Nome do procedimento

Nome do procedimento

Retirada de Permcath

descrição cirúrgica

Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg (se tolerado e sem contraindicação) para reduzir risco de embolia gasosa durante a manipulação venosa. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso (preferencialmente direito). Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior (incluindo o trajeto do túnel e orifício de saída) e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Barreira máxima de esterilidade: gorro, máscara, avental estéril, luvas estéreis e campos aderentes.

Preparação
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) infiltrada ao redor do orifício de saída cutâneo torácico e ao longo do trajeto subcutâneo, incluindo a região do cuff de Dacron (localizado aproximadamente 2–4 cm proximal ao orifício de saída). Pequena incisão cutânea (~1–2 cm) sobre o orifício de saída ou diretamente sobre o cuff (técnica preferencial para cateteres com cuff aderido por fibrose). Dissecção cuidadosa com tesoura de Metzenbaum ou pinça delicada para liberar o cuff de Dacron dos tecidos subcutâneos circundantes, removendo aderências fibrosas sem tração excessiva inicial.

Retirada do Cateter
Após liberação completa do cuff e do trajeto subcutâneo, aplicação de tração gentil e progressiva no cateter externo (com mão dominante), enquanto se mantém pressão manual no ponto de entrada venoso cervical para hemostasia imediata. Retirada do segmento intravascular do cateter através da incisão (ou orifício de saída), garantindo remoção integral sem fragmentação. Em casos de resistência moderada (devido a fibrose), dissecção adicional ao redor do trajeto; tração forçada evitada para prevenir ruptura ou retenção de fragmentos. Compressão manual firme no ponto de entrada venoso (jugular interna) por 5–10 minutos após a retirada para promover hemostasia e prevenir sangramento.

Verificação Funcional, Hemostasia e Fechamento
Inspeção do cateter removido para confirmar integridade completa (sem fragmentos retidos). Revisão minuciosa de hemostasia no trajeto subcutâneo e orifício venoso, com eletrocautério bipolar se necessário e compressão adicional. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL na maioria dos casos). Sutura da incisão cutânea com pontos simples ou intradérmicos (Nylon ou Vicryl 4-0/5-0). Curativo oclusivo estéril semipermeável com clorexidina impregnada. Raio-X de tórax pós-procedimento para exclusão de pneumotórax, hemotórax ou fragmento retido (recomendado em acessos jugulares/subclávios ou cateteres de longa permanência).

Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 15–30 minutos. Sem complicações imediatas (ex.: sangramento significativo, embolia, retenção de fragmento). Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e dispneia. Orientações para cuidados do sítio (troca de curativo, observação de sinais de infecção ou sangramento). Seguimento ambulatorial para avaliação de cicatrização e planejamento de acesso vascular definitivo se necessário.

Nome do procedimento

Retirada de Permcath

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Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com leve posição de Trendelenburg (se tolerado e sem contraindicação) para reduzir risco de embolia gasosa durante a manipulação venosa. Monitorização contínua com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva. Cabeça levemente rotacionada para o lado oposto ao acesso (preferencialmente direito). Braços ao longo do corpo.
Assepsia e antissepsia rigorosa da região cervical anterior bilateral, torácica superior (incluindo o trajeto do túnel e orifício de saída) e ombro ipsilateral com clorexidina alcoólica 2%. Campo cirúrgico amplo com campos estéreis grandes, isolamento do campo operatório. Barreira máxima de esterilidade: gorro, máscara, avental estéril, luvas estéreis e campos aderentes.
Anestesia local com lidocaína 1% (sem epinefrina) infiltrada ao redor do orifício de saída cutâneo torácico e ao longo do trajeto subcutâneo, incluindo a região do cuff de Dacron (localizado aproximadamente 2–4 cm proximal ao orifício de saída).
Pequena incisão cutânea (~1–2 cm) sobre o orifício de saída ou diretamente sobre o cuff (técnica preferencial para cateteres com cuff aderido por fibrose). Dissecção cuidadosa com tesoura de Metzenbaum ou pinça delicada para liberar o cuff de Dacron dos tecidos subcutâneos circundantes, removendo aderências fibrosas sem tração excessiva inicial.
Após liberação completa do cuff e do trajeto subcutâneo, aplicação de tração gentil e progressiva no cateter externo (com mão dominante), enquanto se mantém pressão manual no ponto de entrada venoso cervical para hemostasia imediata.
Retirada do segmento intravascular do cateter através da incisão (ou orifício de saída), garantindo remoção integral sem fragmentação. Em casos de resistência moderada (devido a fibrose), dissecção adicional ao redor do trajeto; tração forçada evitada para prevenir ruptura ou retenção de fragmentos.
Compressão manual firme no ponto de entrada venoso (jugular interna) por 5–10 minutos após a retirada para promover hemostasia e prevenir sangramento.
Inspeção do cateter removido para confirmar integridade completa (sem fragmentos retidos).
Revisão minuciosa de hemostasia no trajeto subcutâneo e orifício venoso, com eletrocautério bipolar se necessário e compressão adicional. Perda sanguínea estimada: mínima (<50 mL na maioria dos casos).
Sutura da incisão cutânea com pontos simples ou intradérmicos (Nylon ou Vicryl 4-0/5-0). Curativo oclusivo estéril semipermeável com clorexidina impregnada. Raio-X de tórax pós-procedimento para exclusão de pneumotórax, hemotórax ou fragmento retido (recomendado em acessos jugulares/subclávios ou cateteres de longa permanência).
Procedimento sem intercorrências, com duração de 15–30 minutos. Sem complicações imediatas (ex.: sangramento significativo, embolia, retenção de fragmento). Paciente encaminhado para recuperação com monitorização inicial de sinais vitais, sangramento no sítio e dispneia. Orientações para cuidados do sítio (troca de curativo, observação de sinais de infecção ou sangramento). Seguimento ambulatorial para avaliação de cicatrização e planejamento de acesso vascular definitivo se necessário.

descrição cirúrgica

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