor com soro fisiológico 0,9%. Introduzido cateter de radiofrequência e posicionado 2 cm distal à junção safeno femoral, confirmado por ultrassom. Procedimento repetido na veia safena magna esquerda.
Infiltrada solução tumescente ao longo do trajeto da safena magna bilateral, sob orientação ultrassonográfica, utilizando agulha espinhal 22G. Infiltração de 5-10 mL/cm, criando halo perivenoso para analgesia, compressão da veia e proteção térmica dos tecidos adjacentes (nervos, pele).
Energia de radiofrequência aplicada em ciclos (120°C, 20 segundos por segmento), retraindo o cateter em incrementos de 6,5 cm, conforme protocolo do dispositivo. Ablação completa da safena magna desde 2 cm distal à junção safeno femoral até o terço proximal da perna, bilateralmente. Observado por ultrassom no intraoperatório a presença de veia safena magna totalmente colapsada e sem refluxo no trajeto tratado.
Varizes colaterais bilaterais removidas por flebectomia (técnica de Müller). Microincisões de 2-3 mm realizadas com bisturi número 11 sobre varizes marcadas, seguidas de extração com ganchos de flebectomia. Aproximadamente 10-12 microincisões por membro. Hemostasia local com compressão manual.
Microincisões fechadas com fitas adesivas estéreis.
Revisão final da hemostasia nas microincisões e sítios de punção com compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL.
Enfaixamento compressivo bilateral dos membros inferiores com bandagem elástica (20-30 mmHg), mantendo tornozelos e pés livres. Orientada transição para meia elástica de média compressão (20-30 mmHg) após 48 horas, mantida por 2 semanas.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 90 minutos.
Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas.
Transferida à sala de recuperação por 2 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após deambulação e avaliação.

Nome do procedimento

Safenectomia com Flebectomia Bilateral

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal. Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).

Preparação
Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região inguinal direita e membros inferiores bilaterais. Campos estéreis posicionados.

Safenectomia
Incisão inguinal (3 cm) na topografia da junção safenofemoral. Dissecção da junção, preservando o nervo femoral e os vasos linfáticos. Realizada a seção seguida de ligadura das tributárias da crossa com fio de algodão 3-0. Realizada a seção da veia safena magna a 1 cm da junção safenofemoral, seguida de ligadura dupla da junção safenofemoral com fio de algodão 0, complementada por ligadura transfixante com prolene 4-0.

Incisão no tornozelo na topografia da veia safena magna, seguida de sua dissecção. Realizada flebotomia na veia safena magna, seguida da introdução do fleboextrator de distal para proximal, com recuperação da extremidade livre na região inguinal. Realizada a seção e ligadura da veia safena magna com fio de algodão 3-0 distalmente à flebotomia.

Realizada a fixação da veia safena magna ao fleboextrator na topografia da região inguinal com uso de cordonê. Realizada a fleboextração completa da veia safena magna por tração do fleboextrator, seguindo o sentido craniocaudal. Utilizada compressão manual hemostática na coxa e na perna ao longo do trajeto da veia safena magna. Após, realizada ordenha no sentido caudocranial para retirada de coágulos retidos no trajeto da veia safena magna.

Flebectomia Bilateral
Remoção de varizes colaterais (coxa e perna bilaterais) com ganchos de flebectomia (técnica de Müller) bilateralmente. Aproximadamente 30 microincisões por membro.. Realizado compressão hemostática manual após a retirada de cada trajeto colateral. As menores fechadas com fitas adesivas estéreis (Steri-Strip)

Hemostasia
Realizada com eletrocautério e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL.

Sutura
Incisão inguinal: sutura em planos com poliglactina 3-0 (subcutâneo) e nylon 4-0 (intradérmico). Incisões proeminentes de flebectomia: nylon 5-0 (pontos simples).

Curativo e Compressão
Curativo com gaze estéril e micropore nas incisões da região inguinal. Enfaixamento compressivo dos membros inferiores (20-30 mmHg), mantendo tornozelos livres. Utilizado no enfaixamento a malha tubular, seguido de algodão ortopédico, e finalizando com ataduras. Compressão mantida por 2 dias, seguida por uso de meia elástica (20-30 mmHg).

Desfecho
Procedimento sem intercorrências (duração: 90 minutos). Paciente encaminhada à recuperação anestésica (2 horas). Alta após diurese espontânea e escore de Aldrete ≥ 9.

Nome do procedimento

Safenectomia com Flebectomia Bilateral

Texto não formatado

Paciente em decúbito dorsal horizontal.
Raquianestesia, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial não invasiva).
Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região inguinal direita e membros inferiores bilaterais.
Campos estéreis posicionados.
Incisão inguinal (3 cm) na topografia da junção safenofemoral. Dissecção da junção, preservando o nervo femoral e os vasos linfáticos. Realizada a seção seguida de ligadura das tributárias da crossa com fio de algodão 3-0. Realizada a seção da veia safena magna a 1 cm da junção safenofemoral, seguida de ligadura dupla da junção safenofemoral com fio de algodão 0, complementada por ligadura transfixante com prolene 4-0.
Incisão no tornozelo na topografia da veia safena magna, seguida de sua dissecção. Realizada flebotomia na veia safena magna, seguida da introdução do fleboextrator de distal para proximal, com recuperação da extremidade livre na região inguinal. Realizada a seção e ligadura da veia safena magna com fio de algodão 3-0 distalmente à flebotomia.
Realizada a fixação da veia safena magna ao fleboextrator na topografia da região inguinal com uso de cordonê. Realizada a fleboextração completa da veia safena magna por tração do fleboextrator, seguindo o sentido craniocaudal. Utilizada compressão manual hemostática na coxa e na perna ao longo do trajeto da veia safena magna. Após, realizada ordenha no sentido caudocranial para retirada de coágulos retidos no trajeto da veia safena magna.
Remoção de varizes colaterais (coxa e perna bilaterais) com ganchos de flebectomia (técnica de Müller) bilateralmente. Aproximadamente 30 microincisões por membro.. Realizado compressão hemostática manual após a retirada de cada trajeto colateral. As menores fechadas com fitas adesivas estéreis (Steri-Strip)
Realizada com eletrocautério e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL.
Incisão inguinal: sutura em planos com poliglactina 3-0 (subcutâneo) e nylon 4-0 (intradérmico). Incisões proeminentes de flebectomia: nylon 5-0 (pontos simples).
Curativo com gaze estéril e micropore nas incisões da região inguinal.
Enfaixamento compressivo dos membros inferiores (20-30 mmHg), mantendo tornozelos livres. Utilizado no enfaixamento a malha tubular, seguido de algodão ortopédico, e finalizando com ataduras. Compressão mantida por 2 dias, seguida por uso de meia elástica (20-30 mmHg).
Procedimento sem intercorrências (duração: 90 minutos).
Paciente encaminhada à recuperação anestésica (2 horas).
Alta após diurese espontânea e escore de Aldrete ≥ 9.

Nome do procedimento

Fístula Arteriovenosa Braquiobasílica com Superficialização

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril.

Anestesia geral orotraqueal, preferida devido à extensão do procedimento e necessidade de dissecção ampla, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva no braço contralateral).

ou

Alternativamente, bloqueio supraclavicular com bupivacaína 0,25% pode ser usado em pacientes selecionados.

Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.

Fístula Arteriovenosa Braquiobasílica Direita com Superficialização

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia geral orotraqueal, preferida devido à extensão do procedimento, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva no braço contralateral). Bloqueio supraclavicular com bupivacaína 0,25% considerado em pacientes selecionados. Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do braço e antebraço direitos, da axila ao punho, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a face medial do braço. Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando veia basílica >3 mm e artéria braquial >2 mm.

Acesso Cirúrgico

  • Anastomose: Incisão longitudinal de 6 cm na face medial do braço direito, imediatamente proximal à fossa cubital, sobre a projeção da artéria braquial e veia basílica. Dissecção cuidadosa por planos, preservando o nervo mediano, nervo cutâneo medial do antebraço e ramos venosos colaterais. Artéria braquial e veia basílica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 5 cm para mobilidade adequada.
  • Superficialização: Incisão longitudinal de 10 cm ao longo da face medial do braço, da fossa cubital à axila, para dissecção completa da veia basílica. Veia mobilizada ao longo de seu trajeto, com ligadura de ramos colaterais usando poliglactina 6-0 para facilitar transposição.

Construção da Fístula

  • Preparação Vascular: Veia basílica mobilizada e seccionada obliquamente para criar uma extremidade biselada. Veia dilatada suavemente com soro fisiológico estéril para reduzir espasmo. Artéria braquial inspecionada, confirmando fluxo adequado.
  • Heparinização: Após seção da veia basílica, irrigada solução heparinizada local (1.000 UI em 10 mL de soro fisiológico) na veia basílica para prevenir trombose durante a manipulação.
  • Anastomose: Clampeamento suave da artéria braquial com microclamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 6 mm com bisturi 11, estendida com microtesoura. Anastomose término-lateral realizada entre a veia basílica e a artéria braquial, utilizando sutura contínua de prolene 6-0 com técnica de dois fios para minimizar estenose. Após liberação dos clamps, verificado frêmito palpável na veia basílica.
  • Superficialização: Veia basílica completamente mobilizada até a axila, liberada de aderências fasciais. Túnel subcutâneo superficial criado na face anteromedial do braço com dissector rombo, reposicionando a veia a 5-10 mm da superfície da pele. Veia fixada ao tecido subcutâneo com pontos de poliglactina 5-0 para evitar rotação ou colapso, garantindo ausência de torção.

Avaliação Intraoperatória
Ausência de sangramento na anastomose ou no túnel. Pulsos radiais e ulnares preservados, indicando ausência de isquemia. Veia basílica distendida, acessível para punção futura (profundidade <10 mm).

Hemostasia
Revisão rigorosa da hemostasia nas incisões e ao longo do trajeto da veia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 5 mL.

Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 4-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos nas incisões da anastomose e superficialização, garantindo cicatriz estética.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 120 minutos. Paciente extubada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferida à enfermaria para monitorização por 24 horas, com alta hospitalar após avaliação do coto e dreno (se colocado).

Nome do procedimento

Fístula Arteriovenosa Braquiobasílica com Superficialização

Texto não formatado

-Anestesia geral orotraqueal, preferida devido à extensão do procedimento e necessidade de dissecção ampla, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva no braço contralateral).
ou
-Bloqueio supraclavicular com bupivacaína 0,25%.
-Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril.-Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.
-Monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva no braço contralateral).
-Bloqueio supraclavicular com bupivacaína 0,25% considerado em pacientes selecionados. Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.
-Assepsia e antissepsia do braço e antebraço direitos, da axila ao punho, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a face medial do braço.
-Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler confirmando veia basílica >3 mm e artéria braquial >2 mm.
-Incisão longitudinal de 6 cm na face medial do braço direito, imediatamente proximal à fossa cubital, sobre a projeção da artéria braquial e veia basílica. Dissecção cuidadosa por planos, preservando o nervo mediano, nervo cutâneo medial do antebraço e ramos venosos colaterais.
-Artéria braquial e veia basílica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 5 cm para mobilidade adequada.
-Incisão longitudinal de 10 cm ao longo da face medial do braço, da fossa cubital à axila, para dissecção completa da veia basílica. Veia mobilizada ao longo de seu trajeto, com ligadura de ramos colaterais usando poliglactina 6-0 para facilitar transposição.
-Veia basílica mobilizada e seccionada obliquamente para criar uma extremidade biselada. Veia dilatada suavemente com soro fisiológico estéril para reduzir espasmo. Artéria braquial inspecionada, confirmando fluxo adequado.
-Após seção da veia basílica, irrigada solução heparinizada local (1.000 UI em 10 mL de soro fisiológico) na veia basílica para prevenir trombose durante a manipulação.
-Clampeamento suave da artéria braquial com microclamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 6 mm com bisturi 11, estendida com microtesoura.
-Anastomose término-lateral realizada entre a veia basílica e a artéria braquial, utilizando sutura contínua de prolene 6-0 com técnica de dois fios para minimizar estenose.
-Após liberação dos clamps, verificado frêmito palpável na veia basílica.
-Veia basílica completamente mobilizada até a axila, liberada de aderências fasciais. Túnel subcutâneo superficial criado na face anteromedial do braço com dissector rombo, reposicionando a veia a 5-10 mm da superfície da pele. Veia fixada ao tecido subcutâneo com pontos de poliglactina 5-0 para evitar rotação ou colapso, garantindo ausência de torção.
-Ausência de sangramento na anastomose ou no túnel.
-Pulsos radiais e ulnares preservados, indicando ausência de isquemia.
-Veia basílica distendida, acessível para punção futura (profundidade <10 mm).
-Revisão rigorosa da hemostasia nas incisões e ao longo do trajeto da veia com eletrocautério bipolar e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 5 mL.
-Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 4-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos nas incisões da anastomose e superficialização, garantindo cicatriz estética.
-Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 120 minutos. Paciente extubada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferida à enfermaria para monitorização por 24 horas, com alta hospitalar após avaliação do coto e dreno (se colocado).

Nome do procedimento

Fístula Arteriovenosa Radiocefálica

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia local com lidocaína 1% (10 mL) infiltrada na região do punho direito, complementada por sedação leve (midazolam 2 mg IV, se necessário). Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva no braço contralateral. Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do antebraço em membro superior à direita com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região do punho.

Acesso Cirúrgico
Incisão longitudinal de 6 cm no punho direito, na face volar, sobre a projeção da artéria radial e veia cefálica, proximal à prega do punho (local confirmado por mapeamento venoso pré-operatório com Doppler, indicando veia cefálica >2,5 mm e artéria radial >2 mm). Dissecção cuidadosa por planos, preservando ramos nervosos cutâneos (nervo cutâneo lateral do antebraço). Artéria radial e veia cefálica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 4 cm para mobilidade adequada.

Construção da Fístula

  • Preparação Vascular: Veia cefálica mobilizada, com ligadura de ramos colaterais usando poliglactina 6-0. Artéria radial inspecionada, confirmando fluxo adequado (teste de Allen negativo pré-operatório). Veia cefálica seccionada obliquamente para criar uma extremidade biselada e dilatada suavemente com soro fisiológico para reduzir espasmo.
  • Heparinização: Após mobilização e seção da veia, irrigada solução heparinizada local (1.000 UI em 10 mL de soro fisiológico) para prevenir trombose durante a manipulação, conforme prática padrão.
  • Anastomose: Clampagem suave da artéria radial com microclamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 6 mm com bisturi 11, estendida com tesoura de Potz. Anastomose término-lateral realizada entre a veia cefálica e a artéria radial, utilizando sutura contínua de prolene 7-0, com a técnica de 2 fios para minimizar estenose. Após liberação dos clamps, verificado frêmito palpável  na veia cefálica.

Ausência de sangramento na anastomose. Veia cefálica distendida, sem sinais de estenose ou trombose inicial. Pulso radial distal preservado, indicando patência da artéria.

Hemostasia
Revisão da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 5 mL.

Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos intradérmicos para minimizar cicatriz.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem elástica leve, sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 60 minutos. Paciente acordada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferida à enfermaria para monitorização por 6 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após avaliação.

Nome do procedimento

Fístula Arteriovenosa Radiocefálica

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril.
Anestesia local com lidocaína 1% (10 mL) infiltrada na região do punho direito, complementada por sedação leve (midazolam 2 mg IV, se necessário).
-Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva no braço contralateral.
-Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.
-Assepsia e antissepsia do antebraço em membro superior à direita com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando a região do punho.
-Incisão longitudinal de 6 cm no punho direito, na face volar, sobre a projeção da artéria radial e veia cefálica, proximal à prega do punho (local confirmado por mapeamento venoso pré-operatório com Doppler, indicando veia cefálica >2,5 mm e artéria radial >2 mm).
-Dissecção cuidadosa por planos, preservando ramos nervosos cutâneos (nervo cutâneo lateral do antebraço). Artéria radial e veia cefálica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 4 cm para mobilidade adequada.
-Veia cefálica mobilizada, com ligadura de ramos colaterais usando poliglactina 6-0.
-Artéria radial inspecionada, confirmando fluxo adequado (teste de Allen negativo pré-operatório).
-Veia cefálica seccionada obliquamente para criar uma extremidade biselada e dilatada suavemente com soro fisiológico para reduzir espasmo.
-Após mobilização e seção da veia, irrigada solução heparinizada local (1.000 UI em 10 mL de soro fisiológico) para prevenir trombose durante a manipulação, conforme prática padrão.
-Clampeamento suave da artéria radial com microclamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 6 mm com bisturi 11, estendida com tesoura de Potz. Anastomose término-lateral realizada entre a veia cefálica e a artéria radial, utilizando sutura contínua de prolene 7-0, com a técnica de 2 fios para minimizar estenose. Após liberação dos clamps, verificado frêmito palpável na veia cefálica.
-Ausência de sangramento na anastomose. Veia cefálica distendida, sem sinais de estenose ou trombose inicial. Pulso radial distal preservado, indicando patência da artéria.
-Revisão da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 5 mL.
-Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos intradérmicos para minimizar cicatriz.
-Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem elástica leve, sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 60 minutos.
-Paciente acordada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro.
-Transferida à enfermaria para monitorização por 6 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após avaliação.

Nome do procedimento

Enxerto Aortobifemoral para Aneurisma Aorto-ilíaco

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, sob anestesia geral orotraqueal, complementada por cateter peridural torácico (bupivacaína 0,25%) para analgesia pós-operatória. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário. Membros inferiores expostos, com coxins estéreis sob os joelhos para leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do abdome (da linha xifoide ao púbis) e regiões inguinais bilaterais com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o campo operatório abdominal e femoral.

Acesso Cirúrgico

Abdominal: Incisão mediana da apófise xifoide ao púbis. Dissecção por planos, com abertura do peritônio via transperitoneal. Exposição da aorta infrarrenal, com dissecção cuidadosa até a bifurcação aórtica, preservando veia cava inferior, veias renais esquerdas e ureteres. Aneurisma aórtico infrarrenal (diâmetro máximo estimado em 6 cm por angiotomografia prévia) e aneurismas das artérias ilíacas comuns bilaterais (diâmetros de 3,5 cm à direita e 3,2 cm à esquerda) identificados. Artérias ilíacas externas e internas isoladas com fitas de silicone.

Femoral: Incisões longitudinais bilaterais de 6 cm nas regiões inguinais, sobre as artérias femorais comuns (AFC). Dissecção por planos, preservando veias femorais e nervos femorais. Exposição das AFC, femorais (AF) e femorais profundas (AFP) bilaterais, isoladas com fitas de silicone.

Heparinização
Administrada heparina intravenosa (100 UI/kg, aproximadamente 7.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose. Tempo de coagulação ativado (ACT) mantido acima de 250 segundos.

Construção do Enxerto

  • Anastomose Proximal: Clampagem da aorta infrarrenal com clamp vascular atraumático, imediatamente abaixo das artérias renais, e clampagem das artérias ilíacas externas e internas bilaterais. Aorta aberta longitudinalmente com bisturi, com ressecção parcial da parede aneurismática para acesso. Trombo mural removido da luz aórtica. Realizado ligadura, com prolene 3.0, de ramos lombares com presença de sangramento retrógrado. Prótese de Dacron bifurcada (18x9 mm) anastomosada à aorta infrarrenal em configuração término-terminal, utilizando sutura contínua de prolene 3-0. A parede remanescente do aneurisma suturada sobre a prótese com poliglactina 3-0 para proteção.
  • Túnel: Criados túneis retroperitoneais bilaterais, da pelve às regiões inguinais, com dissector rombo, garantindo trajeto livre de torção ou compressão. Ramos da prótese de Dacron passados pelos túneis até as AFC bilaterais.
  • Anastomose Distal: Clampagem das AFC bilaterais. Arteriotomias longitudinais de 1,5 cm nas AFC. Ramos da prótese anastomosados às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.

Avaliação Intraoperatória
Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pelas AFC, seguida pela aorta, com controle pressórico para evitar picos hipertensivos. Fluxo vigoroso na prótese confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos femorais e distais (pedioso, tibial posterior) restaurados bilateralmente. Angiografia intraoperatória (se disponível) ou Doppler confirmando perviedade do enxerto sem estenoses, vazamentos ou endoleaks. Aneurismas ilíacos excluídos da circulação pela prótese.

Hemostasia
Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses, lojas pélvica e inguinais com eletrocautério bipolar, compressão manual e aplicação de hemostáticos tópicos (ex.: celulose absorvível) se necessário. Perda sanguínea estimada: 600 mL. Transfusão de 2 unidades de concentrado de hemácias realizada intraoperatória, conforme necessidade.

Fechamento

  • Abdominal: Peritônio fechado com sutura contínua de poliglactina 2-0. Fáscia anterior com sutura contínua de prolene 1-0. Subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com grampos metálicos.
  • Femoral: Subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 270 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos femorais preservados e sem déficits neurológicos. Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 48 horas, com ênfase em perfusionamento periférico, estabilidade hemodinâmica e controle pressórico (PA sistólica 120-140 mmHg).

Nome do procedimento

Enxerto Aortobifemoral para Aneurisma Aorto-ilíaco

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia geral orotraqueal, complementada por cateter peridural torácico (bupivacaína 0,25%) para analgesia pós-operatória.
-Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva, capnografia, e cateter urinário.
-Membros inferiores expostos, com coxins estéreis sob os joelhos para leve flexão.
-Assepsia e antissepsia do abdome (da linha xifoide ao púbis) e regiões inguinais bilaterais com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando o campo operatório abdominal e femoral.
-Incisão mediana da apófise xifoide ao púbis. Dissecção por planos, com abertura do peritônio via transperitoneal.
-Exposição da aorta infrarrenal, com dissecção cuidadosa até a bifurcação aórtica, preservando veia cava inferior, veias renais esquerdas e ureteres.
-Aneurisma aórtico infrarrenal (diâmetro máximo estimado em 6 cm por angiotomografia prévia) e aneurismas das artérias ilíacas comuns bilaterais (diâmetros de 3,5 cm à direita e 3,2 cm à esquerda) identificados.
-Artérias ilíacas externas e internas isoladas com fitas de silicone.
-Incisões longitudinais bilaterais de 6 cm nas regiões inguinais, sobre as artérias femorais comuns (AFC). Dissecção por planos, preservando veias femorais e nervos femorais. Exposição das AFC, femorais (AF) e femorais profundas (AFP) bilaterais, isoladas com fitas de silicone.
-Administrada heparina intravenosa (100 UI/kg, aproximadamente 7.000 UI) antes do clampeamento arterial para prevenir trombose. Tempo de coagulação ativado (ACT) mantido acima de 250 segundos.
-Clampeamento da aorta infrarrenal com clamp vascular atraumático, imediatamente abaixo das artérias renais, e clampeamento das artérias ilíacas externas e internas bilaterais. Aorta aberta longitudinalmente com bisturi, com ressecção parcial da parede aneurismática para acesso. Trombo mural removido da luz aórtica. Realizado ligadura, com prolene 3.0, de ramos lombares com presença de sangramento retrógrado.
-Prótese de Dacron bifurcada (18x9 mm) anastomosada à aorta infrarrenal em configuração término-terminal, utilizando sutura contínua de prolene 3-0. A parede remanescente do aneurisma suturada sobre a prótese com poliglactina 3-0 para proteção.
-Criados túneis retroperitoneais bilaterais, da pelve às regiões inguinais, com dissector rombo, garantindo trajeto livre de torção ou compressão. Ramos da prótese de Dacron passados pelos túneis até as AFC bilaterais.
-Clampeamento das AFC bilaterais. Arteriotomias longitudinais de 1,5 cm nas AFC. Ramos da prótese anastomosados às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
-Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pelas AFC, seguida pela aorta, com controle pressórico para evitar picos hipertensivos. Fluxo vigoroso na prótese confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos femorais e distais (pedioso, tibial posterior) restaurados bilateralmente.
-Angiografia intraoperatória (se disponível) ou Doppler confirmando perviedade do enxerto sem estenoses, vazamentos ou endoleaks. Aneurismas ilíacos excluídos da circulação pela prótese.
-Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses, lojas pélvica e inguinais com eletrocautério, compressão manual e aplicação de hemostáticos tópicos (ex.: celulose absorvível) se necessário.
-Perda sanguínea estimada: 600 mL. Transfusão de 2 unidades de concentrado de hemácias realizada intraoperatória, conforme necessidade.
-Peritônio fechado com sutura contínua de poliglactina 2-0. Fáscia anterior com sutura contínua de prolene 1-0.
Subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.
-Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 270 minutos.
-Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos femorais preservados e sem déficits neurológicos.
-Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 48 horas, com ênfase em perfusionamento periférico, estabilidade hemodinâmica e controle pressórico (PA sistólica 120-140 mmHg).

Nome do procedimento

Embolectomia de Artéria Braquial

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia geral orotraqueal, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva no braço contralateral). Membro superior direito exposto, com cotovelo em leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do membro superior direito, da região axilar ao punho, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região braquial.

Acesso Cirúrgico
Incisão longitudinal de 4 cm na face medial do braço direito, sobre o sulco bicipital, na porção distal da artéria braquial. Dissecção por planos, preservando a veia basílica, nervo mediano e nervo cutâneo medial do antebraço. Exposição da artéria braquial, isolada com fitas de silicone, proximal e distal ao local da oclusão (identificada por ausência de pulso).

Heparinização
Administrada heparina intravenosa (5.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose secundária.

Embolectomia
Clampagem sequencial da artéria braquial proximal e distal com clamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia transversal de 1 cm com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Identificado êmbolo oclusivo na luz da artéria braquial, com extensão parcial às artérias radial e ulnar. Inserido cateter de Fogarty (3 Fr) distalmente até as artérias do antebraço, com insuflação cuidadosa do balão e retirada lenta, removendo material tromboembólico. Passagem repetida até restauração de refluxo adequado. Passagem proximal do cateter (4 Fr) até a artéria axilar, removendo eventuais êmbolos secundários. Lavagem da luz arterial com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L).

Avaliação Intraoperatória
Após embolectomia, verificado fluxo anterógrado vigoroso na braquial e refluxo adequado proximalmente. Pulsos distais (radial e ulnar) restaurados, confirmados por palpação e Doppler portátil. Coloração e temperatura do antebraço normalizadas. Sem sinais de síndrome compartimental, considerando tempo de isquemia inferior a 6 horas.

Fechamento da Arteriotomia
Arteriotomia fechada com sutura contínua de prolene 6-0, garantindo integridade luminal sem estenose. Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando distalmente, com hemostasia local confirmada.

Hemostasia
Revisão da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 60 mL.

Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 4-0, pele com nylon 5-0 em pontos intradérmicos.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril e micropore na incisão braquial, sem compressão excessiva para preservar o fluxo arterial.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 50 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos distais preservados, sem déficits neurológicos ou motores no membro superior direito. Transferida à unidade de cuidados intermediários para monitorização por 24 horas, com ênfase em perfusionamento distal e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Embolectomia de Artéria Braquial

Texto não formatado

Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia geral orotraqueal, com monitorização contínua (oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva). Membro em rotação externa e com leve flexão do joelho para permitir melhor exposição da região.
Assepsia e antissepsia da região inguinal direita e membro inferior até o joelho com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região femoral.
Incisão longitudinal de 5 cm na região inguinal direita, sobre a projeção da artéria femoral comum, imediatamente distal ao ligamento inguinal. Dissecção por planos, preservando a veia femoral e o nervo femoral. Exposição da artéria femoral comum (AFC), femoral (AF) e femoral profunda (AFP), com isolamento dos vasos usando fitas de silicone ou fitas cardíacas.
Administrada heparina intravenosa (5.000 UI) antes da manipulação arterial para prevenir trombose secundária.
Clampagem sequencial da AFC proximal e AF/AFP distais com clamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia transversal na AFC com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Identificado êmbolo oclusivo na luz da AFC, com extensão à AF. Inserido cateter de Fogarty (4 Fr) distalmente até a artéria poplítea, com insuflação cuidadosa do balão e retirada lenta, removendo material tromboembólico. Repetida passagem do cateter até ausência de coágulos e restauração de refluxo adequado. Passagem proximal do cateter de Fogarty (5 Fr) até a artéria ilíaca externa, com remoção de eventuais êmbolos e trombos secundários. Lavagem da luz arterial com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L). Enviado trombos e êmbolos para análise histológica a fim de analisar a presença de células tumorais.
Após embolectomia, verificado fluxo anterógrado vigoroso na AFC e refluxo adequado na AF. Pulso distal (pedioso) restaurado, confirmado por palpação e Doppler portátil. Sem necessidade de fasciotomia, pois tempo de isquemia foi inferior a 6 horas e ausência de sinais de síndrome compartimental.
Arteriotomia fechada com sutura contínua de prolene 6-0, garantindo integridade luminal sem estenose. Retirados os clampes hemostáticos, iniciando pela AF e AFP, seguida pela AFC, com hemostasia local confirmada.
Revisão da hemostasia com eletrocautério bipoplar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 80 mL. Sem necessidade de dreno na loja cirúrgica.
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.
Aplicado curativo com gaze estéril e micropore na incisão inguinal, sem compressão excessiva para evitar oclusão arterial.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 60 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos distais preservados e sem déficits neurológicos. Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 24 horas, com ênfase em perfusionamento distal e estabilidade hemodinâmica. Mantida em tratamento anticoagulante com heparina não fracionada.

Nome do procedimento

Enxerto Axilobifemoral com Prótese de PTFE

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia geral orotraqueal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia. Membros inferiores expostos, com coxins estéreis sob os joelhos para leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia da região axilar direita, tronco (tórax e abdome) e regiões inguinais bilaterais com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o campo operatório axilar, abdominal e femoral.

Acesso Cirúrgico

  • Axilar: Incisão longitudinal de 8 cm na região infraclavicular direita, ao longo do sulco deltopeitoral. Dissecção por planos, preservando nervos torácico longo, toracodorsal e plexo braquial. Exposição da artéria axilar (segmento proximal, antes da origem da artéria subescapular), isolada com fitas de silicone.
  • Femoral: Incisões longitudinais bilaterais de 6 cm nas regiões inguinais, sobre as artérias femorais comuns (AFC). Dissecção por planos, preservando veias femorais e nervos femorais. Exposição das AFC, femorais (AF) e femorais profundas (AFP) bilaterais, isoladas com fitas de silicone.

Heparinização
Administrada heparina intravenosa (100 UI/kg, aproximadamente 7.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose.

Construção do Enxerto

  • Anastomose Proximal: Clampagem da artéria axilar direita com clamp vascular atraumático. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na axilar com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Prótese de PTFE (6 mm de diâmetro) anastomosada à axilar em configuração término-lateral, utilizando sutura contínua de prolene 5-0, garantindo alinhamento sem tensão.
  • Túnel: Criado túnel subcutâneo da axila direita ao flanco direito, descendo lateralmente ao abdome até a região inguinal direita, com dissector rombo. Um segundo túnel subcutâneo criado da inguinal direita à inguinal esquerda, passando anterior ao púbis, para o ramo contralateral. Prótese de PTFE, (6 mm de diâmetro), passada pelos túneis, evitando torção ou compressão.
  • Anastomose Distal Ipsilateral: Clampagem da AFC. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na AFC. Extremidade distal da prótese anastomosado às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
  • Anastomose prótese-prótese: Clampagem prótese em região femoral à direita. Incisão longitudinal da prótese de 1,5 cm com a lâmina 11. Ramo da prótese, PTFE (6 mm de diâmetro), anastomosados à prótese principal em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
  • Anastomose Distal contralateral: Clampagem da AFC. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na AFC. Ramo da prótese anastomosado às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.

Avaliação Intraoperatória
Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pelas AFC, seguida pela axilar. Fluxo vigoroso na prótese confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos femorais e distais (pedioso, tibial posterior) restaurados bilateralmente. Doppler intraoperatório confirmando perviedade do enxerto sem estenoses ou vazamentos.

Hemostasia
Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses e lojas cirúrgicas com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 300 mL. Drenos de sucção (tipo Hemovac) posicionados nas lojas axilar e inguinais bilaterais.

Fechamento

  • Axilar: Subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.
  • Femoral: Subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 200 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos femorais preservados e sem déficits neurológicos. Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 48 horas, com ênfase em perfusionamento periférico, estabilidade hemodinâmica e função do membro superior direito (integridade do plexo braquial).

Nome do procedimento

Enxerto Axilobifemoral com Prótese de PTFE

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, com braço direito abduzido a 90° e fixado em suporte estéril.
-Anestesia geral orotraqueal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia.
-Membros inferiores expostos, com coxins estéreis sob os joelhos para leve flexão.
-Assepsia e antissepsia da região axilar direita, tronco (tórax e abdome) e regiões inguinais bilaterais com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando o campo operatório axilar, abdominal e femoral.
-Incisão longitudinal de 8 cm na região infraclavicular direita, ao longo do sulco deltopeitoral. Dissecção por planos, preservando nervos torácico longo, toracodorsal e plexo braquial. Exposição da artéria axilar (segmento proximal, antes da origem da artéria subescapular), isolada com fitas de silicone.
-Incisões longitudinais bilaterais de 6 cm nas regiões inguinais, sobre as artérias femorais comuns (AFC). Dissecção por planos, preservando veias femorais e nervos femorais. Exposição das AFC, femorais (AF) e femorais profundas (AFP) bilaterais, isoladas com fitas de silicone.
-Criado túnel subcutâneo da axila direita ao flanco direito, descendo lateralmente ao abdome até a região inguinal direita, com dissector rombo. Um segundo túnel subcutâneo criado da inguinal direita à inguinal esquerda, passando anterior ao púbis, para o ramo contralateral. Prótese de PTFE, (6 mm de diâmetro), passada pelos túneis, evitando torção ou compressão.
-Administrada heparina intravenosa (100 UI/kg, aproximadamente 7.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose.
-Clampeamento da artéria axilar direita com clamp vascular atraumático. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na axilar com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Prótese de PTFE (6 mm de diâmetro) anastomosada à axilar em configuração término-lateral, utilizando sutura contínua de prolene 5-0, garantindo alinhamento sem tensão.
-Clampeamento da AFC. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na AFC. Extremidade distal da prótese anastomosado às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
-Clampeamento prótese em região femoral à direita. Incisão longitudinal da prótese de 1,5 cm com a lâmina 11. Ramo da prótese, PTFE (6 mm de diâmetro), anastomosados à prótese principal em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
-Clampeamento da AFC. Arteriotomia longitudinal de 1,5 cm na AFC. Ramo da prótese anastomosado às AFC em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 5-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L) para remover coágulos.
-Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pelas AFC, seguida pela axilar. Fluxo vigoroso na prótese confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos femorais e distais (pedioso, tibial posterior) restaurados bilateralmente. Doppler intraoperatório confirmando perviedade do enxerto sem estenoses ou vazamentos.
-Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses e lojas cirúrgicas com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 300 mL.
-Drenos de sucção (tipo Hemovac) posicionados nas lojas axilar e inguinais bilaterais.
-Fechamento do subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos.
-Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 200 minutos.
-Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos femorais preservados e sem déficits neurológicos.
-Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 48 horas, com ênfase em perfusionamento periférico, estabilidade hemodinâmica e função do membro superior direito (integridade do plexo braquial).

Nome do procedimento

Enxerto Femoropoplíteo

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, sob anestesia geral orotraqueal, complementada por bloqueio peridural lombar (bupivacaína 0,25%) para analgesia pós-operatória. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia. Membro inferior direito exposto, com joelho em leve flexão, apoiado em coxim estéril.

Preparação
Assepsia e antissepsia do membro inferior direito, da região inguinal ao tornozelo, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região femoral, poplítea e trajeto da veia safena.

Dissecção da Veia Safena Magna ipsilateral
Incisão longitudinal na face medial da coxa direita, ao longo do trajeto da veia safena magna. Dissecção cuidadosa da veia, com ligadura de ramos colaterais usando algodão 4-0. Veia safena removida, inspecionada para integridade, e mantida em solução de soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L). Extremidades da veia marcadas para orientação (válvulas invertidas para fluxo anterógrado).

Acesso Cirúrgico

  • Femoral: Incisão longitudinal de 6 cm na região inguinal direita, sobre a artéria femoral comum (AFC). Dissecção por planos, preservando veia femoral e nervo femoral. Exposição da AFC e artéria femoral (AF), isoladas com fitas de silicone.
  • Poplítea: Incisão longitudinal de 8 cm na fossa poplítea direita, acima da prega do joelho (artéria poplítea supragenicular). Dissecção cuidadosa, preservando veia poplítea e nervo tibial. Exposição da artéria poplítea, isolada com fitas de silicone.

Heparinização
Administrada heparina intravenosa (5.000 UI) antes da clampagem arterial para prevenir trombose.

Construção do Enxerto

  • Anastomose Proximal: Clampagem da AFC com clamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 1 cm na AFC com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts. Veia safena (invertida) anastomosada à AFC em configuração término-lateral, utilizando sutura contínua de prolene 6-0, garantindo alinhamento sem tensão.
  • Túnel: Criado túnel subcutâneo superficial ao longo da coxa, entre as incisões femoral e poplítea, utilizando dissector rombo. Veia safena passada pelo túnel, evitando torção ou compressão.
  • Anastomose Distal: Clampagem da artéria poplítea supragenicular. Arteriotomia longitudinal de 1 cm. Veia safena anastomosada à poplítea em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 6-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro heparinizado para remover coágulos.

Avaliação Intraoperatória
Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pela poplítea, seguida pela AFC. Fluxo vigoroso no enxerto confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos distais (pedioso e tibial posterior) restaurados. Angiografia intraoperatória (se disponível) ou Doppler confirmando perviedade do enxerto sem estenoses.

Hemostasia
Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses e incisões com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 250 mL.

Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos nas incisões femoral, poplítea e do acesso para a veia safena.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 180 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos distais preservados e sem déficits neurológicos. Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 24 horas, com ênfase em perfusionamento distal e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Enxerto Femoropoplíteo

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia geral orotraqueal, complementada por bloqueio peridural lombar (bupivacaína 0,25%) para analgesia pós-operatória.
-Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia.
-Membro inferior direito exposto, com joelho em leve flexão, apoiado em coxim estéril.
-Assepsia e antissepsia do membro inferior direito, da região inguinal ao tornozelo, com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando a região femoral, poplítea e trajeto da veia safena.
-Incisão longitudinal na face medial da coxa direita, ao longo do trajeto da veia safena magna. Dissecção cuidadosa da veia, com ligadura de ramos colaterais usando algodão 4-0. Veia safena removida, inspecionada para integridade, e mantida em solução de soro fisiológico heparinizado (5.000 UI/L). Extremidades da veia marcadas para orientação (válvulas invertidas para fluxo anterógrado).
-Incisão longitudinal de 6 cm na região inguinal direita, sobre a artéria femoral comum (AFC). Dissecção por planos, preservando veia femoral e nervo femoral. Exposição da AFC e artéria femoral (AF), isoladas com fitas de silicone.
-Incisão longitudinal de 8 cm na fossa poplítea direita, acima da prega do joelho (artéria poplítea supragenicular). Dissecção cuidadosa, preservando veia poplítea e nervo tibial. Exposição da artéria poplítea, isolada com fitas de silicone.
-Criado túnel subcutâneo superficial ao longo da coxa, entre as incisões femoral e poplítea, utilizando dissector rombo. Veia safena passada pelo túnel, evitando torção ou compressão.
-Administrada heparina intravenosa (5.000 UI) antes do clampeamento arterial para prevenir trombose.
-Clampeamento da AFC com clamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 1 cm na AFC com bisturi 11, estendida com tesoura de Potts.
-Veia safena (invertida) anastomosada à AFC em configuração término-lateral, utilizando sutura contínua de prolene 6-0, garantindo alinhamento sem tensão.
-Clampeamento da artéria poplítea supragenicular. Arteriotomia longitudinal de 1 cm. Veia safena anastomosada à poplítea em configuração término-lateral, com sutura contínua de prolene 6-0. Antes do fechamento final, lavagem anterógrada e retrógrada com soro heparinizado para remover coágulos.
-Retirado clampes hemostáticos sequencial, iniciando pela poplítea, seguida pela AFC. Fluxo vigoroso no enxerto confirmado por palpação e Doppler portátil. Pulsos distais (pedioso e tibial posterior) restaurados. Angiografia intraoperatória (se disponível) ou Doppler confirmando perviedade do enxerto sem estenoses.
-Revisão rigorosa da hemostasia nas anastomoses e incisões com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 250 mL.
-Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, pele com nylon 4-0 em pontos intradérmicos nas incisões femoral, poplítea e do acesso para a veia safena.
-Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica nas incisões, sem compressão excessiva para preservar o fluxo no enxerto.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 180 minutos.
Paciente extubada na sala cirúrgica, com pulsos distais preservados e sem déficits neurológicos.
-Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 24 horas, com ênfase em perfusionamento distal e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Endarterectomia de Artéria Carótida Esquerda com uso de shunt

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com cabeça estendida e rodada à direita. Anestesia geral orotraqueal, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial invasiva, capnografia). Neuromonitorização com eletroencefalografia (EEG). Sem sinais e hipoxia ou hipotensão arterial durante indução anestésica.

Preparação
Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região cervical esquerda. Campos estéreis posicionados.

Acesso Cirúrgico
Incisão longitudinal oblíqua (10 cm) ao longo da borda anterior do músculo esternocleidomastoideo esquerdo. Dissecção por planos, preservando nervo hipoglosso e nervo laríngeo recorrente. Ligadura de ramo da veia facial com poliglactina 2-0.

Exposição Vascular
Exposição da artéria carótida comum (ACC), carótida interna (ACI) e carótida externa (ACE) esquerdas. Isolamento dos vasos com fitas de silicone/fita cardíaca.

Heparinização e Clampagem
Administrada heparina intravenosa (5.000 UI). Teste de clampagem sob EEG, com alterações isquêmicas, indicando necessidade de shunt. Clampagem sequencial da ACC, ACI e ACE. Shunt carotídeo (tipo Pruitt-Inahara) instalado, reestabelecendo fluxo na ACI e ACE. Tempo de clampagem inicial: 3 minutos.

Endarterectomia
Arteriotomia longitudinal da ACC à ACI esquerda. Identificada placa aterosclerótica estenosante. Remoção da placa por dissecção subadventicial com espátula de endarterectomia, garantindo endpoint liso. Realizado pontos de fixação no endotelio distal com uso de prolene 6.0. Placa enviada para anatomopatológico. Lavagem com soro fisiológico heparinizado.

Fechamento da Arteriotomia
Arteriotomia fechada com patch de pericárdio bovino, suturado com prolene 5-0 em pontos contínuos. Aliviado a pressão dos clampes hemostáticos por alguns segundos para lavagem retrógrada e anterógrada antes do fechamento final. Shunt removido após restauração do fluxo.

Hemostasia
Realizada com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL. Colocado dreno de sucção com pressão negativa, inserido na loja cirúrgica, por via de contra abertura, localizada na extremidade distal da incisão cervical e fixado com nylon 2.0.

Sutura
Fechamento por planos: platisma com poliglactina 3-0, pele com monocryl 4-0 (intradérmico).

Curativo
Curativo com gaze estéril e micropore, sem compressão cervical.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 130 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, sem déficits neurológicos. Transferida à UTI para monitorização por 24 horas. Alta da UTI após estabilidade hemodinâmica e neurológica.

Pós-Operatório
Monitorização neurológica e hemodinâmica por 48 horas. Prescritos aspirina 100 mg/dia (indefinidamente) e clopidogrel 75 mg/dia (por 30 dias). Curativo mantido seco, com troca a cada 48 horas. Dreno retirado em 24-48 horas (débito <20 mL). Retorno ambulatorial em 7 dias para retirada de pontos e em 30 dias para acompanhamento. Orientada a relatar cefaleia intensa, déficits neurológicos, hematomas cervicais ou dispneia.

Nome do procedimento

Endarterectomia de Artéria Carótida Esquerda com uso de shunt

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, com cabeça estendida e rodada à direita.
-Anestesia geral orotraqueal, sob monitorização (oximetria, ECG, pressão arterial invasiva, capnografia).
-Neuromonitorização com eletroencefalografia (EEG). Sem sinais e hipoxia ou hipotensão arterial durante indução anestésica.
-Assepsia com clorexidina alcoólica 2% na região cervical esquerda.
-Campos estéreis posicionados.
Incisão longitudinal oblíqua (10 cm) ao longo da borda anterior do músculo esternocleidomastoideo esquerdo. Dissecção por planos, preservando nervo hipoglosso e nervo laríngeo recorrente.
-Ligadura de ramo da veia facial com poliglactina 2-0.
-Exposição da artéria carótida comum (ACC), carótida interna (ACI) e carótida externa (ACE) esquerdas. Isolamento dos vasos com fitas de silicone/fita cardíaca.
-Administrada heparina intravenosa (5.000 UI).
-Teste de clampagem sob EEG, com alterações isquêmicas, indicando necessidade de shunt.
-Clampagem sequencial da ACC, ACI e ACE. Shunt carotídeo (tipo Pruitt-Inahara) instalado, reestabelecendo fluxo na ACI e ACE. Tempo de clampagem inicial: 3 minutos.
-Arteriotomia longitudinal da ACC à ACI esquerda. Identificada placa aterosclerótica estenosante. Remoção da placa por dissecção subadventicial com espátula de endarterectomia, garantindo endpoint liso. Realizado pontos de fixação no endotelio distal com uso de prolene 6.0. Placa enviada para anatomopatológico. Lavagem com soro fisiológico heparinizado.
-Arteriotomia fechada com patch de pericárdio bovino, suturado com prolene 5-0 em pontos contínuos. Aliviado a pressão dos clampes hemostáticos por alguns segundos para lavagem retrógrada e anterógrada antes do fechamento final. Shunt removido após restauração do fluxo.
-Realizada hemostasia com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 50 mL.
-Colocado dreno de sucção com pressão negativa, inserido na loja cirúrgica, por via de contra abertura, localizada na extremidade distal da incisão cervical e fixado com nylon 2.0.
-Fechamento por planos: platisma com poliglactina 3-0, pele com monocryl 4-0 (intradérmico).
-Curativo com gaze estéril e micropore, sem compressão cervical.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 130 minutos.
-Paciente extubada na sala cirúrgica, sem déficits neurológicos.
-Transferida à UTI para monitorização por 24 horas.
-Alta da UTI após estabilidade hemodinâmica e neurológica. Monitorização neurológica e hemodinâmica por 48 horas.
-Prescritos aspirina 100 mg/dia (indefinidamente) e clopidogrel 75 mg/dia (por 30 dias).

Nome do procedimento

Amputação Transtibial

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal e sob anestesia geral orotraqueal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva e capnografia. Membro inferior direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do membro inferior direito com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o membro inferior.

Acesso Cirúrgico
Marcada incisão em retalho longo posterior, com retalho anterior curto (1/3 do diâmetro da perna) e retalho posterior longo (2/3 do diâmetro), planejada 12-15 cm distal à tuberosidade tibial, com base na viabilidade tecidual e comprimento ideal para adaptação protética. Incisão cutânea realizada com bisturi, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecido viável.

Dissecção e Ligadura Vascular
Identificados e dissecados os vasos tibiais anteriores e posteriores. Ligadura dupla das artérias tibiais com prolene 3-0, complementada por sutura transfixante. Veias tibiais ligadas com algodão 3-0. Ramos vasculares menores ligados com poliglactina 4-0. Hemostasia meticulosa com eletrocautério.

Seção Muscular e Óssea
Músculos do compartimento anterior (tibial anterior, extensores) e posterior (gastrocnêmio, sóleo) seccionados com eletrocautério ou lâmina fria, preservando o retalho posterior longo (gastrocnêmio) para cobertura do coto. Nervos tibial e fibular comum identificados, tracionados suavemente, seccionados proximalmente e ligados com algodão 4-0 para prevenir neuromas. Tíbia seccionada com serra oscilatória a 12 cm da tuberosidade tibial, com bisel anterior (45°) para evitar pressão protética. Fíbula seccionada 1 cm mais proximal para modelagem do coto. Bordas ósseas alisadas com raspa óssea.

Modelagem do Coto
Mioplastia realizada com ancoragem do gastrocnêmio à tíbia anterior através de perfurações ósseas, utilizando poliglactina 2-0, para estabilidade e mobilidade protética. Retalho posterior ajustado sobre a tíbia, garantindo cobertura sem tensão. Subcutâneo aproximado para reduzir espaço morto.

Hemostasia
Revisão final da hemostasia com eletrocautério e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 200 mL. Colocado dreno de sucção (tipo Hemovac) na loja cirúrgica.

Sutura
Fechamento por planos: fáscia muscular com poliglactina 2-0, tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, e pele com nylon 3-0 em pontos simples separados, garantindo coaptação sem tensão.

Curativo e Imobilização
Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 80 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, sem complicações imediatas. Transferida à unidade de cuidados intermediários para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Amputação Transtibial

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal e sob anestesia geral orotraqueal.
-Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial não invasiva e capnografia.
-Membro inferior direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão.
-Assepsia e antissepsia do membro inferior direito com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando o membro inferior.
-Marcada incisão em retalho longo posterior, com retalho anterior curto (1/3 do diâmetro da perna) e retalho posterior longo (2/3 do diâmetro), planejada 12-15 cm distal à tuberosidade tibial, com base na viabilidade tecidual e comprimento ideal para adaptação protética.
-Incisão cutânea realizada com bisturi, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecido viável.
-Identificados e dissecados os vasos tibiais anteriores e posteriores. Ligadura dupla das artérias tibiais com prolene 3-0, complementada por sutura transfixante. Veias tibiais ligadas com algodão 3-0. Ramos vasculares menores ligados com poliglactina 4-0. Hemostasia meticulosa com eletrocautério.
-Músculos do compartimento anterior (tibial anterior, extensores) e posterior (gastrocnêmio, sóleo) seccionados com eletrocautério ou lâmina fria, preservando o retalho posterior longo (gastrocnêmio) para cobertura do coto.
-Nervos tibial e fibular comum identificados, tracionados suavemente, seccionados proximalmente e ligados com algodão 4-0 para prevenir neuromas.
-Tíbia seccionada com serra oscilatória a 12 cm da tuberosidade tibial, com bisel anterior (45°) para evitar pressão protética.
-Fíbula seccionada 1 cm mais proximal para modelagem do coto. Bordas ósseas alisadas com raspa óssea.
-Mioplastia realizada com ancoragem do gastrocnêmio à tíbia anterior através de perfurações ósseas, utilizando poliglactina 2-0, para estabilidade e mobilidade protética. Retalho posterior ajustado sobre a tíbia, garantindo cobertura sem tensão.
-Subcutâneo aproximado para reduzir espaço morto.
-Revisão final da hemostasia com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 200 mL.
-Colocado dreno de sucção (tipo Hemovac) na loja cirúrgica.
-Fechamento por planos: fáscia muscular com poliglactina 2-0, tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, e pele com nylon 3-0 em pontos simples separados, garantindo coaptação sem tensão.
-Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 80 minutos.
-Paciente extubada na sala cirúrgica, sem complicações imediatas.
-Transferida à unidade de cuidados intermediários para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Amputação Transfemoral

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, sob anestesia geral orotraqueal. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia. Membro inferior direito posicionado com leve flexão do joelho, apoiado em coxim estéril.

Preparação
Assepsia e antissepsia do membro inferior direito, da região inguinal ao pé, com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o membro inferior.

Acesso Cirúrgico
Marcada incisão em retalho equilateral, com retalhos anterior e posterior de comprimento igual (aproximadamente 12 cm), planejada 8 cm acima da articular do joelho, com base no comprimento do fêmur e viabilidade tecidual. Incisão cutânea realizada com bisturi, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecido viável para cobertura do coto.

Dissecção e Ligadura Vascular
Identificados e dissecados os vasos femorais (artéria e veia) no canal adutor. Ligadura dupla da artéria femoral com prolene 2-0, complementada por sutura transfixante. Veia femoral ligada com prolene 2-0. Pequenos ramos vasculares ligados com algodão 3-0. Hemostasia rigorosa com eletrocautério.

Seção Muscular e Óssea
Músculos do compartimento anterior (quadríceps) e posterior (isquiotibiais) seccionados transversalmente com eletrocautério/bisturi, mantendo comprimento suficiente para cobertura do coto. Nervo ciático identificado, tracionado suavemente, seccionado proximalmente e permitido a retrair, com ligadura do coto neural com algodão 3-0 para prevenir neuroma. Fêmur seccionado com serra oscilatória a 12 cm do joelho, com bordas alisadas por lixa óssea para evitar pontas agudas.

Modelagem do Coto
Retalhos musculares do quadríceps fixados à extremidade distal do fêmur (mioplastia) com prolene 2-0, ancorados através de perfurações ósseas, para promover estabilidade e mobilidade protética futura. Retalhos cutâneos ajustados sem tensão, garantindo cobertura completa do coto.

Hemostasia
Revisão final da hemostasia com eletrocautério e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 300 mL.

Sutura
Fechamento por planos: fáscia muscular com poliglactina 2-0, tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, e pele com nylon 3-0 em pontos simples separados, garantindo boa coaptação sem tensão.

Curativo e Imobilização
Aplicado curativo com gaze estéril, e compressa absorvente.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 90 minutos. Paciente extubada na sala cirúrgica, sem complicações imediatas. Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Amputação Transfemoral

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia geral orotraqueal.
-Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva e capnografia.
-Membro inferior direito posicionado com leve flexão do joelho, apoiado em coxim estéril.
-Assepsia e antissepsia do membro inferior direito, da região inguinal ao pé, com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando o membro inferior.
-Marcada incisão em retalho equilateral, com retalhos anterior e posterior de comprimento igual (aproximadamente 12 cm), planejada 8 cm acima da articular do joelho, com base no comprimento do fêmur e viabilidade tecidual.
-Incisão cutânea realizada com bisturi, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecido viável para cobertura do coto.
Identificados e dissecados os vasos femorais (artéria e veia) no canal adutor.
-Ligadura dupla da artéria femoral com prolene 2-0, complementada por sutura transfixante. Veia femoral ligada com prolene 2-0. Pequenos ramos vasculares ligados com algodão 3-0. Hemostasia rigorosa com eletrocautério.
-Músculos do compartimento anterior (quadríceps) e posterior (isquiotibiais) seccionados transversalmente com eletrocautério/bisturi, mantendo comprimento suficiente para cobertura do coto.
-Nervo ciático identificado, tracionado suavemente, seccionado proximalmente e permitido a retrair, com ligadura do coto neural com algodão 3-0 para prevenir neuroma.
-Fêmur seccionado com serra oscilatória a 12 cm do joelho, com bordas alisadas por lixa óssea para evitar pontas agudas.
-Retalhos musculares do quadríceps fixados à extremidade distal do fêmur (mioplastia) com prolene 2-0, ancorados através de perfurações ósseas, para promover estabilidade e mobilidade protética futura.
-Retalhos cutâneos ajustados sem tensão, garantindo cobertura completa do coto.
-Revisão final da hemostasia com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 300 mL.
-Fechamento por planos: fáscia muscular com poliglactina 2-0, tecido subcutâneo com poliglactina 3-0, e pele com nylon 3-0 em pontos simples separados, garantindo boa coaptação sem tensão.
-Aplicado curativo com gaze estéril, e compressa absorvente.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 90 minutos.
-Paciente extubada na sala cirúrgica, sem complicações imediatas.
-Transferida à unidade de terapia intensiva (UTI) para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e estabilidade hemodinâmica.

Nome do procedimento

Amputação do Segundo Dedo do Pé

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, sob anestesia regional (bloqueio de tornozelo com bupivacaína 0,25%) e sedação leve (midazolam 2 mg IV). Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Pé direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão.

Preparação
Assepsia e antissepsia do pé direito e tornozelo com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o segundo dedo e o antepé direito. Garrote pneumático aplicado na coxa direita, inflado a 250 mmHg para controle de sangramento.

Acesso Cirúrgico
Marcada incisão elíptica ao redor da base do segundo dedo, na articulação metatarsofalângica (MTF), com retalhos dorsal e plantar de igual comprimento, planejada para preservar tecido viável e garantir fechamento sem tensão. Incisão cutânea realizada com bisturi 15, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecidos adjacentes.

Dissecção e Ligadura Vascular
Identificados vasos digitais dorsais e plantares do segundo dedo. Artérias digitais ligadas com prolene 5-0. Veias digitais ligadas com prolene 5-0. Ramos vasculares menores coagulados com eletrocautério bipolar. Hemostasia cuidadosa para minimizar sangramento.

Seção Muscular e Óssea
Tendões flexores e extensores do segundo dedo seccionados proximalmente com bisturi. Articulação MTF desarticulada, com liberação dos ligamentos colaterais. Falange proximal seccionada na base, preservando a cabeça do segundo metatarso para manter a estabilidade do arco transverso do pé. Bordas ósseas alisadas com lixa óssea. Nervos digitais dorsais e plantares identificados, tracionados suavemente, seccionados proximalmente e ligados com prolene 5-0 para prevenir neuromas.

Modelagem do Coto
Retalhos dorsal e plantar ajustados para cobrir a cabeça metatarsal sem tensão. Tecido subcutâneo aproximado com poliglactina 5-0 para reduzir espaço morto. Pele moldada para fechamento estético e funcional, mantendo o alinhamento do antepé.

Hemostasia
Garrote liberado após seção óssea, seguido de revisão final da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 50 mL.

Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos simples separados, garantindo coaptação sem tensão.

Curativo e Imobilização
Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica. Pé imobilizado com tala de gesso posterior, mantendo o tornozelo em posição neutra (90°) para prevenir equinismo. Dedos adjacentes protegidos com espaçador macio.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 45 minutos. Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas. Transferida à enfermaria para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e avaliação do coto.

Nome do procedimento

Amputação do Segundo Dedo do Pé

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob anestesia regional (bloqueio de tornozelo com bupivacaína 0,25%) e sedação leve (midazolam 2 mg IV). Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Pé direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão.
-Assepsia e antissepsia do pé direito e tornozelo com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o segundo dedo e o antepé direito. Garrote pneumático aplicado na coxa direita, inflado a 250 mmHg para controle de sangramento.
-Marcada incisão elíptica ao redor da base do segundo dedo, na articulação metatarsofalângica (MTF), com retalhos dorsal e plantar de igual comprimento, planejada para preservar tecido viável e garantir fechamento sem tensão.
-Incisão cutânea realizada com bisturi 15, seguida de dissecção subcutânea, preservando tecidos adjacentes.
-Identificados vasos digitais dorsais e plantares do segundo dedo. Artérias digitais ligadas com prolene 5-0. Veias digitais ligadas com prolene 5-0. Ramos vasculares menores coagulados com eletrocautério bipolar. Hemostasia cuidadosa para minimizar sangramento.
-Tendões flexores e extensores do segundo dedo seccionados proximalmente com bisturi. Articulação MTF desarticulada, com liberação dos ligamentos colaterais. Falange proximal seccionada na base, preservando a cabeça do segundo metatarso para manter a estabilidade do arco transverso do pé. Bordas ósseas alisadas com lixa óssea. Nervos digitais dorsais e plantares identificados, tracionados suavemente, seccionados proximalmente e ligados com prolene 5-0 para prevenir neuromas.
-Retalhos dorsal e plantar ajustados para cobrir a cabeça metatarsal sem tensão. Tecido subcutâneo aproximado com poliglactina 5-0 para reduzir espaço morto. Pele moldada para fechamento estético e funcional, mantendo o alinhamento do antepé.
-Garrote liberado após seção óssea, seguido de revisão final da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 50 mL.
-Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos simples separados, garantindo coaptação sem tensão.
-Aplicado curativo com gaze estéril, compressa absorvente e bandagem elástica. Pé imobilizado com tala de gesso posterior, mantendo o tornozelo em posição neutra (90°) para prevenir equinismo. Dedos adjacentes protegidos com espaçador macio.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 45 minutos. Paciente acordada, com analgesia adequada e sem complicações imediatas. Transferida à enfermaria para monitorização por 24 horas, com foco em controle de dor e avaliação do coto.

Nome do procedimento

Drenagem de Abscesso Plantar, Fasciotomia Superficial e Profunda

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, sob raquianestesia. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva. Pé direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão. Garrote pneumático aplicado na coxa direita, inflado a 300 mmHg para controle de sangramento.

Preparação
Assepsia e antissepsia do pé direito, tornozelo e perna até o joelho com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando o pé e o tornozelo

Acesso Cirúrgico e Drenagem do Abscesso
Incisão longitudinal de 5 cm na face plantar do pé direito, na região medial do antepé, sobre o abscesso (identificado por tumefação, eritema e flutuação). Dissecção cuidadosa através da pele e tecido subcutâneo, liberando aproximadamente 60 mL de material purulento. Cavidade do abscesso explorada com pinça Kelly, drenada completamente e irrigada com 2 L de soro fisiológico estéril mais limpeza com Clorexidine degermante.

Fasciotomia Superficial e Profunda

Superficial: Incisões longitudinais adicionais de 3 cm na fáscia plantar medial e lateral, liberando os compartimentos superficial e médio do pé. Fáscia incisada com bisturi 15, aliviando a tensão tecidual e permitindo drenagem adicional de secreção.

Profunda: Acesso ao compartimento profundo do pé através da incisão plantar inicial, com dissecção cuidadosa até a fáscia interóssea. Incisão longitudinal na fáscia profunda, liberando os músculos intrínsecos (adutor do hálux, flexor curto do hálux), permitindo drenagem adicional de secreção.

 

Desbridamento de Tecidos Desvitalizados
Tecidos necróticos e desvitalizados na cavidade do abscesso e tecidos adjacentes removidos com bisturi e tesoura de Metzenbaum. Desbridamento até tecido sangrante e viável, preservando estruturas saudáveis (músculos, tendões e pele). Leito cirúrgico irrigado com 2 L de soro fisiológico estéril com gentamicina (80 mg/L) para controle infeccioso. Aproximadamente 15 g de tecido necrótico removido.

Hemostasia
Garrote liberado após desbridamento, seguido de revisão final da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 100 mL

 

Coletado material para cultura

Cultura de tecidos ao redor do abscesso para análise microbiológica.

Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril e enfaixamento com atadura.

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 75 minutos. Sem complicações imediatas. Transferida à unidade de cuidados intermediários para monitorização por 48 horas, com foco em controle de infecção, dor e perfusão do pé.

Nome do procedimento

Drenagem de Abscesso Plantar, Fasciotomia Superficial e Profunda

Texto não formatado

-Paciente em decúbito dorsal horizontal, sob raquianestesia.
-Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma, pressão arterial invasiva.
-Pé direito elevado em coxim estéril, com joelho em leve flexão.
-Garrote pneumático aplicado na coxa direita, inflado a 300 mmHg para controle de sangramento.
-Assepsia e antissepsia do pé direito, tornozelo e perna até o joelho com clorexidina alcoólica 2%.
-Campos estéreis posicionados, isolando o pé e o tornozelo.
-Incisão longitudinal de 5 cm na face plantar do pé direito, na região medial do antepé, sobre o abscesso (identificado por tumefação, eritema e flutuação).
-Dissecção cuidadosa através da pele e tecido subcutâneo, liberando aproximadamente 60 mL de material purulento.
-Cavidade do abscesso explorada com pinça Kelly, drenada completamente e irrigada com 2 L de soro fisiológico estéril mais limpeza com Clorexidine degermante.
-Fasciotomia Superficial. Incisões longitudinais adicionais de 3 cm na fáscia plantar medial e lateral, liberando os compartimentos superficial e médio do pé. Fáscia incisada com bisturi 15, aliviando a tensão tecidual e permitindo drenagem adicional de secreção.
-Fasciotomia Profunda. Acesso ao compartimento profundo do pé através da incisão plantar inicial, com dissecção cuidadosa até a fáscia interóssea. Incisão longitudinal na fáscia profunda, liberando os músculos intrínsecos (adutor do hálux, flexor curto do hálux), permitindo drenagem adicional de secreção.
-Tecidos necróticos e desvitalizados na cavidade do abscesso e tecidos adjacentes removidos com bisturi e tesoura de Metzenbaum. Desbridamento até tecido sangrante e viável, preservando estruturas saudáveis (músculos, tendões e pele). -Leito cirúrgico irrigado com 2 L de soro fisiológico estéril com gentamicina (80 mg/L) para controle infeccioso.
-Aproximadamente 15 g de tecido necrótico removido.
-Garrote liberado após desbridamento, seguido de revisão final da hemostasia com eletrocautério e compressão manual.
-Perda sanguínea estimada: 100 mL.
-Enviado tecidos ao redor do abscesso para análise microbiológica.
-Aplicado curativo com gaze estéril e enfaixamento com atadura.
-Procedimento sem intercorrências, com duração de 75 minutos.
-Sem complicações imediatas.
-Transferida à unidade de cuidados intermediários para monitorização por 48 horas, com foco em controle de infecção, dor e perfusão do pé.

descrição cirúrgica

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