CONFECÇÃO FÍSTULA ARTERIOVENOSA BRAQUIOCEFÁLICA À DIREITA ESQUERDA
Código: 272
SGITAP:
Confecção de fístula AV para hemodiálise
Anestesia e Posicionamento
Paciente em decúbito dorsal, com braço DIREITO abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia local com lidocaína 1% (10 mL) infiltrada na região do fossa cubital, quando foi necessário complementada por sedação leve (midazolam 2 mg IV, se necessário). Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva no braço contralateral.
Preparação
Assepsia e antissepsia do antebraço em membro superior com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região da fossa cubital.
Acesso Cirúrgico
Incisão longitudinal de 6 cm na fossa cubital, sobre a projeção da artéria braquial e veia cefálica, (local confirmado por mapeamento venoso pré-operatório com Doppler, indicando veia cefálica >2,5 mm e artéria braquial >2 mm). Dissecção cuidadosa por planos, preservando ramos nervosos cutâneos (nervo cutâneo lateral do antebraço). Artéria braquial e veia cefálica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 4 cm para mobilidade adequada.
Construção da Fístula
Ausência de sangramento na anastomose. Veia cefálica distendida, sem sinais de estenose ou trombose inicial. Pulso braquial e distal preservado, indicando patência da artéria.
Hemostasia
Revisão da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 5 mL.
Sutura
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos intradérmicos para minimizar cicatriz.
Curativo
Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem elástica leve, sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.
Desfecho
Procedimento sem intercorrências, com duração de 60 minutos. Paciente acordada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferida à enfermaria para monitorização por 6 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após avaliação.
CONFECÇÃO FÍSTULA ARTERIOVENOSA BRAQUIOCEFÁLICA À DIREITA ESQUERDA
Código: 272
SGITAP:
Confecção de fístula AV para hemodiálise
Paciente em decúbito dorsal, com braço DIREITO abduzido a 90° e fixado em suporte estéril. Anestesia local com lidocaína 1% (10 mL) infiltrada na região do fossa cubital, quando foi necessário complementada por sedação leve (midazolam 2 mg IV, se necessário). Monitorização com oximetria de pulso, eletrocardiograma e pressão arterial não invasiva no braço contralateral.
Assepsia e antissepsia do antebraço em membro superior com clorexidina alcoólica 2%. Campos estéreis posicionados, isolando a região da fossa cubital.
Incisão longitudinal de 6 cm na fossa cubital, sobre a projeção da artéria braquial e veia cefálica, (local confirmado por mapeamento venoso pré-operatório com Doppler, indicando veia cefálica >2,5 mm e artéria braquial >2 mm). Dissecção cuidadosa por planos, preservando ramos nervosos cutâneos (nervo cutâneo lateral do antebraço). Artéria braquial e veia cefálica isoladas com fitas de silicone, dissecadas por 4 cm para mobilidade adequada.
Preparação Vascular: Veia cefálica mobilizada, com ligadura de ramos colaterais usando poliglactina 6-0. Artéria braquial inspecionada, confirmando fluxo adequado (teste de Allen negativo pré-operatório). Veia cefálica seccionada obliquamente para criar uma extremidade biselada e dilatada suavemente com soro fisiológico para reduzir espasmo.
Heparinização: Após mobilização e seção da veia, irrigada solução heparinizada local (1.000 UI em 10 mL de soro fisiológico) para prevenir trombose durante a manipulação, conforme prática padrão.
Anastomose: Clampagem suave da artéria braquial com microclamps vasculares atraumáticos. Arteriotomia longitudinal de 6 mm com bisturi 11, estendida com tesoura de Potz. Anastomose término-lateral realizada entre a veia cefálica e a artéria braquial, utilizando sutura contínua de prolene 7-0, com a técnica de 2 fios para minimizar estenose. Após liberação dos clamps, verificado frêmito palpável na veia cefálica.
Ausência de sangramento na anastomose. Veia cefálica distendida, sem sinais de estenose ou trombose inicial. Pulso braquial e distal preservado, indicando patência da artéria.
Revisão da hemostasia com eletrocautério bipolar e compressão manual. Perda sanguínea estimada: 5 mL.
Fechamento por planos: tecido subcutâneo com poliglactina 5-0, pele com nylon 5-0 em pontos intradérmicos para minimizar cicatriz.
Aplicado curativo com gaze estéril e bandagem elástica leve, sem compressão sobre a fístula para preservar o fluxo.
Procedimento sem intercorrências, com duração de 60 minutos. Paciente acordada, com frêmito preservado na fístula e sem déficits neurológicos ou isquêmicos no membro. Transferida à enfermaria para monitorização por 6 horas, com alta hospitalar no mesmo dia após avaliação.